Escola de Redes

A escola é a rede

Patricia Yoshioka

Como tirar o melhor da inteligência coletiva? O poder das multidões.

Gostaria de discutir com vocês alguns cases, idéias, possibilidades, de trabalhar crowdsourcing, principalmente no contexto organizacional.
Como você acha que a inteligência coletiva pode mudar o mindset dos modelos de negócio atuais?

O que você acha do papel do "ditator benevolente", será que a rede sempre precisa de um orientador?

Quais são as principais barreiras hoje? e como podemos superá-las?

Retirei um pedacinho do livro O poder das multidões.

10 regras do Crowdsourcing

1. Escolha o modelo certo
2. Escolha a multidão certa
3. Ofereça os incentivos certos
4. Deixe as cartas de demissão na gaveta
5. A burrice das multidões ou o princípio do ditador benevolente
A maioria dos esforços bem-sucedidos de crowdsourcing consiste em produtos de uma colaboração robusta entre multidão e as pessoas que orientam, chamadas “ditadores benevolentes” em projetos de software de código aberto.
6. Mantenha a simplicidade e divida as tarefas
7. Lembre-se da Lei de Sturgeon (diz que 90% de tudo é lixo)
8. Lembre-se dos 10%, o antídoto contra a Lei de Sturgeon
Se há alguma mágica no crowdsourcing, ela está na capacidade que a multidão tem de corrigir sua tendência de inundar as redes com uma profusão de material de baixa qualidade. Em outras palavras, se vc receber uma tonelada de coisas, não perca tempo tentando fazer triagem sozinho. Tome uma atitude prática e democrática, permitindo que a multidão garimpe a fim de encontrar os diamantes melhores e mais brilhantes.
9. A comunidade sempre está certa
10. Não pergunte o que a multidão pode fazer por você, mas sim o que vc pode fazer pela multidão.

Tags: coletiva, crowdsourcing, inteligência, organizações

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Respostas a este tópico

Algo más
No siento que haya arrogancia, es algo duro para con vosotros. Hay mucha generosidad más que arrogancia en esta escola. Si no me fui corriendo de aquí es porque también gran parte de lo que se comparte es muy accesible y valioso.
Quizás, ser inclusivo y también democráticos implica hacer lugar para todos, y que quienes son más expertos en un tema pudean compartir en sus propios términos con comodidad, y para los que tenemos una duda darnos el espacio para preguntar o buscar en otros espacios de la web.
Espero que mi comentario llegue a servir, más que nada, como soporte "emocional" destinado a quienes se sienten intimidados y así se animen a nadar en las aguas de esta red y también de la incertidumbre, jaja.
Yo escribo en castellano y me alegro de que otros hagan el esfuerzo por comprenderme en mi propio idioma. Cada uno hace su parte ¿no es así?
Cariños

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Querida Lia
Usando nuestro dialecto de internautas, como hace falta habermos aqui favorites y tags...
Entendeste el subtexto? :-)

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Hehe, Sérgio. Por que será que a E=R não é 2.0?

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¡Qué vergüenza, Sergio!! No entiendo el subtexto. Aunque parece que Augusto si te entendió, jaja.
Cariños,
Lía

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No, Lia. Tampoco Augusto lo entendió.
Quiso decir que si hubiera la herramienta de "favoritos", yo la tendria usado para marcar tu post, por la importancia diferencial que tuvo para mí. No la habiendo, no puedo coleccionar de forma personalizada mis posts favoritos, ni siquier recordar los que me impresionáran. Es un límite para la memoria que podríamos tener via la herramienta.

Augusto, a E=R é evidentemente 2.0, mas limitada pela ferramenta. Realmente não entendo por que o Ning não tem favorites e tags. É uma deficiência séria para a E=R, onde temos uma qtde tao grande de conteúdos que dificilmente voltamos a encontrar o que já nos pareceu importante anteriormente.
Aliás, suponho que deva existir algum plugin para indexação via Delicious.
Gosto muito do ning, mas essas coisas me deixam bem frustrado.

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Isso eu entendi Sergio. Mas dizia que a E=R não é 2.0 (não a plataforma Ning que utilizamos, que é meio 2.0 com várias limitações que você aponta e muitas outras). No entanto, dizer que a E=R não é 2.0 (a rede, não a plataforma) não é uma limitação e sim uma vantagem. Neste particular coincido com a crítica que David de Ugarte faz à Web 2.0 e que está no seu livro que publiquei no Brasil: O poder das redes. Abraços.

Sergio Storch disse:
No, Lia. Tampoco Augusto lo entendió.
Quiso decir que si hubiera la herramienta de "favoritos", yo la tendria usado para marcar tu post, por la importancia diferencial que tuvo para mí. No la habiendo, no puedo coleccionar de forma personalizada mis posts favoritos, ni siquier recordar los que me impresionáran. Es un límite para la memoria que podríamos tener via la herramienta.

Augusto, a E=R é evidentemente 2.0, mas limitada pela ferramenta. Realmente não entendo por que o Ning não tem favorites e tags. É uma deficiência séria para a E=R, onde temos uma qtde tao grande de conteúdos que dificilmente voltamos a encontrar o que já nos pareceu importante anteriormente.
Aliás, suponho que deva existir algum plugin para indexação via Delicious.
Gosto muito do ning, mas essas coisas me deixam bem frustrado.

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Gracias por la aclaración y en perfecto español !! Lo que yo hago cuando quiero guardar una información de E=R es copiar y pegar en word y lo archivo así, un tanto arcaico quizás pero igualmente útil todavía. Pero mejor no tener favoritos, para evitar jerarquías, jaja (no terminaremos nunca todavía con este tema....)
Cariños

Sergio Storch disse:
No, Lia. Tampoco Augusto lo entendió.
Quiso decir que si hubiera la herramienta de "favoritos", yo la tendria usado para marcar tu post, por la importancia diferencial que tuvo para mí. No la habiendo, no puedo coleccionar de forma personalizada mis posts favoritos, ni siquier recordar los que me impresionáran. Es un límite para la memoria que podríamos tener via la herramienta.

Augusto, a E=R é evidentemente 2.0, mas limitada pela ferramenta. Realmente não entendo por que o Ning não tem favorites e tags. É uma deficiência séria para a E=R, onde temos uma qtde tao grande de conteúdos que dificilmente voltamos a encontrar o que já nos pareceu importante anteriormente.
Aliás, suponho que deva existir algum plugin para indexação via Delicious.
Gosto muito do ning, mas essas coisas me deixam bem frustrado.

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Há um outro livro sobre o tema, alias prefaciado pelo Don Tapscott, autor já referido aqui do 'Wikinomics':
O original tem um site: http://www.wearesmarter.org/
Existe tradução portuguesa em Portugal (ver ficha nesta livraria)
Penso que o mérito do livro (cerca de 170 pág.) é conter muitos exemplos e casos reais que ajudam a motivar para a abordagem do 'crowdsourcing', e a sensibilização dos decisores nas organizações pode ser um factor crítico importante. Pena que não tenha muitas casos de insucesso de forma a compreender as dificuldades.
Quanto à polémica que aqui se abriu, sublinho que a Patricia pediu para discutir "principalmente no contexto organizacional".
Saudações,
PF

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Foi também publicado no Brasil, caro Pedro. Mas não achei muito interessante. Abraços.

Pedro Ferrão disse:
Há um outro livro sobre o tema, alias prefaciado pelo Don Tapscott, autor já referido aqui do 'Wikinomics':
O original tem um site: http://www.wearesmarter.org/
Existe tradução portuguesa em Portugal (ver ficha nesta livraria)
Penso que o mérito do livro (cerca de 170 pág.) é conter muitos exemplos e casos reais que ajudam a motivar para a abordagem do 'crowdsourcing', e a sensibilização dos decisores nas organizações pode ser um factor crítico importante. Pena que não tenha muitas casos de insucesso de forma a compreender as dificuldades.
Quanto à polémica que aqui se abriu, sublinho que a Patricia pediu para discutir "principalmente no contexto organizacional".
Saudações,
PF

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Olá, Paulo

Valeu por resgatar a pergunta inicial!
Não li o livro q vc sugeriu, poderia citar alguns cases do livro? talvez seja o gancho para estudar o crowdsourcing no contexto proposto inicialmente.

E aqui no Brasil? alguém tem notícias de algum case bacana de crowdsorcing?

Abs
Paty

Pedro Ferrão disse:
Há um outro livro sobre o tema, alias prefaciado pelo Don Tapscott, autor já referido aqui do 'Wikinomics':
O original tem um site: http://www.wearesmarter.org/
Existe tradução portuguesa em Portugal (ver ficha nesta livraria)
Penso que o mérito do livro (cerca de 170 pág.) é conter muitos exemplos e casos reais que ajudam a motivar para a abordagem do 'crowdsourcing', e a sensibilização dos decisores nas organizações pode ser um factor crítico importante. Pena que não tenha muitas casos de insucesso de forma a compreender as dificuldades.
Quanto à polémica que aqui se abriu, sublinho que a Patricia pediu para discutir "principalmente no contexto organizacional".
Saudações,
PF

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