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Tags: coletiva, crowdsourcing, inteligência, organizações
No, Lia. Tampoco Augusto lo entendió.
Quiso decir que si hubiera la herramienta de "favoritos", yo la tendria usado para marcar tu post, por la importancia diferencial que tuvo para mí. No la habiendo, no puedo coleccionar de forma personalizada mis posts favoritos, ni siquier recordar los que me impresionáran. Es un límite para la memoria que podríamos tener via la herramienta.
Augusto, a E=R é evidentemente 2.0, mas limitada pela ferramenta. Realmente não entendo por que o Ning não tem favorites e tags. É uma deficiência séria para a E=R, onde temos uma qtde tao grande de conteúdos que dificilmente voltamos a encontrar o que já nos pareceu importante anteriormente.
Aliás, suponho que deva existir algum plugin para indexação via Delicious.
Gosto muito do ning, mas essas coisas me deixam bem frustrado.
No, Lia. Tampoco Augusto lo entendió.
Quiso decir que si hubiera la herramienta de "favoritos", yo la tendria usado para marcar tu post, por la importancia diferencial que tuvo para mí. No la habiendo, no puedo coleccionar de forma personalizada mis posts favoritos, ni siquier recordar los que me impresionáran. Es un límite para la memoria que podríamos tener via la herramienta.
Augusto, a E=R é evidentemente 2.0, mas limitada pela ferramenta. Realmente não entendo por que o Ning não tem favorites e tags. É uma deficiência séria para a E=R, onde temos uma qtde tao grande de conteúdos que dificilmente voltamos a encontrar o que já nos pareceu importante anteriormente.
Aliás, suponho que deva existir algum plugin para indexação via Delicious.
Gosto muito do ning, mas essas coisas me deixam bem frustrado.
Há um outro livro sobre o tema, alias prefaciado pelo Don Tapscott, autor já referido aqui do 'Wikinomics':
O original tem um site: http://www.wearesmarter.org/
Existe tradução portuguesa em Portugal (ver ficha nesta livraria)
Penso que o mérito do livro (cerca de 170 pág.) é conter muitos exemplos e casos reais que ajudam a motivar para a abordagem do 'crowdsourcing', e a sensibilização dos decisores nas organizações pode ser um factor crítico importante. Pena que não tenha muitas casos de insucesso de forma a compreender as dificuldades.
Quanto à polémica que aqui se abriu, sublinho que a Patricia pediu para discutir "principalmente no contexto organizacional".
Saudações,
PF
Há um outro livro sobre o tema, alias prefaciado pelo Don Tapscott, autor já referido aqui do 'Wikinomics':
O original tem um site: http://www.wearesmarter.org/
Existe tradução portuguesa em Portugal (ver ficha nesta livraria)
Penso que o mérito do livro (cerca de 170 pág.) é conter muitos exemplos e casos reais que ajudam a motivar para a abordagem do 'crowdsourcing', e a sensibilização dos decisores nas organizações pode ser um factor crítico importante. Pena que não tenha muitas casos de insucesso de forma a compreender as dificuldades.
Quanto à polémica que aqui se abriu, sublinho que a Patricia pediu para discutir "principalmente no contexto organizacional".
Saudações,
PF
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