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CONVIDO-OS a pensar em vossos próximos vinte anos. A idéia é criar aqui um grupo que esteja interessado em formar uma comunidade ecológica, isto é uma rede social preocupada pela sustentabilidade em todo sentido.

Local: Planeta terra
Membros: 42
Última atividade: 2 Dez

Eu Tenho Um Sonho...

Gente, tenho quase 50 anos, minha filha mas jovem tem 11. Estou planejando para dentro de 10 anos ir-me a viver a um espaço totalmente natural, numa ecologia absoluta, embebido na mãe terra, essa é minha fantasia.
Vivi no campo e sê o dificultoso que é não possuir os elementos mais elementares para a subsistência. Seria de velhos loucos repetir os erros que cometemos quando jovens.
O que proponho esta vez é resolver o problema por via de duas vertentes, uma tecnológica, um “open source” de tecnologia ecológica, e a outra via é a comunitária, não posso empreender este caminho só com minha esposa, devemos resolver cada um dos problemas que se nos apresentem comunitariamente.
É por isso que precisamos de vocês, os que pensem parecido, e que nos ponhamos a planificar essas fantasias.

A idéia é criar aqui um grupo que esteja interessado em formar uma comunidade ecológica, isto é uma rede social preocupada pela sustentabilidade em todo sentido. Onde o lucro, a acumulação, o capital, estejam ausentes e onde as únicas hierarquias que se imponham sejam as da mãe natureza.
CONVIDO-OS a pensar em vossos próximos vinte anos.
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En español
Gente, tengo casi 50 años, mi hija mas joven tiene 11. Estoy planeando para dentro de 10 años irme a vivir a un espacio totalmente natural, en una ecología absoluta, embebido en la madre tierra, esa es mi fantasía.
He vivido en el campo y sé lo dificultoso que es no poseer los elementos más elementales para la subsistencia. Sería de viejos locos repetir los errores que cometimos cuando jóvenes.
Lo que propongo esta vez es resolver el problema por vía de dos vertientes, una tecnológica, un open source de tecnología ecológica, y la otra vía es la comunitaria, no puedo emprender este camino solo con mi esposa, debemos resolver cada uno de los problemas que se nos presenten comunitariamente.
Es por eso que necesitamos de vosotros, los que piensen parecido, y que nos pongamos a planificar esas fantasías.

La idea es crear aquí un grupo que esté interesado en formar una comunidad ecológica, esto es una red social preocupada por la sostenibilidad en todo sentido. Donde el lucro, la acumulación, el capital, estén ausentes y donde las únicas jerarquías que se impongan sean las de la madre naturaleza.
Los invito a pensar en vuestros próximos veinte años.

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Claudio Estevam Próspero

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Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 2 dezembro 2009 às 19:05
Efeitos do aquecimento global na agricultura brasileira serão dramáticos

O Ceará pode perder 80% da área fértil. Já Piauí e Pernambuco podem perder entre 60% e 70% da agricultura.

Veja a reportagem em:
http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,16020,00.html

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/ ciência e saúde / aquecimento global

O Portal de Notícias da Globo
25/11/09 - 07h38 - Atualizado em 25/11/09 - 07h38
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1391215-5603,00-MUDANCAS+CLIMATICAS+PODEM+CAUSAR+PERDAS+DE+R+TRILHOES+AO+PAIS.html

Mudanças climáticas podem causar perdas de R$ 3,6 trilhões ao país
Prejuízo equivale a perda de um ano de crescimento do PIB.


Estudo é inédito no Brasil e aponta o cenário para 2050.
Emilio Sant'Anna Do G1, em São Paulo

Os prejuízos causados ao Brasil pelas mudanças climáticas podem chegar a R$ 3,6 trilhões nos próximos quarenta anos. Isso seria o equivalente a jogar fora um ano inteiro de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), caso a tendência de aquecimento global não se reverta nesse período. As regiões mais vulneráveis seriam a Amazônia e o Nordeste, acentuando ainda mais as desigualdades regionais no país.

Queimada em Humaitá (AM), em agosto de 2009, às margens da rodovia Porto-Velho Manaus. (Foto: Iberê Thenório/Globo Amazônia)

saiba mais

Mais de 60 líderes confirmam presença em Copenhague

"Nossa credibilidade está em jogo em Copenhague", diz chanceler italiano

ONU e Dinamarca reduzem expectativas sobre cúpula de Copenhague

Projetos para reduzir emissão por desmatamento são incipientes, diz MMA



O alerta é do relatório Economia das Mudanças do Clima no Brasil (EMCB) realizado por uma equipe multidisciplinar composta por cientistas das principais instituições de pesquisa do país (USP, INPE, UFRJ, UFMG, IPEA, CNPq, BNDES, entre outras).

O documento é inédito e traça os possíveis cenários de impactos econômicos baseados no relatório do Painel Intergovernamental de Mudança do Clima (IPCC, na sigla em inglês). Às vesperas da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague, os resultados chamam a atenção.

O ponto de partida foram modelos computacionais que forneceram projeções sobre o comportamento futuro do clima no território nacional, como temperatura, precipitação e fluxo hidrológico. “O valor em si (R$3,6 trilhões) é chocante e mostra que o problema não é nada desprezível”, afirma o coordenador do estudo, Sérgio Margules, doutor em Economia do Meio Ambiente pela Universidade de Londres e economista ambiental do Banco Mundial.

·
Sabemos que as populações mais pobres são as mais afetadas dentro desse quadro"

Dos efeitos econômicos da savanização da floresta amazônica ao impacto da redução de oferta hídrica no sistema de geração de energia elétrica, o estudo aponta para um cenário em que as perdas causadas pelas alterações no clima irão puxar novos gastos do governo federal para tentar controlar a situação.

“Outro aspecto importante é a injustiça social que isso pode causar. O Sul e o Sudeste são menos atingidos enquanto o Norte, Nordeste e o Centro-Oeste são mais fortemente atingidos e sabemos que as populações mais pobres são as mais afetadas dentro desse quadro”, explica Margules.

Savanização
Na Amazônia, de acordo com o relatório do IPCC, o aquecimento pode chegar a 8°C em 2100. Estima-se que as mudanças climáticas resultariam em redução de 40% da cobertura florestal – a chamada savanização. Margules aponta uma das soluções que o relatório traz, investimentos no comércio de crédito de carbono.

“Seria relativamente barato reverter o desmatamento se de alguma forma fosse compensada com o pagamento pelo carbono”, diz. “Se a comunidade global estiver disposta a pagar US$ 3 a tonelada de carbono, os produtores prefeririam receber essa quantia a expandir a pecuária na região”, explica o economista.

No entanto, ele ressalta que o estudo não aponta formas de implementar a política de compra de crédito de carbono. “O estudo não diz como isso seria feito, apenas fizemos a conta e mostramos que isso seria mais barato”, diz.

Queimada na floresta amazônica no Pará (Foto: AFP PHOTO/Jefferson Ruddy/MMA )

No Nordeste, as chuvas seguiriam uma tendência de diminuir entre 2 mm/dia e 2,5 mm/dia até 2100. Os resultados seriam perdas agrícolas em todos os estados da região. O déficit hídrico reduziria em 25% a capacidade de criação de gado de corte, levando a um retrocesso à pecuária de baixo rendimento.

·
Se a comunidade global estiver disposta a pagar US$ 3 a tonelada de carbono, os produtores prefeririam receber essa quantia a expandir a pecuária na região"

O declínio de precipitação afetaria a vazão de rios em bacias da região, importantes para geração de energia, como a do Parnaíba e a do Atlântico Leste, com redução de vazões de até 90% entre 2070 e 2100. De acordo com o relatório, isso causaria a “perda de confiabilidade do sistema de geração de energia.”

“Caso se confirme esse quadro, o Nordeste realmente vai ter uma redução significativa da disponibilidade hídrica e a geração de energia que vem daquela região vai ficar comprometida”, afirma Margules.

Elevação dos mares
O estudo aponta também para os prejuízos causados pelas alterações climáticas nas zonas costeiras e na agricultura. A estimativa dos valores materiais em risco ao longo da costabrasileira é de R$ 136 bilhões a R$ 207,5 bilhões. O investimento em estudos e obras necessárias para prever e conter a elevação dos níveis do mar somariam R$ 3,72 bilhões até 2050.

Na agricultura, com exceção da cana-de-açúcar, todas as culturas sofreriam redução das áreas de produção, em especial a soja (até 34%), milho (15%) e café (18%).

A produtividade cairia também nas culturas de subsistência no Nordeste

“As estimativas são assustadores, principalmente se considerarmos que 2050 ainda não é um horizonte de mudanças climáticas tão grave quanto 2100”, diz a também coordenadora do estudo, Carolina Burle Schmidt Dubeux, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Neste cenário, os dois pesquisadores consideram positiva a atitude do governo brasileiro de levar para Copenhague um compromisso de reduzir em até 38,5% as emissões de gáses causadores do efeito estufa. "É uma medida positiva que mostra o comprometimento do Brasil", diz Carolina.

Além de calcular os prejuízos, o estudo mostra também os caminhos para diminuir o impacto das mudanças climáticas no Brasil.

De investimentos em pesquisas de modificações genéticas para a agricultura, fontes de energia renováveis aos biocombustíveis, a boa notícia é que apostar no desenvolvimento limpo é mais barato para o país. “O aquecimento global não é uma questão ambiental é de desenvolvimento”, diz Margules.
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 2 dezembro 2009 às 18:59
Especiais CBN - Como as mudanças climáticas nos afetam no dia a dia?

Recomendo ouvir para atender como nos afeta no dia a dia:

http://cbn.globoradio.globo.com/grandescoberturas/CONFERENCIA-DA-ONU-SOBRE-MUDANCAS-CLIMATICAS.htm

Conferência da ONU sobre mudanças climáticas


02 de Dezembro de 2009
As doenças causadas pelas mudanças climáticas
Este áudio no seu site

01 de Dezembro de 2009
O aquecimento global e as consequências nas cidades brasileiras
Este áudio no seu site

30 de Novembro de 2009
Dinamarca propõe redução de 50% em emissões até 2050
Este áudio no seu site

30 de Novembro de 2009
União Europeia pede que a China assuma liderança no combate ao aquecimento global
Este áudio no seu site

30 de Novembro de 2009
Nos últimos cem anos, temperatura média da Terra aumentou 0,7 graus Celsius
Este áudio no seu site
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 8 outubro 2009 às 17:44
SP “exporta” lixo / NE: tesouro eólico / Amazônia: pecuaristas no banco dos réus

Cidade de São Paulo “exporta” lixo – CBN – 07/10/2009

Todos os Fóruns >> [Agenda Brasil do Conhecimento] >> Desenvolvimento Urbano e Regional >> Cidade de São Paulo “exporta” lixo – CBN – 07/10/2009
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tm.asp?m=6206&forumid=&mpage=1&key=ᠾ


[ECO] Estados que vivem de vento - bilhões de reais p/ desenvolver a economia do Nordeste

Todos os Fóruns >> [Agenda Brasil do Conhecimento] >> Energia >> [ECO] Estados que vivem de vento - bilhões de reais p/ desenvolver a economia do Nordeste
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tm.asp?m=6205&forumid=122



Floresta amazônica: os pecuaristas no banco dos réus

Todos os Fóruns >> [Agenda Brasil do Conhecimento] >> Agronegócios >> Floresta amazônica: os pecuaristas no banco dos réus
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tm.asp?m=6204&forumid=119

Abraços.
Claudio
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 8 outubro 2009 às 17:42
[Nossa São Paulo] Mobilidade Urbana, Cidadania e Inclusão Social

Curso MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL
Tema:Mobilidade Cidadã para Todos-Uma outra mobilidade é possível
7 de outubro de 2004 Urbanista: Nazareno Stanislau Affonso

Mobilidade Urbana, Cidadania e Inclusão Social*
* Este documento representa o posicionamento da ANTP que hoje é a base do Projeto MOBILIDADE CIDADÃ PARA TODOS fazendo parte do texto referencial do Livro Mobilidade e Cidadania da ANTP e tomou por base os trabalhos desenvolvidos no Jubileu de 25 anos da ANTP que tratou dos temas de Mobilidade e qualidade de vida;regulamentação;tecnologia e Energia; Financiamento e recursos; e transporte urbano do século 21.

As idéias contidas neste livro, ilustradas por centenas de exemplos práticos implantados em cidades, aglomerados e regiões urbanas em nosso País, ilustram as propostas da ANTP de construção de novos paradigmas para a mobilidade urbana.

Disponível em:
http://homologa.ambiente.sp.gov.br/EA/adm/admarqs/Nazareno_Affonso.pdf


Sobre a mobilidade
A mobilidade é um atributo das pessoas e dos agentes econômicos no momento em que buscam assegurar os deslocamentos de que necessitam, levando em conta as dimensões do espaço urbano e a complexidade das atividades nele desenvolvidas.

Na mobilidade, os indivíduos podem ser: pedestres, ciclistas, usuários de transportes coletivos, motoristas.

Podem afetar a mobilidade fatores como: a renda, a idade, o sexo e por fatores permanentes ou provisórios que limitam a capacidade do indivíduo. As condições de acessibilidade também são afetadas pelo meio urbano: características dos terrenos e o tratamento físico
dado às vias e aos passeios, a existência de redes regulares de transporte urbano, a qualidade dos seus serviços e o seu preço, a sinalização e os sistemas de controle do uso do sistema viário e a existência ou não de ciclovias.

Este assunto está sendo estudado em:

Mobilidade Urbana, Cidadania e Inclusão Social
http://diamundialsemcarro.ning.com/profiles/blogs/mobilidade-urbana-cidadania-e

Abraços.
Claudio
Carlos Boyle Comentário de Carlos Boyle em 26 setembro 2009 às 2:47
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 9 setembro 2009 às 13:05
São Paulo, quarta-feira, 09 de setembro de 2009
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0909200910.htm

ANÁLISE

Onde havia terra, hoje há asfalto
EVANDRO SPINELLI
DA REPORTAGEM LOCAL

São Paulo viveu ontem um dia de chuva recorde no mesmo momento em que a prefeitura corta gastos nos serviços de limpeza e varrição de ruas.

O lixo não recolhido das ruas é arrastado pelas enxurradas. A primeira parada é o bueiro mais próximo, que acaba entupido. Sem ter por onde escorrer, a água fica ali na rua mesmo, causando alagamento.

Quando o lixo passa pelo bueiro vai parar nas galerias de águas pluviais, feitas justamente para as águas escoarem. Quando a galeria entope, a água volta e alaga a rua.

Isso significa que, se não houvesse corte nos serviços de limpeza, a cidade não teria vivido o caos de ontem? Não necessariamente. O volume de chuva foi tanto que dificilmente os bueiros e as galerias dariam conta, mesmo se estivessem completamente limpos.


Além disso, a prefeitura tem bom desempenho na execução dos gastos com limpeza e conservação de canais e galerias neste ano. Até o mês passado já havia gasto 76% dos recursos previstos para o serviço em 2009.

A falta de limpeza adequada é um agravante, mas não é o principal causador das enchentes. A causa principal é a crescente impermeabilização do solo somada à falta de investimentos em obras necessárias de combate às inundações.

Onde antes havia terra, hoje há asfalto, cimento ou laje. Se antes a água infiltrava, hoje ela escorre para bueiros, galerias e cursos d'água (rios, córregos, riachos etc.) mais próximos.


Um exemplo clássico é a região de Perdizes, de alta valorização imobiliária. Apesar de ser um tradicional ponto de alagamento, sofre nos últimos anos um agravamento do problema. Até a década passada, por exemplo, as inundações demoravam mais para começar e terminavam mais rápido. Hoje, qualquer chuva um pouco mais forte causa inundações na região da praça Marrey Jr. e da avenida Pompeia. E a água demora muito para escoar, porque não tem para onde ir.

A solução, a prefeitura já tem: construir um piscinão subterrâneo sob a praça Marrey Jr. O dinheiro, a prefeitura também já tem, nas contas da Operação Urbana Água Branca. Só o que falta é a obra, que não tem sequer previsão.

A prefeitura conhece os principais pontos de alagamento da cidade. Em 2007, a Folha listou os 30 locais onde as inundações são mais recorrentes. No ano passado, 22 desses pontos voltaram a alagar.


Nos primeiros sete meses do ano, a prefeitura gastou R$ 250 milhões em programas de combate e prevenção às enchentes. Isso é o equivalente a 66% dos R$ 379 milhões previstos para o ano. Ainda que a maior parte das obras necessárias não tenha sido feita, o desempenho está dentro do esperado, mesmo com corte de gastos. Só que, em 2008, haviam sido gastos R$ 57,5 milhões a mais no mesmo período. Em 2008 havia eleição municipal.

Soluções cidadãs ("trabalho de formiguinha"):

Biodigestor - saneamento, produção de energia e adubo descentralizados - solução para poluição e doenças em áreas pobres (favelas, ocupações de margens de represas).

Cobertura de prédio e telhado verde - um jardim cobrindo o cimento da cidade.

Coleta e utilização de água de chuva e reutilização de águas servidas (águas tratadas) - redução de enchentes e melhor aproveitamento dos recursos hídricos.

Compostagem de materiais orgânicos, gerando adubo e reciclagem de outros materiais - lixo torna-se insumo com valor econômico.

"Matas Ciliares" para avenidas, ruas e estradas - cada "rio de cimento" equilibrado por árvores em suas laterais e canteiros centrais.

==Visão dos componentes para criação e transformação de nossas cidades em ambientes sustentáveis==


* Combate a [[enchente]]s e otimização de uso da água:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/cbn/capital_020307g.shtml [Cobertura vegetal em edifícios]
http://www.ecotelhado.com.br [Telhado Verde ]
http://www.usp.br/fau/ensino/graduacao/arq_urbanismo/disciplinas/aut0221/Trabalhos_Finais_2006/Concreto_Permeavel.pdf [Concreto_Permeável reduz enchentes]

* [[Reciclagem]] de [[lixo]]:

http://www.usp.br/agen/UOLnoticia.php?nome=noticia&codntc=18185 [Programa de reciclagem de óleo de fritura será apresentado na Alemanha]
http://www.hotelbuhler.com.br/secundarias/lixo.asp [Lixo Mínimo]

+Informações:

Todos os Fóruns >> [Agenda Brasil do Conhecimento] >> Desenvolvimento Urbano e Regional >> Ecocidade - Sustentabilidade Urbana
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tm.asp?m=5035&forumid=121

São Paulo 2050 - Uma Eco Metrópole
http://www.wikifuturos.com.br/sao-paulo-2050-uma-eco-metropole

Ecocidade
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecocidade



SP tem de acabar com as marginais, diz professor

Para Roberto Watanabe, da Unicamp, governo erra ao ampliar marginal Tietê

Segundo engenheiro, as vias impermeabilizam solo e afetam escoamento da água da chuva pelos rios Pinheiros e Tietê, agravando enchentes


JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DA REPORTAGEM LOCAL

São Paulo precisa acabar com as marginais Pinheiros e Tietê, rios que são as calhas naturais da cidade. A proposta radical é defendida pelo engenheiro Roberto Watanabe, professor de pós-graduação da Unicamp.
"A solução é não termos mais marginais, como estão fazendo em Seul. Aqui é o contrário; querem mais pistas na marginal Tietê. O problema vai se agravar, e muito", diz.

FOLHA - O que é possível fazer para reduzir as enchentes em São Paulo?
ROBERTO WATANABE - Algumas coisas já estão fazendo, que é plantar mais árvores. Sem árvore o calor sobe e provoca essas tempestades. Por que não há tanta enchentes nos Jardins, mas [há] em Aricanduva? Não temos galerias de água, a chuva escorre na rua. Lugar de água da chuva é embaixo da terra. E pensar nas marginais. Elas não deveriam existir.

FOLHA - Mas hoje a [marginal] Tietê está em ampliação...
WATANABE - A solução é não termos mais marginais, como estão fazendo em Seul. Aqui é o contrário; querem mais pistas na marginal Tietê. O problema vai se agravar, e muito. Em vez disso, estão impermeabilizando ainda mais. Aí você joga ainda mais água no Tietê. E ainda vão tirar 10 mil árvores de lá. É um erro, um equívoco.

FOLHA - O Tietê não tem mais capacidade para escoar essa água toda?
WATANABE - Não pensam que, se a água chega, ela tem de ir embora. E fazem o contrário, fazem os piscinões, como se a gente pudesse segurar a água. Precisa é aumentar a velocidade da água do Tietê na região de Osasco, Barueri.

FOLHA - Os governos de São Paulo fizeram a lição de casa, implantaram planos regionais eficientes de drenagem?
WATANABE - Um exemplo: muita gente dizia que o problema do [rio] Tamanduateí, que inundava o Mercado Municipal, a 25 de Março, não tinha solução. Mas um projeto, se não me engano no governo do Paulo Maluf, foi muito eficiente e não se ouve falar mais do problema. Falta é vontade política, mas há uma ausência do poder público. Muita gente dessas secretarias não entende nada de hidrologia pluvial. Não sabem nada.

FOLHA - Então pouco foi feito?
WATANABE - É só ver. Onde temos galerias em São Paulo? Paris tem galerias desde 1600, 1700. Aqui todo novo loteamento deveria ser obrigado a ter um plano. Qual tem?

FOLHA - Algumas leis, como as que obrigam prédios a ter áreas permeáveis, não ajudam?
WATANABE - O prédio faz a área permeável e depois constrói uma garagem embaixo. Cadê a área permeável?


--
Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero
http://www.linkedin.com/in/claudioprospero
http://pt.wikipedia.org/wiki/Usuário:ProsperoClaudio (Apresentação pessoal)
http://escoladeredes.ning.com/ (Escola de Redes [E = R])
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aliança_para_uma_Nova_Humanidade
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecocidade
http://www.wikifuturos.com.br/prosperoclaudio (Wiki Futuros - CrieFuturos)
http://www.holos.org.br/cursosetreinamentos/ (HOLOS - Coaching e Mentoring)
http://www.nef.org.br (Núcleo de Estudos do Futuro)
http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/portal/ (Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento)
===> http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tt.asp?forumid=35&p=&tmode=1&smode=1 (GC em TIC)
===> http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tt.asp?forumid=118 ([Agenda Brasil do Conhecimento]

Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE.
Nossa Espécie (Homo Sapiens Sapiens Demens - Edgar Morin) Agradece!
sueli rodrigues Comentário de sueli rodrigues em 19 agosto 2009 às 7:36
Gerencio o CEMAIS - Centro de Estudo de Meio Ambiente & Integração Social e quero fazer parte desta discussão, temos apresentado a questão da sustentabilidade em todas as nossas ações.
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 18 julho 2009 às 0:04
QualH2oriosSP.jpg[Novas Trilhas] Poluição rio Tietê - Exemplo aplicação de GloCalização

Reportagem, no Bom Dia Brasil, sobre a atuação de Novas Trilhas [www.novastrilhas.org.br], em parceria com SOS Mata Atlântica [www.sosmatatlantica.org.br/], exemplifica o potencial da atuação de uma Rede, no caso, de ONG’s, para atuação LOCAL, com impacto em problema GLOBAL (o controle da poluição das águas).

Assista a reportagem em: [http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1230236-16020,00-POLUICAO+SUFOCA+O+TIETE+E+MALTRATA+POPULACAO+PAULISTA.html]

Texto da reportagem:

15/07/09 - 08h05 - Atualizado em 15/07/09 - 08h27
Poluição sufoca o Tietê e maltrata população paulista

A qualidade da água do Tietê é monitorada pela Fundação SOS Mata Atlântica há 16 anos e o nível de poluição é altíssimo.


Na periferia das cidades, o brasileiro convive com imagens estranhas, que às vezes despertam a curiosidade, mas são prova de descaso, negligência ou crime.

A poluição, por exemplo. Os rios estão praticamente mortos perto das grandes cidades. Lagos e lagoas, tudo um lixo.

Você, certamente, deve lembrar da imagem desoladora do Rio Tietê, coberto de espuma tóxica.

No inverno, a situação piora. A chuva diminui e, com menos água no rio, a concentração da poluição aumenta. Sujeira despejada principalmente na cidade de São Paulo e que forma uma mancha escura que se estende por quilômetros.

A cidadezinha bucólica de tradição religiosa não combina com a sujeira. O rio está doente, um reflexo da vida urbana na capital paulista. Estamos falando de Pirapora do Bom Jesus, que fica entre a Região Metropolitana e o interior de São Paulo.

Um cenário verde, montanhoso e bonito beira parte do caminho por onde o Rio Tietê passa. Mas a água com espuma estraga a paisagem. Uma imagem impressionante para os visitantes. Mesmo os moradores que vivem no lugar há muitos anos não conseguem se acostumar.

A dona de casa Maronilde de Morais Ferreira lembra de Pirapora mais de 20 anos atrás, quando a água ainda era limpa. Mas tudo mudou: “Quando dá um vento forte, você pode vir para ver. Você não suporta ficar aqui. As crianças sofrem por causa disso. É um cheiro forte”.

Falta oxigênio na água e sobram produtos químicos. Não só os que vêm das indústrias, mas os de uso doméstico, como os detergentes. O lixo fica visível porque o rio tem corredeiras. O movimento da água revolve a sujeira e produz a espuma. No inverno, ela fica ainda mais espessa, porque chove pouco. A poluição da água compromete o ar e a saúde dos moradores.

“Existe um gás, chamado gás sulfídrico, que tem um cheiro de enxofre ou de ovo estragado. Ele é produto da degradação de matéria orgânica - tanto animal quanto vegetal. Em concentrações grandes, é um irritante importante para os olhos, vias aéreas superiores, os pulmões”, explica o pneumologista José Rosalvo Santos Maia.

Infecções do aparelho respiratório e alergias são comuns na região.

“A situação fica dramática, porque temos problema de bronquite. O nariz começa a coçar. Coriza, resseca a pela também, dá falta de ar”, diz a dona de casa Laudelina dos Santos Barreto.

A qualidade da água do Tietê é monitorada pela Fundação SOS Mata Atlântica há 16 anos e o nível de poluição é altíssimo. Além da coleta e medição, um trabalho de educação é feito com a comunidade local.

“Nesse trabalho de conscientização a gente busca que as pessoas também façam a sua parte. Não basta falar do governante se eu jogo lixo no rio”, sugere o coordenador da ONG Novas Trilhas, Gil Leonardi.

“Se aparecesse um filho de Deus que desse uma limpada para acabar esse fedor. Quem não quer uma coisa limpa, bonita? Mas desse jeito, não está dando não”, reclama uma dona de casa.

A Sabesp, a companhia de saneamento do estado, informou que vem utilizando um sistema de jatos de água para dissipar a espuma nos pontos mais críticos do Rio Tietê e que, graças aos programas de limpeza, a poluição no rio diminuiu 30% nos últimos anos.

Já a Cetesb - companhia de tecnologia ambiental - diz que, apesar da melhora na coleta e tratamento de esgoto, a água do Rio Tietê ainda apresenta índices indesejáveis de qualidade.

Proposta: que tal colaborar em uma Rede de Monitoramento dos rios de São Paulo, executada e gerida pela Sociedade Civil, expandindo o exibido na reportagem acima, que permita identificar os pontos de maior contribuição para o problema de poluição de nossos rios, para priorização de atuação, cobrando providências das autoridades responsáveis por cada um destes pontos?

Um diagrama simples poderia demonstrar os pontos de atenção prioritários:

Veja arquivo anexo: QualH2oriosSP.jpg

===================================================================================10 | INOVAÇÃO

O caminho da independência das cidades é o da inovação permanente

Nas grandes transformações – aquelas que têm conseqüências duradouras – o velho é substituído pelo novo não porque foi destruído, mas porque se tornou obsoleto. Os velhos padrões nunca são eliminados de uma vez ou para sempre, mas continuam existindo, como remanescências, vestigialmente. Ao que tudo indica, os Estados-nações continuarão existindo por muito tempo, assim como ainda existem hoje algumas comunidades de herança (do tempo medieval) e velhas tribos indígenas primitivas (da era paleolítica). Ao contrário do que previram os críticos da globalização, apavorados ante a perspectiva de uma uniformização ou homogeneização que seria imposta ao mundo inteiro, o cenário da glocalização é o de um conjunto de mundos variados, que estarão não apenas em locais diversos, mas também em tempos diferentes. Mas nessa nova configuração os Estados-nações não terão mais o protagonismo, hoje quase único e exclusivo, da governança do desenvolvimento, baseado nos monopólios da regulação e da violência que ainda se esforçam por deter em suas mãos. Sim, os Estados-nações continuarão existindo, mas já terão perdido o monopólio da governança do desenvolvimento, pelo simples fato de que não conseguirão mais impedir a emergência da inovação.

Na verdade, em uma sociedade em rede é muito difícil construir monopólios de um novo fator cada vez mais decisivo nos processos de produção e de regulação: o conhecimento. O conhecimento é um bem intangível que, se for aprisionado (estocado, protegido, separado), decresce e perde valor e, inversamente, se for compartilhado (submetido à polinização ou à fertilização cruzada com outros conhecimentos) cresce, gera novos conhecimentos e aumenta de valor (aliás, é isso, precisamente, o que se chama de inovação). Os Estados e as empresas tradicionais (sempre associados nessa coligação que formou o capitalismo que conhecemos) continuarão tentando aprisionar o conhecimento ou regulá-lo top dow a partir das leis de patentes, do domínio privado sobre produtos do conhecimento (como o direito autoral), do segredo e da falta de transparência (ou accountability) e dos sistemas de ensino (as burocracias escolares e as hierarquias sacerdotais que constituem as academias). Mas não poderão mais evitar que novos conhecimentos se formem à margem das instituições que regulam e à sua revelia. E, o que é mais importante, não poderão mais competir com a produção em larga escala de conhecimentos e, inclusive (uma conseqüência), de produtos comerciais – como os chamados peer production e crowdsourcing – e com as outras formas não-mercantis de inovação, como as que serão acionadas na emergência das novas cidades.

O trecho acima foi extraído de:
http://augustodefranco.locaweb.com.br/cartas_comments.php?id=312_0_2_0_C

+ Informações sobre o conceito de Glocalização, vide os seguintes capítulos:
O mundo glocalizado................................................... 205
O local como mundo pequeno................................... 209
O local como cluster................................................ 211
O local como terreno da emergência.......................... 213
O local como comunidade......................................... 214

do livro:

Escola de Redes - Novas visõessobre a sociedade, o desenvolvimento, a Internet, a política e o mundo glocalizado
Augusto de Franco

Domínio Público: Augusto de Franco para Escola-de-Redes, 2008.Esta é uma publicação da Escola-de-Redes = Nodo-de-Curitiba (Brasil).
disponível gratuítamente em http://escoladeredes.ning.com/ (Escola de Redes [E = R])
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Glocalização
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Glocalização é um neologismo resultante da fusão dos termos globalização e localização. Refere-se à presença da dimensão local na produção de uma cultura global.
O "local" foi definido por Manuel Castells como os "nós" - nós de valor acrescentado aos fluxos econômicos e lugares de vida social. Segundo Paul Soriano, no "glocal, " o "local" representaria os "nós" da rede global e integra as resistências mas também as contribuições das formações identitárias locais e regionais à globalização. [1]
[editar] Origem do termo
O termo glocalização foi introduzido na década de 1980 como estratégia mercadológica japonesa, inspirada na dochakuka - palavra derivada de dochaku, que, em japonês, significa "o que vive em sua própria terra" -, conceito originalmente referido à adaptação das técnicas de cultivo da terra às condições locais. .
No Ocidente, o primeiro autor a explicitar a idéia de glocal é o sociólogo Roland Robertson. Segundo ele, o conceito de "glocalização" tem o mérito de restituir à globalização a sua realidade multidimensional; a interação entre global e local evitaria que a palavra "local" definisse apenas um conceito identitário, contra o "caos" da modernidade considerada dispersiva e tendente à homologia.
Referências↑ Paul Soriano. " Le monde en 2020. Scénarios. Le sixième scénario"

[editar] Ligações externas
Habibul Haque Khondker, "Glocalization as Globalization: Evolution of a Sociological Concept" Bangladesh e-Journal of Sociology. Vol. 1. Nº 2. Jul., 2004.
The glocal iniciative - Think global; act local.
Blaise Galland, "De l’urbanisation à la glocalisation", Terminal, Nº71/72, 1996. Artigo sobre glocalização do território:
"Nous vivons dans un monde glocalisé" Entrevista com o sociólogo Roland Robertson.
Artigo sobre a glocalização segundo Roland Robertson (em espanhol)
Manuel Castells, "The Networked City : Réseaux, espace, société. ", EspacesTemps.net, Textuel, 20.01.2009
Erik Swyngedouw, "The making of 'glocal' urban modernities"


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Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Glocaliza%C3%A7%C3%A3o"
Categoria: Globalização
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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero

http://pt.wikipedia.org/wiki/Usuário:ProsperoClaudio (Apresentação pessoal)
http://escoladeredes.ning.com/ (Escola de Redes [E = R])
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aliança_para_uma_Nova_Humanidade
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecocidade
http://www.wikifuturos.com.br/prosperoclaudio (Wiki Futuros - CrieFuturos)
http://www.holos.org.br/cursosetreinamentos/ (HOLOS - Coaching e Mentoring)
http://www.nef.org.br (Núcleo de Estudos do Futuro)
http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/
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Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE.
Nosso Planeta Agradece!
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 14 maio 2009 às 20:25
Recicle óleo usado de frituras

ONG TREVO
http://www.trevo.org.br/

Reciclagem de Óleo de Cozinha - Porto Seguro
http://www.portoseguro.com.br/porto-seguro/corporacao-porto-seguro/responsabilidade-social-e-ambiental/reciclagem-de-oleo-de-cozinha.html

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A ONG TREVO, sucessora da empresa COSTACOI, iniciou suas atividades em Fevereiro de 1992, como uma empresa familiar, tendo sido uma das pioneiras na coleta e reciclagem de resíduos de óleo e gordura de fritura, e cuja preocupação precípua continua a ser a preservação de nosso meio ambiente.

Não jogue o óleo usado de frituras na pia ou no ralo. Um litro de óleo de cozinha que vai parar nos rios contamina cerca de 20 mil litros de água, conforme a Sabesp.

"Comprometemo-nos a prestar um triplo serviço à sociedade: reciclar os resíduos de óleo e gordura de fritura, impedindo que poluam ainda mais nossos rios e represas, além de ofertar à população um produto (sabão em pedra) totalmente biodegradável, portanto, ECOLOGICAMENTE CORRETO; gerar trabalho e renda aos mais carentes, e cooperar com os governantes do Brasil, auxiliando-os a desenvolver uma "consciência ecológica" no povo brasileiro". Além de tudo isso, queremos demonstrar aos demais países que as instituições brasileiras ( tanto as ONGs como as empresas ) se preocupam com a questão ecológica.

Mais do que uma simples apresentação de nossa ONG, gostariamos de fazer desde instrumento um convite para trabalharmos juntos na preservação de nosso meio ambiente.


Como reciclar

Nosso trabalho de reciclagem de óleos e gorduras de fritura é bastante simples: deixamos bombonas (tambores de plástico) com capacidade para armazenar até 50 litros de óleo de fritura, em grandes pólos geradores de resíduos, como bares, restaurantes, padarias, churrascarias, hotéis, motéis, hospitais, empresas, etc... Essas bombonas são identificadas com um rótulo, onde constam nossos telefones e nosso site para contato.

A freqüência das retiradas (semanal, quinzenal ou mensal) irá depender somente das quantidades de óleo e gordura gerados em cada ponto de retirada, e poderão ser feitas em toda a Grande São Paulo. Em condomínios e residências, que tendem a gerar menos resíduos de óleo de cozinha, solicitamos que os armazenem em recipientes plásticos, e, quando houver no mínimo 30 litros (quantidade necessária para cobrir custos de frete), basta que nos telefonem ou enviem um e-mail através de nosso site, que a coleta será efetuada.

FONES: (011) 2061-3867 / 3531-2116

http://www.trevo.org.br/
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 26 abril 2009 às 1:08
Obtido em:
ANH Portuguese Speaking People (ANH=Aliança_para_uma_Nova_Humanidade)
Ações Concretas - Meio Ambiente - Os 7 Rs
http://anhglobal.ning.com/group/anhbrazil/forum/topics/acoes-concretas-meio-ambiente

Bem, começamos com 3, passamos para 5 e agora fala-se em 7 Rs, com direito a aumento do número deles, e as metas são várias, mas as mais urgentes são:

- ajudarmos a salvar o Planeta e a todos os seres que nele habitam
- promovermos a saúde interna, externa e secreta de todo o Planeta
- aprendermos a viver e conviver civilizadamente com todo o Planeta


Quanto aos Rs, temos:

1 respeitar
2 repensar
3 recusar
4 reduzir
5 reutilizar
6 reciclar
7 responsabilizar


1. Respeitar:
Respeitar o Planeta como um todo, com tudo o que o compõe e com todos os seres que nele habitam, fazendo tudo o que for necessário para protegê-lo.

2. Repensar:
Repensar todos os nossos hábitos e atitudes, sejam quais forem, substituindo tudo aquilo que seja nocivo por aquilo seja pelo menos neutro ao Planeta.

3. Recusar:
Recusar tudo aquilo que seja agressivo à saúde do Planeta.

4. Reduzir:
Reduzir tudo o que se usa e que se desperdiça, e o lixo inevitável que se produz. Procurar consumir coisas que durem e, caso seja necessária uma embalagem, procurar embalagens de material reciclado/ reciclável e/ou reutilizável.

5. Reutilizar:
Reutilizar ao máximo todos os objetos voltando a utilizá-los, dando uma segunda função a eles ou reaproveitando-os para construir outros e novos objetos.

6. Reciclar:
Reciclar separando os diferentes tipos de lixo e evitando que se misturem. Nunca mais teremos um lixo comum para todos eles. Só assim, poderemos enviar cada material para reciclagem.

7. Responsabilizar:
Responsabilizarmo-nos por nossos pensamentos, palavras e ações e passarmos, conscientemente, a tomar as atitudes corretas para não prejudicar o Planeta.


http://ecosul.wordpress.com/
http://ecosul.wordpress.com/2007/10/09/os-cinco-rs/
http://jornaletc.wordpress.com/2008/05/21/os-5-rs/


Uma vez, li num anúncio de jornal que 'quem ama, respeita, preserva, protege e dedica carinho.'

Seria bom se todos começássemos a refletir sobre como temos nos comportado em relação ao tudo e a todos com base nesses critérios, e nos propuséssemos a, sinceramente, mudarmos aquilo que não nos parece assim tão bom para ninguém.


Possam todos os ancestrais, seres e espíritos encontrar, experimentar e viver em Paz Profunda e Verdadeira Felicidade, que são o Caminho para a Iluminação.



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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero

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