Escola de Redes

A escola é a rede

Augusto de Franco

VISÕES SOBRE O SIMPÓSIO DA ESCOLA-DE-REDES

Quem participou do Simpósio da Escola-de-Redes (Campos do Jordão, 26-28 de junho de 2009) pode deixar aqui suas visões, impressões, anotações. Se tiver fotos pode pendurar aqui também.

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Respostas a este tópico

Quem viveu, viu (e sentiu) o que foi (e ainda será) o simpósio da escola de redes em Campos do Jordão. Foi um encontro de mentes e corações na busca dos significados do que chamamos de redes, mas que no fundo e na essência é a conexão entre as pessoas.
A diversidade presente foi muito rica e pôde ser apreciada logo no começo quando cada um elegeu uma palavra para significar o encontro: horizontalidade – conexão – troca – humanidade – liquidificador – ação – esperança – conhecimento. (anotei as palavras que lembrei nesse momento e se alguém quiser completar.....)
Conversar sobre redes, parece ser daquele tipo de aprendizado que se pode dizer com segurança que “quanto mais aprendo, mais aprendo que preciso aprender”.
E foi possível acontecer o encontro, porque todos atuaram em rede e quando se está em rede o resultado não pode ser controlado.
Na minha opinião, mais importante do que foi construído foi a desconstrução possível.
Só tenho a agradecer a todos por suas doações.

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Maria Fernanda e vários outros estimularam os agradecimentos (o que é muito importante). Também acrescento os meus:

1 - A todos os que apostaram no simpósio (e alguns não puderam comparecer, mas suas mentes estavam lá).

2 - Aos "papagaios" (lalgarra, mafeteca, richieri, munduruca e albblum) que nos ajudaram colaborativamente a estabelecer belos espaços maturanianos de conversação.

3 - Ao Luis Guggenberger que operou a transmissão ao vivo usando um Nokia N95 8GB e o Qik e o Vivo Zap, juntamente com o Ronaldo Richieri. Luis teve que sair para dar aula em São Paulo e voltou em seguida.

4 - A Claudia, que estabeleceu um espaço fraterno e carinhoso de recepção a todos que chegaram.

5 - Aos meus velhos e novos amigos: sim, confirmei, mais uma vez, que fazer redes é fazer amigos.

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Uma grande experiencia de trocas, de diversidade, de afeto e de muitos sorrisos.
O grupo, apesar de uma formação expontanea, de uma sintonia de realização, bem bacana.
Muitos sonhos expostos, e um outro tanto de realizações sairá dali.

Agradeço a cada participante pela troca que me permitiu, interna ou externa.

Um grande abraço,
Haroldo

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Sou imensamente grato aos organizadores do simpósio, e a todos que estiveram por lá, contribuindo com suas experiências e conhecimentos.

Minha impressão é que um novo mundo está se abrindo, e muitas oportunidades de aprendizagem e realização profissional estão se revelando na área de redes e colaboração.

Além disso, os bate-papos informais nos jantares pós-simpósio e nos cafés-da-manhã no albergue foram uma delícia!

Espero manter e fortalecer minha conexão com algumas pessoas que conheci no simpósio, e que continuo conhecendo pelo Ning.

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Confere!

Augusto e demais, compartilhei as poucas coisas que surgiram em nosso grupo sobre ARS aqui:

Conversa sobre ARS no Simpósio da Escola de Redes. Pra que serve e ...

Abraços

Augusto de Franco disse:
Acho que o grupo do Ronaldo foi "Para que serve a Análise de Redes Sociais". Ei, Ronaldo: é isso mesmo?

João de Paula Monteiro Ferreira disse:
Augusto:
As agendas que anotei foram as seguintes:

Redes de profissionais (Sérgio)
Para que servem e a quem servem as Redes Sociais (Ronaldo)
Empregabilidade, Amadorismo, e Rede (Fabiano)
Manual para o uso do NING Luis G)
Organizar Simpósio da Escola de Rede do Nodo SP (Carlos)
Audiolivro Pirata ( Luiz)
Conexão é diferente de interação ( Viviane)
Como acolher a manifestação de liderança em uma rede sem rejeitá-la como manifestação de hierarquia. (Yuri)
Funcionamento de Rede Fechada, mas horizontal (Gilmara)

Abração do
João

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Aproveitando o embalo, coloquei os títulos dos vídeos que transmitimos ao vivo graças ao Luis Guggenberger :-)

http://www.qik.com/escoladeredes

Abraços!

Luis Fernando Guggenberger disse:
Bem, mais do que descrever impressões o que foi muito marcante nesta experiência foi o viver ela, conversas de altíssimo nível, a cabeça da gente chega a entrar em parafuso de vez em quando....hehehehe...mas enfim, acredito que o Simpósio contribuiu para que a relação, o contato entre membros da Escola-de-Redes não se dê somente pelo campo virtual, mas presencial.
Agradeço a todos pelo espaço de aprendizagem, pois como eu disse no último dia ao meu grupo o que me nutre para o trabalho no dia-a-dia é ouvir as histórias de cada um e aprender com elas, e no evento ouvi muitas histórias.
Vale registrar aqui também que quem não pôde estar presencialmente no encontro, pode sentir um gostinho do que aconteceu por lá acessando o canal do Qik onde transmitimos o evento - http://www.qik.com/escoladeredes
Abraços

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Esta sua viagem pelos participantes faz recordar (re cuore = repassar pelo coração) aqueles momentos tão harmonicos e aconchegantes.

Beijão

Maria Fernanda T. da Costa disse:
Grata por poder (des) construir esse viver espontâneo, amoroso e sobretudo humano com vocês.

O carinho da Cláudia
A sabedoria e desapego do Augusto
O acolhimento da Simone
A energia do Carlos
O choque do Sérgio
A doçura da Luciele
A força do João
As provocações dos Eletrocooperativos
A humanidade dos amigos de Taubaté
Os saberes da Vivianne
A abertura da Gilmara
O brilho no olho do Iuri
A experiência do Marinho
A animação do Haroldo
A ponderação do Claudio
A suavidade do Fabiano
A alegria do Augusto
A discrição da Helena
As piadas do Volney
A rapidez da Carla
O doce silêncio do Gugga
A apreciação da minha amiga apreciativa
de quem eu nunca soube o nome
A irreverência dos Papagaios
E a intenção de todos que lá estiveram
que aqui se sintam nomeados

Tudo isso foi sendo tecido
Numa rede de saberes e fazeres
De conhecimento e entendimento
Num mosaico de afetos discretos
Numa história presente e pulsante

Um tecido cheio de cores
Cheio de falas, rico de quereres
De desejos e sonhos
De um futuro que quando vimos ... já estava lá!

Guardo tudo isso em mim, amigos!
Grande beijo,
Fernanda

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Só queria dar o crédito que algumas das fotos que eu postei são do Augusto Gutierrez.

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No final do simpósio, domingo pela manhã, fomos instados a sonhar com a E=R que existirá daqui a alguns anos. Meu sonho em particular foi ter uma E=R cuja população fosse composta por uma maioria de jovens, adolescentes mesmo com idades entre 14 e 19 anos, que trouxessem para a rede sua plasticidade, sua capacidade de acoplamento com o mundo em mutação...
Essa idéia surgiu para mim a partir da conversa que tivemos sobre nativos digitais e da apresentação do Volney. Ao refletir sobre isso percebi que, estava falando de um conceito demográfico, baseado na estatística. Essa percepção me incomodou porque não me deixava ver um ambiente em mudança no qual estão todos mergulhados e interagindo (os ditos nativos e os ditos imigrantes) isso só me mostrava um fenômeno, um snapshot estatístico.
Dessa forma me pus a pensar sobre como seria a E=R que incluisse massivamente os tais dos nativos e pude vislumbrar um lugar onde o meio em mutação surgisse a partir de cada um segundo seu acoplamento, constituindo novas formas de conexão e agrupamento para além das possibilidades que podemos ver de onde estamos hoje, de uma maneira trans-etária.
Daí surgiu a pergunta: quais os movimentos estamos hoje fazendo na E=R que incluam os mais jovens de forma a permitir um futuro com essa configuração?

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Minhas anotações sobre o que sonhamos para [E=R] em 2012

Antes de colaborar para a memória do Simpósio, quero agradecer a todos os participantes pela vivência de uma maravilhosa experiência de pertencimento e identificação que construímos juntos neste Simpósio em Campos do Jordão.

Um comentário que julgo importante: estou lendo com todo o cuidado os livros sobre a Escola de Redes, do Augusto, e dedicando tempo para a necessária reflexão. Quanto mais leio, mais acredito que estes textos merecem um estudo comparativo e sistemático. Quem topa participar?

28/06/2009 - Nossas visões do futuro da Escola de Redes:

Interação virtual se torna uma experiência quase tão rica quanto a interação presencial.

Facilidade de acesso de cada agregação de pessoas a outras: muitos "bridges" ou "hubs" = pessoas que são pontes entre várias Redes Sociais.

Maior parte das manifestações humanas são produzidas de forma compartilhada: não tem dono.

Abundância de Polinizadores: pessoas que mergulham na Riqueza Interior, própria e dos outros (por empatia, experiência compartilhada, leitura), espalhando o encontrado em todas as Redes Sociais que participar.

Uma multi-indexação de talentos e interesses das pessoas facilitando o encontro das afinidades.

Uma multi-indexação de manifestações humanas (artes, idéias, percepções, sentimentos) facilitando a re-manifestação, através de outros seres humanos, em diferentes épocas e lugares. "Um leitor dá nova vida à obra de um escritor".

Vários "campus" da Escola de Redes, como locais de encontro e conversas, não de discursos.

Há um sentimento de pertencimento à Terra / Universo. Nossas habitações são vivas como árvores, no sentido de que não há mais descarte (lixo).

Internet (conexão de computadores) tornou-se "Intermentes" (conexão de pessoas).

Tudo ocorre em profunda integração com cada comunidade local. Não há pastores de rebanhos e sim colegas de caminhada.

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Iuri Pereira Storch disse:
Sou imensamente grato aos organizadores do simpósio, e a todos que estiveram por lá, contribuindo com suas experiências e conhecimentos.

Minha impressão é que um novo mundo está se abrindo, e muitas oportunidades de aprendizagem e realização profissional estão se revelando na área de redes e colaboração.

Além disso, os bate-papos informais nos jantares pós-simpósio e nos cafés-da-manhã no albergue foram uma delícia!

Espero manter e fortalecer minha conexão com algumas pessoas que conheci no simpósio, e que continuo conhecendo pelo Ning.

Iuri, boa noite.

Que tal compormos uma memória sobre o excelente tema proposto por você e sobre o qual tive a felicidade de participar da conversa?

Como acolher a manifestação de liderança em uma rede sem rejeitá-la como manifestação de hierarquia.

Poderíamos abrir uma conversa virtual para enriquecer o assunto.

Seguem alguns "ganchos de memória" que guardei e definições:

Liderança como iniciativa para propor e atrair pessoas para atividades. "Pegando carona" em post do Augusto: liderança é necessária em Redes Sociais, mas deve ser legítima, ou seja, consentida pelos pares, e não deve se perpetuar artificialmente. Lembro da reflexão proposta pelos amigos de Taubaté: "se o líder abusa de seu carisma, conhecimento ou outro fator de ascendência sobre os pares, corre o risco de tornar-se um Sacerdote".

Liderança
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados para que contribuam, voluntariamente, da melhor forma com os objetivos do grupo ou da organização. Hoje em dia, considera-se um bom líder, não aquele que sabe chefiar, propôr e punir, mas sim, aquele que, para além disso, consegue obter a motivação total dos seus trabalhadores.

+ em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Liderança


Dicionário: substantivo

http://translate.google.com.br/translate_t?hl=pt-BR#en|pt|leader

líder
condutor
cabeça
guia
mentor
regente
chefe
comandante
orientador
capitão

líder
http://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm?verbete=l%EDder&stype=k

líder
Datação
c1900

Acepções
■ substantivo de dois gêneros
1 indivíduo que tem autoridade para comandar ou coordenar outros
Ex.: dir-se-ia quase que o maestro não é o verdadeiro l. dessa banda
1.1 pessoa cujas ações e palavras exercem influência sobre o pensamento e comportamento de outras
Ex.: via-se que ela era a l. natural da turma
2 Derivação: por extensão de sentido.
país, Estado, grupo que exerce sobre os congêneres predomínio, domínio ou tutela nos campos político, social, econômico e cultural
3 Derivação: por extensão de sentido.
porta-voz, chefe de um partido ou movimento político
Ex.: o l. dos trabalhadores
3.1 parlamentar que representa a bancada de um partido político ou do governo num plenário
4 Derivação: por extensão de sentido.
pessoa que se encontra à frente de um movimento de caráter religioso, filosófico, artístico, científico etc.
5 Derivação: por extensão de sentido.
indivíduo ou a equipe que vem ocupando o primeiro lugar numa competição ou campeonato
v substantivo masculino
Rubrica: cinema.
6 segmento inicial e final do rolo de filme, que não recebe registro de imagem para facilitar o seu manuseio pelo operador na câmara, no projetor, no ampliador etc.


Etimologia
ing. leader (sXIV) 'algo ou alguém que guia, conduz'

Sinônimos
como s.2g.: liderança; ver tb. sinonímia de chefe

Parônimos
líderes(pl.)/ lideres(fl.liderar)

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