Desculpe-nos, mas este tópico acaba de ser fechado para novas respostas.

Tags:
Augusto (em nome de Reinaldo, meu e demais parceiros e colaboradores da Eletrocooperativa):
Segue início do texto, que anexei a esta msg (com texto completo, com 14-5 páginas e 3 notas de rodapé).
Como não tenho toda essa habilidade para linkar ou formatar os textos no NING, repasso-os para que quem possua expertises maiores possa verificar a melhor forma de postá-lo nesta rede...
Grandes abraços e comentem, alterem ou sugiram o que quiserem!
Celso Sekiguchi/ Reinaldo Pamponet
Alter (ou Auto)-didatismo e a Se(r)virologia
Parte do Capítulo 2 | O educador-polinizador será um educando
O alterdidatismo e as comunidades de aprendizagem
na emergente sociedade em rede
Contribuição coletiva, a partir das
experiências da Eletrocooperativa, com a
colaboração de sua equipe e parceiros.
Vemo-nos a todo momento no desafio de escrever sobre o que fazemos e só então damo-nos conta sobre como é difícil falar sobre nós mesmos. Como o desafio está posto, sevirólogo que é sevirólogo tem apenas uma alternativa: se virar.
Situando-nos num contexto entre “buscadores e polinizadores”, a primeira questão que pode nos ocorrer é a de se o “Sevirólogo” seria um buscador ou um polinizador. Ou estaria entre um e o outro (às vezes mais de um, outras mais de outro e assim por diante), ou mesmo seria ambos?
Brincando com os títulos e subtítulos dos primeiros capítulos do livro: “O educando-buscador será um educador: o autodidatismo e a livre aprendizagem humana em uma sociedade inteligente” e “O educador-polinizador será um educando:
o alterdidatismo e as comunidades de aprendizagem na emergente sociedade em rede” já nos inspiram e provocam a enxergarmos o se(r)virólogo como “seres múltiplos” ou, mais do que ambíguos, polivalentes, atuando de ambos os lados da equação. Ou, que ambos (educando-buscador e educador-polinizador) precisarão de uma boa dose de “sevirologismo” e “sevirismo”...
Para além desses questionamentos e in-quietações - a ambiguidade é um fator ou característica fundante e fundamental para a sevirologia, que parte da iniciativa de cada indivíduo passando para a ação e uma consciência coletiva -, temos e procuramos manter uma certa dicotomia ou relação dialética e dialógica entre auto-didatismo e alterdidatismo, que pela nossa experiência prática (na Eletrocooperativa e em seus processos de auto- e alter-aprendizagens e auto-avaliações permanentes) são elementos sinérgicos em todos os processos de educação e formação democrática e para a cidadania.
Ao longo do texto, talvez isso possa se tornar mais claro ou menos intangível e inteligível (permitindo mais sevirismo e sevirologia aos prezados e-leitoras e leitores). De qualquer modo, também nesses casos o papel do sevirólgo deverá ser o de “se virar-mo-nos”.
Estupendo, Celso. Será que você, o Reinaldo e os demais co-autores/colaboradores da Eletrocooperativa não poderiam fazer uma exposição sobre isso (estilo TED = 20 minutos) no Simpósio da Escola-de-Redes?
Celso Sekiguchi disse:Augusto (em nome de Reinaldo, meu e demais parceiros e colaboradores da Eletrocooperativa):
Segue início do texto, que anexei a esta msg (com texto completo, com 14-5 páginas e 3 notas de rodapé).
Como não tenho toda essa habilidade para linkar ou formatar os textos no NING, repasso-os para que quem possua expertises maiores possa verificar a melhor forma de postá-lo nesta rede...
Grandes abraços e comentem, alterem ou sugiram o que quiserem!
Celso Sekiguchi/ Reinaldo Pamponet
Alter (ou Auto)-didatismo e a Se(r)virologia
Parte do Capítulo 2 | O educador-polinizador será um educando
O alterdidatismo e as comunidades de aprendizagem
na emergente sociedade em rede
Contribuição coletiva, a partir das
experiências da Eletrocooperativa, com a
colaboração de sua equipe e parceiros.
Vemo-nos a todo momento no desafio de escrever sobre o que fazemos e só então damo-nos conta sobre como é difícil falar sobre nós mesmos. Como o desafio está posto, sevirólogo que é sevirólogo tem apenas uma alternativa: se virar.
Situando-nos num contexto entre “buscadores e polinizadores”, a primeira questão que pode nos ocorrer é a de se o “Sevirólogo” seria um buscador ou um polinizador. Ou estaria entre um e o outro (às vezes mais de um, outras mais de outro e assim por diante), ou mesmo seria ambos?
Brincando com os títulos e subtítulos dos primeiros capítulos do livro: “O educando-buscador será um educador: o autodidatismo e a livre aprendizagem humana em uma sociedade inteligente” e “O educador-polinizador será um educando:
o alterdidatismo e as comunidades de aprendizagem na emergente sociedade em rede” já nos inspiram e provocam a enxergarmos o se(r)virólogo como “seres múltiplos” ou, mais do que ambíguos, polivalentes, atuando de ambos os lados da equação. Ou, que ambos (educando-buscador e educador-polinizador) precisarão de uma boa dose de “sevirologismo” e “sevirismo”...
Para além desses questionamentos e in-quietações - a ambiguidade é um fator ou característica fundante e fundamental para a sevirologia, que parte da iniciativa de cada indivíduo passando para a ação e uma consciência coletiva -, temos e procuramos manter uma certa dicotomia ou relação dialética e dialógica entre auto-didatismo e alterdidatismo, que pela nossa experiência prática (na Eletrocooperativa e em seus processos de auto- e alter-aprendizagens e auto-avaliações permanentes) são elementos sinérgicos em todos os processos de educação e formação democrática e para a cidadania.
Ao longo do texto, talvez isso possa se tornar mais claro ou menos intangível e inteligível (permitindo mais sevirismo e sevirologia aos prezados e-leitoras e leitores). De qualquer modo, também nesses casos o papel do sevirólgo deverá ser o de “se virar-mo-nos”.
Bem-vindo a
Escola de Redes
© 2009 Criado por Augusto de Franco
Badges | Relatar um incidente | Privacidade | Termos de serviço