Escola de Redes

A escola é a rede

Pessoal, gostaria de propor uma discussão sobre modelos de gestão de redes. Tenho estudado o tema e defendido o modelo de profissionalização das redes através da utilização de ferramentas de gestão de redes empresariais em redes sociais. Em São Paulo tive a oportunidade de aplicar o modelo em um grupo de Organizações Não Governamentais com sucesso.
Alguém tem ou teve alguma experiência parecida?

Um abrço
Fabio

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Respostas a este tópico

Caro Fábio;

Aqui no RS, temos o Programa Redes de Cooperação, que depois de 10 anos de atividades, permitiu a formação de 300 redes, envolvendo quase 4000 empresas de todos os setores e portes, cujo faturamento conjunto em 2007 foi de R$ 4 bilhões.
A 1ª grande dificuldade na construção de uma rede, é o processo de convencimemto da necessidade, por parte do empresário, de abrir mão de uma parte de seu poder de mando. A 1ª grande atividade do programa é a constituição de centrais compra, cujo resultado economico é bastante relevante e que atua como facilitador no processo de novas atuações.
Muitas forma as dificuldades de implantação e montagem do Programa, mas pode-se dizer que o programa é um sucesso, tanto que no momento essas redes se reunem em uma rede de redes, chamada de ViaRedes, cuja finalidade é a construção de canais de comunicação e de financiamento (cartão de crédito, financeira, crédito solidário, etc) para as redes e seus clientes.

se quiseres mais informações, estou a disposição.

abs.

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Oi Edgar... estou trabalhando em um projeto semelhante aqui em Belo Horizonte e gostaria de trocar umas idéias com você... me adiciona no skype guibarros2007
abraço

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Olá Edgar, tudo bem?
Conheço o projeto aí no Rio Grande, já estive aí algumas vezes visitandos casos de sucesso.
Meu contato aí é o Carlos da SEDAI e a Letícia de Sta Cruz do Sul.
Os numeros do Programa Redes de Cooperação realmente são impressionantes e nós, aqui em São Paulo caminhamos para isso. Nossa atividade aqui através do Programa Central de Negócios, do SEBRAE-SP tem 4 anos e atualmente temos 26 redes em andamento.

Vamos trocando informações, e descobrindo mais do que temos em comum e podemos cooperar.
Você faz parte da equipe do Redes de Cooperação?

Edgar Reyes Junior disse:
Caro Fábio;

Aqui no RS, temos o Programa Redes de Cooperação, que depois de 10 anos de atividades, permitiu a formação de 300 redes, envolvendo quase 4000 empresas de todos os setores e portes, cujo faturamento conjunto em 2007 foi de R$ 4 bilhões.
A 1ª grande dificuldade na construção de uma rede, é o processo de convencimemto da necessidade, por parte do empresário, de abrir mão de uma parte de seu poder de mando. A 1ª grande atividade do programa é a constituição de centrais compra, cujo resultado economico é bastante relevante e que atua como facilitador no processo de novas atuações.
Muitas forma as dificuldades de implantação e montagem do Programa, mas pode-se dizer que o programa é um sucesso, tanto que no momento essas redes se reunem em uma rede de redes, chamada de ViaRedes, cuja finalidade é a construção de canais de comunicação e de financiamento (cartão de crédito, financeira, crédito solidário, etc) para as redes e seus clientes.

se quiseres mais informações, estou a disposição.

abs.

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Fábio;

Não faço parte diretamente do Programa, mas já conduzi uma série de pesquisas junto a diversas redes de forma que estou a tua disposição para a apoiar-te no que puder para a compreensão do Programa.

Abs.

Fabio Ignácio disse:
Olá Edgar, tudo bem?
Conheço o projeto aí no Rio Grande, já estive aí algumas vezes visitandos casos de sucesso.
Meu contato aí é o Carlos da SEDAI e a Letícia de Sta Cruz do Sul.
Os numeros do Programa Redes de Cooperação realmente são impressionantes e nós, aqui em São Paulo caminhamos para isso. Nossa atividade aqui através do Programa Central de Negócios, do SEBRAE-SP tem 4 anos e atualmente temos 26 redes em andamento.

Vamos trocando informações, e descobrindo mais do que temos em comum e podemos cooperar.
Você faz parte da equipe do Redes de Cooperação?

Edgar Reyes Junior disse:
Caro Fábio;

Aqui no RS, temos o Programa Redes de Cooperação, que depois de 10 anos de atividades, permitiu a formação de 300 redes, envolvendo quase 4000 empresas de todos os setores e portes, cujo faturamento conjunto em 2007 foi de R$ 4 bilhões.
A 1ª grande dificuldade na construção de uma rede, é o processo de convencimemto da necessidade, por parte do empresário, de abrir mão de uma parte de seu poder de mando. A 1ª grande atividade do programa é a constituição de centrais compra, cujo resultado economico é bastante relevante e que atua como facilitador no processo de novas atuações.
Muitas forma as dificuldades de implantação e montagem do Programa, mas pode-se dizer que o programa é um sucesso, tanto que no momento essas redes se reunem em uma rede de redes, chamada de ViaRedes, cuja finalidade é a construção de canais de comunicação e de financiamento (cartão de crédito, financeira, crédito solidário, etc) para as redes e seus clientes.

se quiseres mais informações, estou a disposição.

abs.

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Fabio esse é um excelente tema, bem proximo do que tenho me dedicado a estudar. Estou estudando esse assunto aqui na Europa. Estou em um periodo sabatico e meu objetivo é estudar e ver na pratica como gerir uma empresa de forma Sistemica, aqui se fala muito de 'system management'. Alguem tem alguma contribuiçao pratica para discutirmos? Que tal simular uma situacao real e cada um contribui com uma opiniao/experiëncia/aprendizado? Abraco, Joao.

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A sociedade torna-se fragmentada e impactada pela intensidade das diversidades como são absorvidas e comercializadas as vias da informação, sob forma de tecnologias configurativas, perfis justificáveis ao interesse de marcas associativas e inadequação das manifestações apropriativas dos instrumentos de esclarecimento e comunicabilidade dos indivíduos; cujo individualismo, fomenta a integridade de suas limitações particulares (como ser humano pensante).
Somos resultantes de gerações que permitem-se construirem e moldarem práticas e processos de desenvolvimento interativo, pois, a inquietação e, consequente, atratividade, torna-se nutrida em sua essência, pela curiosidade e capacidade de interpretação dos desafios que acercam a conscientização, segundo sua necessidade tolerável às responsabilizações, diretas e compromissadas, com o compartilhamento (tendo a sua significância a complementareidade) de um conhecimento formado e relacionado; não decorativo, permissivo ou muito menos facilitado. Para tudo que produzimos, há um propósito considerado e instituido em sua razão. Concordo plenamente com a informação citada "O auto-didatismo e a livre aprendizagem humana em uma sociedade inteligente & o alter-didatismo e as comunidades de aprendizagem na emergente sociedade em rede"- texto enviado pelo Augusto de Franco.
Uma sociedade, considerada a sua formação organizacional diversificada (admitida pelas inclusões e exclusões sociais, setorizadas e nucleadas), institui-se como unidade aprimorada e comprometida com a definição dos objetivos almejados, quando capacitamo-nos (como indivíduos) a dissernir sobre a relevância do conhecimento estendido ao semelhante, devido ao seu valor estimado para com a nossa existência humanitária.

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Olá, Fábio!
Sou servidor público e trabalho na área social. Venho me debruçando nos estudos de tecnologias de gestão efetuadas em empresas (e algumas em redes enpresariais) e tentando implementar essas tecnologias (como, por exemplo, Planejamento Estratégico - ajustado ao social!) nas redes sociais articuladas e mediadas por nós, em integração a outras políticas públicas, sociedade civil organizada e comunidade. Mas, diferente de você, não tenho tido muito sucesso, uma vez que tenho encontrado resistência por parte de integrantes da rede, especialmente em minha equipe, que, numa postura reacionária, insistem em continuar com práticas de "gestão" tradicionais, obsoletas e não-sistemáticas, baseadas muitas vezes no improviso e no controle apenas do plano operacional (sem nenhum critério e objetividade, a não ser, por meio da intuição e impressões pessoais!), focando mais nas tarefas e menos em resultados.
Gostaria de saber sobre sua prática. Você tem alguma sugestão?

Carlos

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