Escola de Redes

A escola é a rede

Olá Sergio Storch. Bem vindo.

Criando um tópico de acordo com sua sugestão.

Um abraço.
Claudio

Ecovila Clareando – Acampamento Franciscando
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** [http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u365606.shtml BIOARQUITETURA em Abu Dhabi]

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Tags: bioarquitetura, condomínio_auto-sustentável, ecocidade, ecovila

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Respostas a este tópico

Estoy sorprendido por lo desarrollado que están en Brasil todos estos temas

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Eco-renovação: Reformando para Sustentabilidade


Steve Thomas, apresentador premiado com o EMMY, é a mais nova estrela do Discovery Home & Health. Todas as quintas-feiras, às 19h, ele comanda ECO-RENOVAÇÃO (RENOVATION NATION), série dedicada a apresentar as novas tendências globais em construções ecológicas.

Steve atravessa os EUA para participar de projetos “verdes” e conhecer colegas de profissão e proprietários com idéias inovadoras que busquem a harmonia com o meio ambiente. Ele arregaça as mangas, literalmente, para ajudar em cada obra que visita e demonstrar as últimas tendências de design e materiais ecológicos. Da madeira utilizada no telhado, passando pelos revestimentos e aproveitamento dos recursos hídricos, Steve dá detalhes dos materiais utilizados e dicas úteis para uma construção com menos desperdício e mais “verde”.

ECO-RENOVAÇÃO também mostra as fábricas que estão produzindo e criando uma nova geração de materiais de construção, revolucionando o setor e que já começam a popularizar-se ao redor do mundo.

Os episódios incluem ainda módulos especiais com soluções práticas que podem ser aplicadas imediatamente em qualquer imóvel, resultando em economia financeira e de recursos naturais. ECO-RENOVAÇÃO mostra que não importa o tamanho do projeto, sempre há um modo de torná-lo ecológico.

Steve Thomas atua há 14 anos como apresentador de programas de reforma e restauração de imóveis, sendo reconhecido como uma das personalidades mais populares neste meio.

Ver também:
http://www.neo-planete.com/pt/2008/11/03/renover-ecolo-grace-au-sit...

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'Construção verde' nos supermercados e no programa de subsídios para a compra da casa própria

Responsabilidade Social
Segunda, 30/03/2009

'Construção verde' nos supermercados

Como o Carrefour, o Wall-mart e, principalmente o Pão de Açucar estão criando os modelos ('benchmark") em Construção Sustentável no Brasil

Ouça em:
http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/responsabilidade-social/200...


Ouvir também


Segunda, 09/03/2009

Governo deve incluir critérios de sustentabilidade no programa de subsídios para a compra da casa própria


http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/responsabilidade-social/200...
--
Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero

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"O Petróleo é o problema - reinventar o Automóvel é a solução"

Conhecimento

http://www.portaldeconhecimentos.org.br/index.php/por/content/view/...

A acirrada corrida pelo automóvel verde

Enviado por: PDPNet Knowledge Network em 09 de Janeiro de 2009 - 14:51

Sumário:

· Em busca do carro do futuro

· A acirrada corrida pelo automóvel verde vai determinar quem serão os perdedores e os vencedores da indústria automotiva mundial

· Por Guilherme Fogaça

Descrição:

Em busca do carro do futuro

A acirrada corrida pelo automóvel verde vai determinar quem serão os perdedores e os vencedores da indústria automotiva mundial


Por Guilherme Fogaça

EXAME http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0906/negocios...

No final dos anos 80, tudo parecia perfeito para a fabricante de automóveis Toyota. A economia japonesa estava em expansão, as vendas em alta e o modelo de luxo Lexus tinha sido muito bem recebido no mercado mais importante do mundo, os Estados Unidos. Mesmo assim, o então presidente da companhia, Eiji Toyoda, despertou um sentimento de crise entre seus principais engenheiros e pediu a eles que começassem a projetar veículos para satisfazer as futuras necessidades do século 21. A maior parte delas se relacionava à escassez dos recursos naturais e à necessidade de diminuição do impacto dos carros no meio ambiente. Alguns anos mais tarde, do outro lado do mundo, o então vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, lançava um programa para incentivar a indústria automotiva do país a projetar veículos com menor consumo de combustível e pensar em formas de reduzir as emissões de poluentes. As montadoras pegaram o dinheiro, mas usaram a verba apenas para produzir protótipos inviáveis, que jamais chegaram ao mercado. As posturas distintas levaram a resultados opostos. Em 1997, a Toyota lançou o Prius, primeiro carro com sistema híbrido de eletricidade e gasolina. Os americanos, por sua vez, perderam definitivamente a largada na disputa de um novo mercado -- o dos carros verdes.

A sucessão de fatos acima é apenas um dos fatores que levaram as montadoras americanas à crise em que se encontram hoje, segundo os jornalistas ingleses Iain Carson e Vijay V. Vaitheeswaran no livro Zoom -- The Global Race to Fuel the Car of the Future (em português, "Zoom -- A corrida global para abastecer o carro do futuro"). A obra esteve entre as seis indicadas ao prêmio de melhor livro de negócios de 2007 do jornal inglês Financial Times. Sua idéia central é que os carros -- freqüentemente rotulados como a mais intratável fonte de emissão de carbono -- podem fazer parte da solução do aquecimento global e representam uma nova e mandatória fronteira tecnológica para as montadoras. A pressão para a mudança não vem apenas da sombra do aquecimento global, mas também do aumento crescente dos preços do petróleo no mundo. "O problema é o petróleo, e não os carros. Por isso é que nós precisamos reinventar o automóvel", dizem os autores, que fazem parte da equipe de jornalistas da revista The Economist.

A dupla defende que os americanos demoraram demais para aceitar essa realidade. Os dirigentes das indústrias de petróleo e distribuição de combustíveis americanas também colaboraram para o atraso, por acreditar que a luta contra o aquecimento global levaria à destruição econômica de todo o setor. "O maior obstáculo para tornar Detroit verde é a cultura corporativa", afirmam os autores. Os consumidores também têm sua parcela de culpa. Ao contrário da Europa, onde os cidadãos temiam as conseqüências da elevação do nível do oceano, os americanos achavam que não tinham muito a perder com os problemas climáticos. Mais recentemente, essa percepção mudou. Eventos como o furacão Katrina, que em 2005 assolou a cidade de Nova Orleans no desastre natural que mais prejuízos ocasionou em toda a história dos Estados Unidos, fizeram os cidadãos refletirem sobre as conseqüências do atual modelo de consumo.

O fato de a Toyota ter ultrapassado por alguns meses deste ano a GM, líder mundial por mais de 70 anos, foi o alerta mais contundente de que as fabricantes americanas precisavam rever a estratégia. Carson e Vaitheeswaran afirmam que, atualmente, o país vive "um grande despertar" para os perigos do uso do petróleo -- e as montadoras, finalmente, decidiram agir. A GM, por exemplo, investiu 1 bilhão de dólares no desenvolvimento de um carro verde. O resultado é um sedã movido a eletricidade, o Chevrolet Volt, que só deve ser lançado no mercado em 2010. A californiana Tesla Motors é o mais representativo retrato do esforço americano para tentar recuperar o tempo perdido na corrida pelo carro sustentável. A empresa, criada em 2003 com dinheiro dos fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, nasceu com o objetivo de desenvolver carros elétricos de luxo. O primeiro modelo a sair das pranchetas foi o Tesla Roadster, capaz de viajar cerca de 400 quilômetros sem recarregar. O Roadster é mais rápido que uma Ferrari -- vai de zero a 100 quilômetros por hora em apenas 4 segundos. Trata-se, porém, de um modelo para poucos. Cada veículo custa 98 000 dólares.

Zoom — The Global Race to Fuel the Car of the Future

Editora Twelve, 352 págs.

Autores
Os jornalistas ingleses Iain Carson e Vijay V. Vaitheeswaran

Por que ler
Para entender por que as montadoras que não acelerarem seus projetos de veículos “sustentáveis” podem simplesmente sumir do mapa


A ÚNICA MONTADORA QUE JÁ COLHE os resultados com a venda de veículos verdes é a Toyota. Devido ao pioneirismo, hoje a empresa possui 77% do mercado de veículos híbridos, seguida pela Honda, com 16%. Apesar de não ser exatamente o carro do futuro (já que o modelo híbrido ainda pressupõe a queima de combustíveis fósseis), o Prius vendeu mais de 500 000 unidades. Enquanto suas concorrentes americanas vêm apresentando sucessivas perdas de faturamento, o lucro da Toyota alcançou 10 bilhões de dólares no último ano. Na bolsa de valores, a empresa japonesa já é mais valiosa do que GM, Ford e DaimlerChrysler juntas. De acordo com os autores, muitas indústrias vão seguir a japonesa. Até o final de 2009, estima-se que 17 fabricantes vão oferecer 72 modelos com motor híbrido -- a maioria deles variações do sistema da Toyota, por meio de licenciamento. Para Carson e Vaitheeswaran, esse movimento significa o começo de uma nova era que deve chegar aos motores movidos a hidrogênio, cujo único resíduo após a queima é a água. "Os períodos da sociedade são classificados conforme o material que utilizam -- a era do bronze, a era do ferro. Nós estamos no começo da era do hidrogênio", afirmam.

A urgência para que a nova era chegue logo vem sobretudo dos países emergentes. Os autores prevêem que, daqui a uma década, os chineses comprarão mais carros que os americanos. Juntos, China e Índia devem aumentar a frota mundial em 750 milhões de veículos nos próximos 30 anos, o que pode agravar as causas do aquecimento global. Os autores mostram que a indústria chinesa também está participando da corrida pelo desenvolvimento do carro do futuro. Um exemplo disso é o desempenho do país no Bibendum Challenge, competição de veículos alternativos realizada todos os anos pela fabricante francesa de pneus Michelin. Em 2004, a China teve apenas um veículo híbrido premiado. Dois anos depois, os chineses saíram com quatro medalhas de ouro. Até as Olimpíadas de 2008, o plano é ter mais de 1 000 ônibus e carros limpos nas ruas de Pequim. A Índia também começa a mostrar força. A indiana Tata Motors, uma das mais novas fabricantes de veículos do mundo, está desenvolvendo um carro revolucionário de 2 000 dólares, com um rendimento por litro que supera em três vezes a média dos carros americanos.

Para quem espera ler bastidores apimentados dessa acirrada competição pelo carro sustentável, o livro pode decepcionar. Em vez de se ater às rusgas da indústria, a obra se concentra em explicar como o setor automotivo chegou à atual conjuntura e em deixar uma mensagem pouco animadora para as montadoras americanas: ou elas correm atrás do prejuízo ou os grandes perdedores da disputa já estão definidos.

Palavras-chave: Product Lifecycle Management
Nó: 9698


"Zoom -- A corrida global para abastecer o carro do futuro"


ISBN 978-85-7775-069-6
9788577750696
360 páginas
R$ 49,00

http://www.editoralandscape.com.br/detalhe.asp?id=304

Neste livro, Iain Carson e Vijay V. Vaitheeswaran, correspondentes premiados da revista The Economist, mostram por que e como as forças geopolíticas e econômicas estão forçando as indústrias interligadas do petróleo e dos carros a uma mudança, como jamais acontecera antes.

Depois de muitos anos de pesquisa — incluindo dúzias de entrevistas com executivos de ambas as indústrias, legisladores e com os Fords e Edisons contemporaneos —, Carson e Vaitheeswaran explicam:

• Como a Toyota se tornou a maior fabricante de carros do mundo, por meio de inovação constante e de um desempenho industrial superior.

• Por que os norte-americanos, ao longo de décadas, fracassaram no trato dos problemas e na busca de soluções para as nossas políticas energéticas e para o aquecimento global — e como movimentos populares, ao lado de empreendedores individuais, inovadores e cidadãos responsáveis, estão tornando possível uma reforma verdadeira.

• Como esses revolucionários ‘verdes’ estão criando produtos movidos a hidrogênio, eletricidade, biocombustível e tecnologia digital. Enquanto líderes políticos debatem nosso futuro energético, ambiental e econômico, Zoom oferece um retrato lúcido e visionário do que esse futuro pode ser. Quem planeja votar nas próximas eleições encontrará uma análise verdadeira e avassaladora nas asserções e conclusões deste livro.

SOBRE OS AUTORES
Iain Carson é editor da seção industrial da revista The Economist desde 1994, cobrindo as indústrias da aviação aérea, do transporte e manufatureira.

Também trabalhou como repórter e âncora para a BBC Television e o Channel 4.

Vijay V. Vaitheeswaran é engenheiro formado pelo MIT e tambem correspondente da The Economist com uma década de experiência cobrindo questões ambientais e energéticas. Ele leciona na Stern School of Business, da New York University, e é membro temporário do Council on Foreign Relations. É também autor do livro Power to the people.

+Informações:
Tema:Ecologia
Autor: Chris Bueno
Data: 22/10/2008

http://360graus.terra.com.br/ecologia/default.asp?did=26946&act...

» Carros elétricos, veículos não poluentes, silenciosos e econômicos
» Carros elétricos - a evolução da indústria
» Carros elétricos nas ruas
» Como funciona um carro elétrico
» Carros elétricos, uma história cheia de conspirações



--
Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero

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Cocozco el Toyota Prius, parace uno de los mejores, de todas formas casi no se lo conoce

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Claudio Estevam Próspero disse:
"O Petróleo é o problema - reinventar o Automóvel é a solução"

>
href="http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1087392-9658,00-GOVERNO+BRITANICO+VAI+DAR+SUBSIDIOS+PARA+COMPRA+DE+CARROS+ELETRICOS.html">http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1087392-9658,00-GOVERNO+B... 16/04/09 - 11h27 - Atualizado em 16/04/09 - 11h32

Governo britânico vai dar subsídios para compra de carros elétricos
Proprietários terão ajuda de até 5.650 euros a partir de 2011.
Reino Unido quer se tornar referência na redução de poluentes.


Do G1, com informações da Efe


Foto: David Moir/Reuters
Secretário de negócios Peter Mandelson (à dir) e o secretário dos Transportes da Grã-Bretanha, Geoff Hoon deixam um modelo elétrico do Mini em Knockhill (Foto: David Moir/Reuters)

Os motoristas do Reino Unido terão um incentivo econômico entre 2 mil e 5 mil libras (2.260 a 5.650 euros) para comprar um automóvel elétrico a partir de 2011. A medida foi anunciada nesta quinta-feira (16) pelo governo britânico.

Este subsídio faz parte de um programa de 250 milhões de libras (282 milhões de euros) destinado a apoiar um transporte de baixa emissão de poluentes. O governo vai iniciar os contatos com as montadoras e as financeiras para viabilizar este projeto.

saiba mais
Salão do Automóvel de NY aposta no carro elétrico
GM testa protótipo elétrico de duas rodas
Mitsubishi vai dobrar produção do carro elétrico i-Miev
Tesla lança primeiro carro elétrico a ser produzido em massa
França investirá 10 milhões de euros em fabricante de veículos elétricos
Amsterdã quer ter praticamente só veículos elétricos em 2040
Obama quer um milhão de carros elétricos nas ruas dos EUA até 2015


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O ministro dos Transportes da Grã-Bretanha,Geoff Hoon, disse que na Escócia o carro elétrico será uma “opção real”. “Reduzir as emissões de monóxido de carbono dos veículos é um elemento chave para combater as mudanças climáticas. Menos de 0,1% dos 26 milhões de veículos do Reino Unido são elétricos, mas existem possibilidades que ainda não foram exploradas para reduzir as emissões”, disse o ministro.

O secretário de estado para negócios, Peter Mandelson, disse que o Reino Unido fixou objetivos ambiciosos para a redução do monóxido de carbono. “O governo tem que atuar agora para assegurar que os benefícios da indústria automobilística britânica seja líder em baixa emissão de poluentes no futuro”, disse Mandelson. “O governo tem que dirigir e apoiar esta medida.”


30/12/08 - 08h23 - Atualizado em 30/12/08 - 09h15
Programa ambiental da Inglaterra estimula carro elétrico
São carros elétricos, energia eólica e aproveitamento da água da chuva. Investimentos em tecnologia para um mundo mais limpo crescem ano após ano.
Marcos Losekann Eastbourne, Inglaterra


Alguns países começam a mudar a história. Um exemplo é a Inglaterra. No passado, foi responsável por uma imensa quantidade de emissões tóxicas à atmosfera. Hoje, tem um dos programas ambientais mais ousados entre os países ricos.

São carros elétricos, energia eólica e aproveitamento da água da chuva. Os investimentos em tecnologia de ponta para um mundo mais limpo crescem ano após ano. É o mostram os repórteres Marcos Losekann e Sergio Gills, na segunda reportagem especial sobre as cidades verdes.

O carro só tem combustível para rodar mais três quilômetros e o dono procura por um poste. É isso mesmo. Nesse caso, é um poste mesmo, e não um posto de combustível. Afinal, o carrinho é movido à eletricidade.

Basta conectar o veículo à tomada em um dos 100 postes instalados pelo governo britânico para facilitar a vida dos primeiros dois mil motoristas que decidiram embarcar na novidade.

Um carrinho com lugar para duas pessoas pertence ao enfermeiro Luciano Cardoso, um brasileiro que mora em Londres há 12 anos: “o meu carro é zero de poluição. Ele é famoso aqui na Inglaterra por isso. A vantagem é que na Inglaterra você não paga IPVA do carro, você não paga uma taxa de congestionamento que é paga para entrar no centro, você não paga para estacionar no centro. Aqui, no centro, é muito caro para você estacionar um carro. Com meu carro, eu não preciso pagar nada”, afirma.

É como recarregar a bateria de um celular. Com uma vantagem: é de graça. Os postes foram instalados pelo governo para incentivar um ambicioso projeto ecológico: ter, até 2030, metade da frota do país movida por combustíveis não poluentes.

É um projeto que combina com outro, não menos grandioso: iluminar 100% das casas britânicas com a força do vento - a chamada ''energia eólica''.

Tudo isso é resultado da preocupação, cada vez maior, dos britânicos com o futuro do meio ambiente. Uma dor de cabeça que levou o arcebispo de Canterbury, líder da Igreja Anglicana, a produzir um vídeo batizado de ''Deus não produz resíduos''. Pela internet, Rowan Willians espera convencer as pessoas a reciclar o lixo.

O que os mais céticos chamam de ''paranóia ambiental'' contagiou os britânicos, principalmente, depois que os jornais publicaram reportagens sobre o risco que vários patrimônios históricos e naturais correm por causa das mudanças climáticas.

A denúncia foi feita pelo National Trust - uma ONG com 3,5 milhões de doadores, responsável pela conservação dos principais monumentos construídos pelo homem ou esculpidos pela natureza.

Um paredão gigante - ou cliff em inglês -, que cerca quase toda a ilha da Grã-Bretanha, é uma das principais características desse país. É um cartão-postal ameaçado, segundo os ambientalistas, pelas mudanças climáticas. O mar sobe, avança e engole, em média, um metro de paredão por ano.

A prova, segundo o conselheiro do National Trust, Phil Dyke, é um prédio que ficava longe do barranco. Agora, resta só metade da construção. A outra parte foi devorada pelo mar. No mapa, Phil Dyke mostra a costa sul da Grã-Bretanha que, segundo ele, está completamente ameaçada.

Em busca de soluções, cada vez mais, os britânicos correm atrás de novidades que, às vezes, parecem uma volta ao tempo. Um condomínio na periferia de Londres não tem ar condicionado, aquecimento central, gás de cozinha nem energia fornecida por companhias de eletricidade. Pode não parecer, mas é modernidade pura.

Placas que captam energia solar substituem os vidros das janelas. O gás é produzido com o esgoto e o lixo do próprio condomínio. O recheio das paredes, feito de estopa e papel picado, garante o calor no inverno. No verão, gigantescos tubos no telhado sugam e distribuem ar fresco pela casa. A água é encanada, mas da rua só vem quando não cai do céu. No porão, um tanque guarda água da chuva.

“A natureza depende de atitudes assim. Faz parte do mundo moderno”, explica o morador de uma das casas.

O primeiro condomínio inteiramente ecológico foi inaugurado há apenas 6,5 anos. A cada dia, vira sonho de consumo de mais e mais pessoas. Afinal, não é em qualquer casa que aparece de repente uma raposa. No jardim suspenso do condomínio ecológico, quem mora é a própria natureza.


Carro elétrico no mercado muda futuro
11/12 - 19:34 - Nahum Sirotsky, correspondente iG em Israel

ISRAEL – É possível que a teimosia de um israelense esteja influindo na hesitação do Congresso americano de ajudar a indústria automobilística do país. É verdade que a primeira ida dos dirigentes da GM, Ford, e Chrysler com um pires na mão pedindo um socorro de US$ 34 bilhões causou irritação aos parlamentares.

Chegaram em seus jatos particulares, super luxuosos, cujos custos de compra e manutenção chegam a muitos milhões de dólares para pedir um dinheiro que o governo recebe dos cidadãos que pagam os impostos.

Na segunda visita, vieram de carro, trouxeram um plano de salvação e acabaram vendo a Câmara dos Deputados concordar em emprestar menos da metade do que era desejado. O Senado ainda reflete. Considera-se que não aplicaram criatividade diante da explosão dos preços do combustível em veículos mais eficientes.

Shai Agassi, um empresário israelense de inovações, implantou a Better Place, para promover comercialmente o carro elétrico e livrar os meios de transportes públicos e privados da dependência do petróleo, que Israel não produz nenhuma gota.

O judeu por tradição é um povo de senso de humor que goza de si próprio, lembra uma anedota que já contei e repetirei: Moisés, o profeta a quem Deus revelou os Mandamentos e apontou ao Povo Escolhido a direção de Canaã, era gago e seu irmão Araão era seu porta-voz. Deus pergunta a Moisés o que ele quer para a Terra dos judeus. Ele tanto gagueja que Deus perde a paciência e aponta o caminho de Jericó como o da Terra Prometida. Mais uma poucas centenas de metros e Canaã seria onde é hoje a Arábia Saudita do petróleo.

Agassi registrou sua empresa na Califórnia. Fechou negócio com Israel, com a Dinamarca e a Austrália para testar a viabilidade econômica de seu carro. A idéia consiste em transformar a energia do vento e do sol com um sistema que faz delas um combustível limpo para baterias especiais para motores. O veículo estaciona em um posto onde recarrega. Israel já decidiu e iniciou a construção de uma primeira rede de 400 postos situados em estacionamentos nos quais também será possível a troca de baterias. A rede deverá ser nacional.

Tom Friedman, colunista e repórter do “The New York Times”, escreveu a respeito, acrescentando que enquanto a GM optou por ignorar Agassi, a Renault e a Nissan estão apostando nele. Bicho inteligente, Friedman simplificou todo o processo em poucas palavras. Depois de repetir a informação do diário israelense de economia, segundo o qual a grande idéia de Agassi é vender cargas para movimentar veículos por X quilômetros com um sistema central que registra tudo e manda a conta no fim do mês. “A GM vende carros, mas a Better Place venderá mobilidade”.

Os primeiros Renault e Nissan elétricos estarão à venda em fins de 2010. Yokohama terá a primeira central de baterias no Japão. A carga custará metade do preço corrente da gasolina. Uma idéia do século 21 derrotará o que foi novo no século 19. Falou-se de Agassi no começo do ano, mas enquanto a notícia não vem das agências, no Brasil, não é notícia.




07/04/2009 - 21h14
GM apresenta protótipo de veículo elétrico com 2 rodas


(atualiza com mais detalhes do veículo) Nova York, 7 abr (EFE).- A General Motors (GM) apresentou hoje o protótipo de um veículo de duas rodas elétrico desenvolvido junto com a fabricante Segway e denominado Puma, que as duas empresas elaboraram como resposta às necessidades de transporte urbano.

A Segway é a firma que desenvolveu e fabrica atualmente veículos elétricos de duas rodas que se mantêm em equilíbrio por eles mesmos graças a um sistema de giroscópios, já tendo lançado 60 mil unidades.

Segundo a GM, o Puma permitirá que as pessoas "andem dentro das cidades com mais rapidez, segurança, limpeza e silêncio, e por um custo inferior".

O nome nada tem a ver com o antigo carro esportivo brasileiro homônimo, mas sim com "Mobilidade e Acessibilidade Pessoal Urbana", que significa sua sigla, em inglês.

A GM e a Segway revelaram hoje, durante uma entrevista coletiva em Nova York, que o veículo é capaz de dirigir e estacionar de forma autônoma, assim como de detectar outros automóveis para evitar colisões.

"Este veículo nos permitirá chegar antes ao destino, sem ter a preocupação de estacionar, e inclusive poderemos aproveitar o trajeto para fazer outras coisas enquanto o próprio automóvel dirige", explicou à Agência Efe o diretor da área de Design da General Motors, David Rand.

O carro, elétrico, funciona com duas baterias de lítio, demora entre quatro e cinco horas para carregar e é ecológico, já que favorece a economia de energia, ao mesmo tempo em que não emite nenhum tipo de gás poluente.

O inovador veículo, desenhado para circular em centros urbanos, possui tração elétrica, assim como direção e freios eletrônicos e pode alcançar uma velocidade de até 56 km/h.

O projeto se encontra em uma fase inicial de desenvolvimento e o protótipo apresentado só possui sua estrutura metálica.

"Esteticamente, falta muito a fazer, mas é um veículo que oferece muita versatilidade, por isso que poderemos personalizá-lo como quisermos", afirmou Rand, que também assegurou que, em um ano, uma versão final do protótipo atual será apresentada.

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[Ecocidade] - Capital Humano / Coréia / Rios SP

capital humano

Uso do transporte público aumenta prática de atividade física, diz estudo

Um estudo canadense publicado recentemente no Journal of Public Health Policy indica que usuários do transporte público são três vezes mais propensos a estarem em forma e, consequentemente, têm menos necessidade de frequentar uma academia de ginástica. De acordo com os autores, essas pessoas têm mais chances de cumprir os 30 minutos diários de atividade física moderada, recomendados pela Fundação do Coração e Derrame do Canadá.
Áudio dos comentários

+Informações: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/cbn/capital_index.shtml




capital humano



23/03/2009

Ambiente e inovação se destacam
Marketing on-line e aposentadoria também estão em alta, aponta estudo do Profuturo

Ambiente e inovação se destacam entre as carreiras mais promissoras e que se consolidarão até 2020, segundo pesquisa recém-concluída pelo Profuturo (Programa de Estudos do Futuro) da FIA (Fundação Instituto de Administração), a que a Folha teve acesso com exclusividade.

A fundação ouviu 96 especialistas na primeira rodada de contatos e outros 112 depois, seguindo metodologia qualitativa -que não necessita de amostra representativa.

"As carreiras estão ligadas a tendências e demandas da sociedade, principalmente inovação, qualidade de vida e sustentabilidade", afirma a professora da FIA Renata Spers.

A carreira citada pelo maior número de especialistas (72%) foi a de gerente de ecorrelações. "Está ficando clara a necessidade de empresas terem executivos que dialoguem com ONGs, consumidores e governo sobre sustentabilidade. Serão cada vez mais necessários, diante do crescente grau de consciência do consumidor", avalia o diretor-presidente do Instituto Akatu, Helio Mattar.

A segunda mais mencionada (67%), a de CIO (Chief Innovation Officer), foca o desenvolvimento tecnológico e a educação continuada, e não só a criação de produtos, diz Spers.

+Informações: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/cbn/capital_230309.shtml

14/04/09 - 21h12 - Atualizado em 14/04/09 - 21h33

Despoluição de rio coreano aponta saídas para o Tietê
Rio Han, na Coreia do Sul, era tão poluído quanto o Tietê.
Projeto coreano de recuperação quer trazer verde de volta.


O Rio Han, na Coreia do Sul, era tão poluído quanto o Rio Tietê, na Região Metropolitana de São Paulo. Hoje, não é mais. A reportagem do SPTV mostrou como isso foi possível.

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1085284-5605,00.html

Veja o site do SPTV

Um rio considerado de "classe 4" é aquele que é tão sujo que dificilmente pode ser recuperado. O Tietê é dessa classe, mas Rio Han não é mais. Ele é um gigante que corta a Coreia do Sul. De ponta a ponta, tem 497 km de extensão. Só na capital, Seul, são 41 km. Depois de percorrer todo o país, o Han deságua no Mar Amarelo.

O Rio Han é o Tietê dos coreanos. São milhares de carros passando por todos os lados, além de pontes, viadutos e muitos prédios. A diferença é que o Han é limpo e usado para transporte e como área de lazer.



saiba mais
Especialistas apontam soluções para os rios de SP em seminário
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Recuperação de córrego em Seul é exemplo para o Rio Tietê
Experiência sul-coreana pode indicar alternativa para salvar Tietê em SP
Esgoto do Tietê vem de 34 cidades da Região Metropolitana de SP
Sem despejo de esgoto, Rio Pinheiros teria 20% do volume atual


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Nas décadas de 60 e 70, conta o diretor do projeto de recuperação do rio, Chan-Gon Kim, o Han perdeu as características naturais para os carros, por causa do rápido crescimento da cidade.

No lugar do verde das margens, foram construídas pistas expressas. Isto impediu o acesso dos moradores ao rio. O projeto de recuperação, que começou há 2 anos, propõe um choque no passado: trazer de volta o rio divertido e agradável, diz o diretor.

Manter a água do rio limpa é o grande desafio. O Han é a única fonte de abastecimento dos 10,3 milhões de moradores de Seul. Os 40 córregos que cortam a cidade deságuam ali. Todos têm a água monitorada constantemente, em estações de saneamento.

O rio também está livre do esgoto doméstico. Seis estações garantem o tratamento. Além disso, diz o diretor do projeto de recuperação, é proibida a instalação, ao longo do rio, de fábricas que possam poluir a água.

Uma parte ambiciosa do projeto coreano prevê acabar com os carros nas marginais do Han. A idéia é construir pistas subterrâneas para todos os veículos e depois tornar as margens do rio o mais natural possível. Hoje, a natureza ocupa apenas 14% da extensão das margens. No final do projeto, a ideia é que isto ocorra em quase 90% da beira do rio.

Já existem 12 parques às margens do Rio Han, oito estão prontos, como o Seul Forest, e quatro passam por reformas. O diretor que cuida da recuperação do Han diz que o objetivo dos projetos é encontrar harmonia entre meio ambiente, cultura e lazer.

"Queremos fazer de Seul uma das dez melhores cidades do mundo. Esse é o conceito do futuro: quem souber equilibrar moradias com natureza será o melhor", diz.

O Ministério das Cidades informou que nos anos de 2007 e 2008 destinou mais de R$ 4 bilhões para o saneamento básico em São Paulo.

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[Ecocidade] Horta Popular - comunitária, de lazer ou de suporte ao rendimento familia

Horta Popular Graça - Mouraria

As hortas em meio urbano são uma realidade em muitos países do Mundo, nas vertentes comunitária, de lazer ou de suporte ao rendimento familiar. A sua presença embeleza os bairros que as acolhem e ajuda a criar um espírito de amizade nos que regularmente se encontram para cultivar os frutos da terra, estimulando uma partilha de saberes.


Horta Popular - O que é?

De uma forma simples, uma horta popular ou comunitária é um espaço verde onde as pessoas se encontram e cultivam vegetais ou flores, num terreno comum ou dividido em pequenos talhões para cada hortelão. Ao contrário de outros espaços verdes da cidade, a sua manutenção é feita pelos próprios utilizadores do espaço e não por profissionais.


Para que serve?

As valências de uma horta popular são muitas e variadas, com benefícios tanto em termos ecológicos como sociais. O aumento do sentimento de pertença a uma comunidade, das relações de vizinhança e de conexão com a natureza são alguns dos efeitos sentidos por aqueles que cultivam os seus vegetais ou flores numa horta popular. De uma forma um pouco mais sistematizada, temos como efeitos benéficos:

- melhoria da qualidade de vida;
- desenvolvimento das relações de vizinhança e de comunidade, estimulando a interacção social;
- aumento do sentimento de auto-estima;
- embelezamento do bairro;
- produção de comida nutritiva e redução das despesas familiares com alimentos frescos;
- criação de oportunidades para recreação, lazer, exercício físico, terapia e educação;
- aumento das oportunidades para inter-relacionamento entre gerações, idosos e crianças;
- criação de habitats para espécies animais e vegetais;
- funciona como regulador da ilha de calor urbano;
- ajuda na regulação do ciclo hidrológico e na prevenção de cheias, ao ser local de infiltração de águas;
- diminuição da quantidade de lixo, ao reaproveitar resíduos alimentares domésticos para composto.


O caso específico da Freguesia da Graça – onde se situa a Horta Popular?

Na intersecção da Calçada do Monte com a Rua Damasceno Monteiro, freguesia da Graça, existe um terreno que se apresenta abandonado há largos anos. Durante algum tempo houve alguns moradores que lá cultivavam os seus legumes, mas há quase uma década que essa actividade desapareceu. É nesse local, com excelente exposição solar, que está a nascer a Horta Popular, aproveitando também as árvores já existentes para criar agradáveis espaços para contemplação do casario e do rio, leitura ou conversa.


Que objectivos temos?

No projecto que estamos a desenvolver, pretendemos incentivar alguns saberes e conhecimentos específicos junto da população do bairro, a saber:

1. Como fazer adubo orgânico a partir de restos de alimentos vegetais;
2. Como criar plantas aromáticas e hortaliças sem recorrer ao uso de pesticidas tóxicos e adubos sintéticos;
3. Ensinar às crianças do bairro como crescem alguns dos alimentos que elas todos os dias consomem, restabelecendo a ligação entre o ser humano e a terra que o alimenta;
4. Criar um agradável espaço comunal, onde seja possível não apenas cultivar a terra mas partilhar saberes através de conversas descontraídas, reforçando laços de vizinhança e sentimentos de pertença ao bairro.


Como poderá o espaço da horta ser organizado?

A horta localiza-se numa vertente exposta a Sudoeste, com muito boa exposição solar. Distinguimos três zonas na horta. Uma zona plana com três pinheiros mansos, na parte superior. Esta é a parte mais indicada para a colocação de algumas plantas aromáticas e flores, mesas, cadeiras e eventualmente um baloiço. Local preferencial para realização de piqueniques, conversas, contemplação do casario do bairro, do Castelo de S. Jorge e do Rio Tejo.

A segunda zona é a da horta propriamente dita, onde se cultivam diversas variedades hortícolas em vários talhões comunais. É a zona de inclinação intermédia, o que ainda assim não dispensa a construção de pequenos socalcos.

Por fim, identificámos uma terceira zona, a que apresenta o declive mais acentuado, que pensamos utilizar como pomar. Dado que está a norte da parte hortícola, não existe problema com a projecção de sombra das árvores de fruto sobre as hortícolas.

Transversal a estas três zonas, pensámos em algumas infraestruturas de apoio, como uma casinha para sementes e ferramentas, uma casa-de-banho e um mini-bar.

À medida que o nosso conhecimento sobre o terreno fôr aumentando, pequenos ajustes surgirão necessariamente.


Compatibilização com usos actuais do espaço

Recuando um pouco atrás, é necessário admitir que o espaço não está totalmente abandonado. É utilizado como latrina de cães dos moradores. Como é importante que os animais tenham um local onde defecar, para manter os passeios adjacentes em boas condições higiénicas, definimos igualmente um local para servir como casa-de-banho para cães.

Retirado do blogue Horta Popular.



--
Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero

http://pt.wikipedia.org/wiki/Usuário:ProsperoClaudio (Apresentação pessoal)
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Aliança_para_uma_Nova_Humanidade
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecocidade
http://www.criefuturos.com.br/criefuturos.html
http://www.holos.org.br/cursosetreinamentos/ (HOLOS - Coaching e Mentoring)
http://www.nef.org.br (Núcleo de Estudos do Futuro)
http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/portal/ (Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento)

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Anexos

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[Ecocidade] Bioconstrução e Bioclimatismo

Aos amigos que bioconstroem novos mundos...



Sabemos todos que é necessário que adotemos técnicas sem impacto ambiental negativo para que a humanidade e todo ecossistema terrestre possam continuar seu ciclo de evolução neste Planeta, e mesmo possibilitar sobrevivência digna aos nossos descendentes.

Neste encontro trocaremos conhecimentos teóricos e práticos, participaremos da construção e uso de um forno para pizza, um banheiro-seco, paredes, teto verde, e rebocos, nas edificações estruturadas com madeiras de reflorestamento e com taquara (bambu nativo).

Módulo de PDC + (PDC Plus) sobre bioconstrução e bioclimatismo, 1 a 3 de Maio de 2009

1 a 3 de Maio de 2009
Eco10, Itapuã, Porto Alegre, RS


Módulo de PDC + sobre Bioconstrução e Bioclimatismo

OBJETIVOS DA OFICINA
Gerais:
O foco deste encontro será experimentar o uso de diversas ecotécnicas que podem e devem ser usadas na construção civil como opção sustentável e saudável das técnicas industriais atualmente utilizadas massivamente.
Além das ecotécnicas, vamos aprender o uso de materiais locais, naturais e renováveis como o bambu, a terra crua, e materiais reciclados em substituição ao ferro e cimento, que causam enorme impacto socioambiental em seus processos de produção.

Específicos práticos
· Por onde começar??? Organização do local, ferramentas e materiais.
· Construção de um banheiro-seco com teto vivo.
· Montagem da estrutura do forno com teto verde.
· Montagem das camadas do teto verde (impermeabilização, drenagem e plantio) para o banheiro seco e o forno.
· Construir um Forno de barro e uso para fazer Pizza!!!
· Construção com terra crua - tijolos de adobe, etc.
· Construção de Piso de barro para interiores.
· Preparação de tintas e revestimentos ecológicos com cal, terra, óleo, esterco...
· Revestimentos de mosaicos de cacos cerâmicos.
· Montagem de um Yurt de bambu.

TÉCNICAS USADAS
Terra crua
A terra crua é utilizada nas construções humanas desde tempos remotos em muitas regiões do Planeta (talvez todas), pois é o material de construção mais abundante.
A terra crua é imbatível para substituir tijolos de terra cozida (ou de cimento) e outros materiais industriais, garantindo zero impacto ambiental, baixo custo, bom padrão estético, eficiência térmica e acústica, resistência, geração de trabalho/renda, auto-estima e auto-suficiência local. Serão abordadas as seguintes eco técnicas com terra crua:
· Pau-a-pique.
· Tijolos de leiva.
· Tijolos de Adobe.
· Cob.
· Taipa de pilão.
· Reboco.
· Piso.
· Super Adobe (terra ensacada).
· Tintas naturais com terra e cal.
· Móveis: Forno, sofá-baú, prateleiras...

Telhado verde
Telhado é essencial em toda habitação humana. É possível utilizar materiais nada impactantes e também ganhar conforto térmico, diminuir o problema com vendavais, favorecer a biodiversidade e trazer mais beleza aos moradores. Construiremos pequenos telhados verdes, com madeira roliça e taquara.

Bambu
Bambu (taquara em guarani?) é uma gramínea (capim) encontrada em todo o mundo, e existem mais de 1400 espécies com diferentes estruturas e aplicações para os seres humanos. Seus potenciais quase ilimitados são utilizados em todo o mundo na construção civil, artesanato, utensílios domésticos, alimentação, vestuário e muitas outras aplicações.
Seu aspecto mais relevante é a alta resistência e grande potencial para a utilização na construção de moradias, pontes, mobiliário e outras estruturas, como opção ao aço e alumínio, ao concreto e também à madeira devido ao seu baixo custo, rapidez no processo construtivo e aspectos estéticos.
O Bambu tem como aspecto ecológico muito favorável o seu rápido ciclo de renovação. Uma vez retirada uma vara de forma correta, o rizoma rebrotará rapidamente, oferecendo mais material para a utilização, além de ser campeão em resgate de carbono.

Mosaico
Esta técnica consiste em aproveitar peças de cerâmica quebrada para fazer revestimento para pisos e paredes impermeáveis.

METODOLOGIA
A oficina inclui teoria sobre bioclimatismo, exemplos históricos de uso de materiais naturais, técnicas empregadas na oficina, vantagens e desvantagens do uso dos materiais naturais na construção, discussão dos conceitos de sustentabilidade e ecologia... entre as atividades específicas, faremos diversos jogos e dinâmicas.

PUBLICO ALVO
Estudantes, construtores, permacultores, ONGueiros e interessados na Auto-Construção em geral.

CARGA HORÁRIA: 26 horas: começando no dia 1 de maio, sexta-feira, às 09:00 horas.

RETRIBUIÇÃO
Oferecemos conhecimento teórico e prático, equipamentos, ferramentas e materiais para serem utilizados durante as práticas do curso, certificado do IPERS, local rústico para acampar ou galpão comunitário, alimentação saudável, nossos cuidados, amizade, e a certeza/esperança que continuaremos o trabalho. Caso tenha restrições favor informar.

R$300. Possível parcelamento em 2 X. Estudantes tem desconto. Há possibilidades de "bolsas" com antecipação para casos especiais. A vaga será garantida após comprovação do deposito.

CONTATO, INSCRIÇÕES E MAIS INFORMAÇÕES
Instituto de Permacultura de Rio Grande do Sul, IPERS
No site: http://www.permacultura-rs.org.br através do e-mail permacultura@...
ou pelo telefone 51-99044907

Instruções aos participantes
O alojamento no galpão é rústico e coletivo, com espaço limitado (solicitar com antecedência). Para os que quiserem mais privacidade existe espaço para barracas.

A cada participante sugerimos trazer: Caderno para anotações e lápis/caneta; Repelente e Protetor solar; Chapéu; Kit de higiene pessoal; Roupa para banho em publico; Roupas para trabalhar; Instrumentos musicais para as noites; Barraca e acessórios; Maquina fotográfica ou filmadora.

Indicações para chegar na ECO10 e outras informações complementárias serão encaminhadas aos inscritos.

Instrutores:
Veja aquí

Reservamo-nos o direito de cancelar ou reprogramar o evento se não houver quorum. Pessoas inscritas serão informadas devidamente.

FONTE: http://br.groups.yahoo.com/group/umanovacultura/message/3469

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***** BLOG do Cidades e Soluções
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http://especiais.globonews.globo.com/cidadesesolucoes/

Trechos dos posts para estimular visita. Também disponíveis vídeos sobre os assuntos.


A sustentabilidade está na moda
Sex, 01/05/09 por André Trigueiro
|categoria Meio Ambiente, Sem Categoria, moda, recursos naturais| tags Meio Ambiente, moda

Moda lembra consumismo, tendências – a cultura do descartável, do efêmero. É possível uma moda sustentável? No programa deste domingo, vamos mostrar que sim. A correspondente Mila Burns foi ao distrito da moda em Manhattan, Nova York, conhecer o trabalho do estilista que transformou o orgânico em marca.

É difícil não ser verde em Nova York. Morando aqui há quatro meses, eu, que sempre fui preocupada com as questões ambientais, sou levada a ver, todo o dia, que podemos fazer mais.

Para quem imagina a cidade como um amontoado de prédios cinzas, gigantescos, além do pulmão verde que mora no centro de Manhattan (na verdade, proporcionalmente, acho que o Central Park ocupa um espaço maior na ilha do que o pulmão no nosso corpo), as ruas se vestem de primavera. Em cada esquina há canteiros de tulipas, parte do projeto de despoluição visual, respeitado por todos.

Na cidade, famosa pelos engarrafamentos, ter carro anda cada vez mais fora de moda. Os metrôs vivem lotados, até mesmo de madrugada. Chegar a uma festa de metrô é natural. O transporte público eficiente promove uma mistura de pessoas que, até sem querer, are going green, como se diz por aqui.

Outra dificuldade é não ser vegetariano. Qualquer restaurante de esquina oferece opções pra quem segue um cardápio livre de carne. Casas especializadas em comida orgância se multiplicam e redes de supermercados de comida saudável estão sempre cheias. Muitos dos novaiorquinos que seguem a dieta se munem de argumentos fortíssimos. Além, do já alardeado fato de que os animais são mal tratados, é comum ouvir por aqui que a produção de carne vermelha consome 16 mil litros de água por quilo e a de trigo, por exemplo, 1.300 litros!

Construções verdes são erguidas no Brooklyn, Bronx e até no centro de Manhattan. Outro dia visitei uma delas, em Hoboken, Nova Jersey, e cada unidade de dois quartos era vendida por US$ 6 milhões. Preço que muita gente está disposta a pagar pra ter a consciência limpa.

Estilista ganha mercado usando tecidos orgânicos

Gravamos para o Cidades e Soluções com um estilista que está ganhando mercado pensando no meio ambiente. John Patrick conta que era um homem rico, um estilsta de sucesso, mas vivia infeliz, achando que pouco fazia pelo mundo. Depois de uma viagem ao Peru, decidiu que mudaria toda a linha de produção e passaria a trabalhar apenas com tecidos orgânicos.

Para isso, no entanto, não abandonou a alta costura. Foi um dos maiores sucessos da Semana de Moda de Nova York, no inicio do ano, e usa tecidos coloridos, estampados, de diferentes texturas. John Patrick vive em uma fazenda sem energia elétrica, perto de Woodstock. Não vê televisão, come apenas o que é produzido na própria horta e segue feliz da vida, acreditando que começa a fazer alguma diferença para a humanidade.

Revolução verde na indústria audiovisual
Qui, 30/04/09 por André Trigueiro
|categoria Meio Ambiente, Vídeos, cinema, recursos naturais| tags entretenimento, Meio Ambiente

Uma revolução verde começa a acontecer na indústria do entretenimento audiovisual nos Estados Unidos e no Brasil. Eficiência energética, reciclagem de materiais e proteção da biodiversidade.




Teste seus conhecimentos sobre a Hollywood ‘verde’
Sex, 24/04/09 por André Trigueiro
|categoria Desenvolvimento sustentável, Meio Ambiente, Reciclagem, Vídeos, cinema, energia, recursos naturais| tags bastidores, Hollywood, quiz

André Trigueiro fala sobre os bastidores ecológicos da indústria cinematográfica americana, tema do programa que vai ao ar no próximo domingo. Clique aqui para responder o quiz e teste seus conhecimentos sobre o assunto!

Hollywood quer provar que é ‘verde’
Qui, 23/04/09 por Marina Saraiva
|categoria Desenvolvimento sustentável, cinema, cultura| tags cinema, Meio Ambiente, selo de certificação

No mundo do cinema e da TV, grandes produções consomem enormes quantidades de matéria-prima e energia. Mas algumas empresas de entretenimento já começaram a trabalhar para uma produção audiovisual mais sustentável. A repórter Tanira Lebedeff foi conferir as inovações em Hollywood para o Cidades e Soluções, e conta o que viu por lá.

As ações para o consumo inteligente de água na maior cidade do Brasil
Qui, 23/04/09 por André Trigueiro
|categoria Cidadania, Meio Ambiente, Vídeos, recursos naturais| tags água, infra-estrutura

A conscientização do uso da água é muito importante. Conheça as medidas que a cidade de São Paulo está colocando em prática para evitar o aumento no custo da água potável e o risco de racionamento.

O que você faz para evitar o desperdício de água?
Sex, 17/04/09 por André Trigueiro
|categoria Cidadania, Desenvolvimento sustentável, Meio Ambiente, recursos naturais| tags água, desperdício, hidrômetros, São Paulo

Muita gente nem se dá conta do enorme desafio que é abastecer de água doce e limpa São Paulo, a maior cidade do país. Confira o comentário feito especialmente para os amigos do blog.

E conte como você faz a sua parte!

54 comentários »

Meio ambiente no Fórum Econômico Mundial da América Latina
Sex, 17/04/09 por André Trigueiro
|categoria Cidadania, Desenvolvimento sustentável, Meio Ambiente, recursos naturais| tags Amazônia, Fórum Econômico Mundial da América Latina, gás carbônico, Meio Ambiente, Rio de Janeiro, sustentabilidade

O REPÓRTER RONALDO GUERALDI ACOMPANHOU O ÚLTIMO DIA DE REUNIÃO DO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL DA AMÉRICA LATINA, NO RIO DE JANEIRO, E ESCREVEU COM EXCLUSIVIDADE PARA O BLOG AS LINHAS ABAIXO, SOBRE O QUE VIU E OUVIU POR LÁ.

“Se contar a redução de emissões de gás carbônico da Amazônia, o Brasil foi o primeiro país a cumprir as metas do Protocolo de Kyoto”.

A afirmação foi do governador do Amazonas, Eduardo Braga. Ele esteve no Fórum Econômico Mundial da América Latina, que terminou hoje no Rio de Janeiro, para participar de um painel sobre a Amazônia. Ele disse também que a floresta deixou de ser um passivo e se tornou um ativo do país.

Meio ambiente e sustentabilidade foram pontos defendidos com frequência no Fórum, inclusive no documento final do encontro que vai ser levado aos chefes-de-Estado na Cúpula das Américas, que começa na sexta-feira em Trinidad & Tobago. Reproduzo literalmente a quinta diretriz “para enfrentar a presente crise e começar um novo ciclo de desenvolvimento”:

“Liderar a cooperação global em iniciativas sobre mudanças climáticas para uma economia verde que inclua tecnologias limpas, fontes de energia sustentáveis e a conservação de ecossistemas”.

Ouvi referências sobre sustentabilidade em duas entrevistas que fiz hoje para a Globo News. Na primeira, o professor da Fundação Dom Cabral e coordenador da pesquisa sobre competitividade mundial, Carlos Arruda, me disse que o Brasil tem potencial de inovação em alguns setores, como o agronegócio, e que a questão ambiental pode ser outro ponto diferencial em nosso favor. Ele disse que o mercado está impondo uma cultura verde. Os consumidores demandam e o setor empresarial tem essa consciência.

Outro ponto para a gestão ambiental: num debate sobre sustentabilidade e biocombustíveis, o vice-presidente da Fiesp, Juan Quirós, surpreendeu a plateia ao falar sobre prédios verdes. “Quando eu disse que as edificações são os maiores emissores de CO2, na frente de transportes e processos industriais, ninguém mais queria saber de etanol, só fizeram perguntas pra mim”, contou, animado, Quirós.

Segundo ele, as estatísticas da LEED (Leadership in Energy and Enviromental Design), dão conta de que as edificações comerciais e industriais são responsáveis por 72% do consumo de energia elétrica no mundo e 40% das emissões de CO2 e que os “prédios verdes” podem reduzir em até 40% as emissões de gás carbônico; 40% o consumo de água; 50% o consumo de energia elétrica e em até 70% os resíduos sólidos. Quirós reconhece que o custo do “greenbuilding” podem ser até 12% maiores do que os prédios convencionais, mas diz que o investimento é recuperado em apenas 18 meses. Isso mesmo, um ano e meio! Pena que há apenas 15 prédios desta natureza no Brasil. A boa notícia é que 100 projetos estão em fase de aprovação.

O conceito de construção sustentável está revolucionando a construção civil do mundo
Qui, 16/04/09 por André Trigueiro
|categoria Desenvolvimento sustentável, Meio Ambiente, Vídeos| tags construção, Meio Ambiente

Conheça o primeiro empreendimento sustentável do Rio de Janiro certificado como selo verde. USP abre espaço para esta nova tendência do mercado. Brasília: bairro residencial é construído de acordo com o green building.

Economia de energia em prédios
Qui, 09/04/09 por André Trigueiro
|categoria Meio Ambiente, Vídeos, energia| tags energia

O novo selo do Procel medirá o consumo de energia nas edificações no Brasil. A novidade será adotada a partir de junho. Veja também como os alemães podem escolher livremente a sua fonte de energia.

E muito mais no site.
Parabéns ao André Trigueiro por mais este gol pela Sustentabilidade.

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Enc: [holos-isor] [!!! ]Oásis Santa Catarina

Excelente.

Vale a pena conhecer. E, quem sabe participar.

O Oásis Santa Catarina é um movimento em rede iniciado por jovens de diferentes regiões do Brasil que convida toda a sociedade - pessoas, organizações e governos - para coordenarem talentos e recursos de maneira espontânea para solucionar um problema que é comum a todos: garantir um futuro sustentável do ser humano no planeta. Serão 4 etapas de ação: jogo virtual, construção coletiva, seminário de boas práticas e plano regional de desenvolvimento sustentável.
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Mensagem recebida de Raisa Zarin via Grupo Yahoo fechado Holos-ISOR
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Olá,

Estou divulgando o Oásis Santa Catarina. Deem uma lida que vale a pena.

Há duas formas de participar: nas equipes que vão colocar a mão na massa na construção do Oásis, ou como colaborador ajudando da forma que puder (é só usar a criatividade).

Site: http://oasissantacatarina.ning.com/

Oásis Santa Catarina:
O Oásis Santa Catarina é um movimento em rede iniciado por jovens de diferentes regiões do Brasil que convida toda a sociedade - pessoas, organizações e governos - para coordenarem talentos e recursos de maneira espontânea para solucionar um problema que é comum a todos: garantir um futuro sustentável do ser humano no planeta. Serão 4 etapas de ação: jogo virtual, construção coletiva, seminário de boas práticas e plano regional de desenvolvimento sustentável.

De abril a julho de 2009 - Jogo Virtual: Oasis Santa Catarina.
Por meio do Oasis Mundi, uma tecnologia social desenvolvida e disponibilizada pelo Instituto Elos, pessoas do Brasil inteiro poderão conhecer a realidade e a história das comunidades afetadas pela enchente em Santa Catarina e, de uma forma prazerosa e cooperativa, poderão contribuir para a solução dos desafios que as comunidades enfrentam.

O jogo virtual começa com a inscrição das comunidades e das equipes de universitários que trabalharão em parceria. As Comunidades apresentando sua abundância de talentos, recursos locais, sonhos e desafios, e os Universitários apresentando as potencialidades presentes no seu time. No jogo, cidadãos comuns, empreendedores, governantes e especialistas do mundo inteiro poderão ser Colaboradores. Eles conhecerão as comunidades e equipes universitárias e, mesmo à distância, poderão oferecer um Presente – uma idéia, um produto ou um serviço que possam ser aplicados na prática pelas comunidades em parceria com os universitários nas etapas seguintes do jogo.

Os Universitários que quiserem participar do jogo terão que convocar uma equipe de 40 pessoas na sua localidade, se inscreverem no jogo virtual e cumprir um conjunto de 6 tarefas preparatórias. Paralelamente acompanharão as outras 6 tarefas realizadas pelas comunidades e as contribuições espontâneas on-line de toda a sociedade. Juntos descobrirão de que forma eles poderão coordenar Recursos e Talentos para o sucesso da etapa seguinte de construção coletiva em Santa Catarina - julho de 2009.

Julho de 2009 – Construção Coletiva: Oasis Santa Catarina.
Apenas 10 das equipes universitárias inscritas serão eleitas para esta etapa em Santa Catarina em regime de consenso pelas próprias comunidades. No início de Julho, todas as equipes se reunirão numa mesma cidade para receber um treinamento básico de 3 dias, em seguida rumam para 5 dias de mutirão com as comunidades eleitas. O encerramento reunirá novamente as equipes por mais 2 dias para o intercâmbio das experiências vividas nas diferentes cidades.

Como forma de compartilhar a experiência, as equipes universitárias retornarão para seus estados com o compromisso de realizar um novo Oasis junto às suas comunidades no dia 17 de outubro – o Dia Mundial de Combate à Pobreza.

Novembro de 2009 – Seminário Internacional de Boas Práticas: REUNES 2009.
Ocorrerá no Instituto de Tecnologia da Aeronáutica – ITA em São José dos Campos, SP e colocarão juntos representantes de organizações juvenis de vários continentes, governantes, empresários, representantes de organizações sociais e de agências internacionais de fomento, especialistas em mudanças climáticas e assentamentos sustentáveis para juntos compartilharem as melhores práticas, elaborarem estratégias de ação e desenvolverem protótipos sustentáveis aplicados à realidade de Santa Catarina. Ao final do evento, os grupos jovens voarão para Santa Catarina levados por aviões da Força Aérea Brasileira para 2 dias de construção coletiva dos melhores protótipos desenvolvidos no Seminário.

O resultado esperado é o pacto social de colaboração entre empresários, governantes e sociedade catarinense para desenhar e implantar um plano estadual de desenvolvimento sustentável (PEDS) no estado a ser apresentado em janeiro de 2010.

[REUNES 2008] http://www.reunes.com.br/

Janeiro de 2010 – Plano Estadual de Desenvolvimento Sustentável - PEDS
Jovens de todo o Brasil e de outros países, retornarão à Santa Catarina para o lançamento do plano estadual de sustentabilidade pelos parceiros do pacto social e para a construção dos protótipos desenvolvidos no plano regional de desenvolvimento seminário de boas práticas juntamente com a rede de contatos de cada um dos envolvidos.

Abraços,
Raisa Zarin

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[ECO] Broadway (+verde e +humana) será permanentemente fechada ao trânsito

22/05/09 - 07h55 - Atualizado em 22/05/09 - 08h07

Broadway será permanentemente fechada ao trânsito

Medida faz parte da campanha para tornar a cidade mais verde e humana, com menos trânsito.


JORGE PONTUAL Nova York

(Veja o vídeo)
http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1163589-16020,00-BROADWAY+SE...

Times Square e Broadway são ícones de Nova York. O movimento confuso de carros e pedestres é parte do atrativo para turistas do mundo todo. Mas a campanha para tornar a cidade mais verde e humana, com menos trânsito, levou a prefeitura a fazer uma experiência que pode mudar radicalmente o espírito do lugar.
Leia mais sobre Mundo no G1

A partir de domingo (24), a Broadway será permanentemente fechada ao trânsito em dois trechos: em Times Square, entre as ruas 47 e 42. E Herald Square, entre as ruas 35 e 33, onde fica a loja de departamento Macy's. Na altura das duas praças, a Broadway vai virar uma rua de pedestres.

Em outros trechos da avenida, os carros já perderam três pistas, convertidas em ciclovias e calçadões. Times Square vai ficar assim: toldos, mesinhas, tudo muito tranquilo e civilizado. Mas o que será que o turista vai achar quando em vez do caos tradicional deste lugar, encontrar uma praça como outra qualquer, sem muita cara de Nova York?

A brasileira Priscila, que mora lá, aprova a medida: "Eu acho que vai melhorar um pouco porque é muita gente andando 24 horas".

Wiley Norvell é diretor de uma organização que, há 20 anos, luta para fechar a Broadway aos carros. Ele explica que o modelo vem de cidades como Amsterdã, Copenhague e Bogotá, onde a bicicleta está substituindo o automóvel.

Wiley faz parte do crescente contingente de jovens que vão trabalhar de bicicleta. Para eles, o fechamento da Broadway é uma grande vitória. Mas os motoristas estão revoltados. O chofer de táxi acha que o trânsito vai ficar muito pior: “A área concentra os hotéis e teatros da cidade. Só vamos poder parar longe daqui", ele reclama.

James, que trabalha perto de Times Square, acha que fechar a Broadway vai reduzir o tumulto, mas teme que sem a bagunça e os carros a praça perca o charme.

Nova York ficará mais parecida com as cidades europeias: um pouco menos caótica. Mas, todos esperam, ainda bem tumultuada.

(Tumulto = atraente - esta é uma parte da COSMOVISÃO ou VISÃO DE MUNDO [1] que precisa ser revista se desejarmos um mundo SUSTENTÁVEL = onde a Humanidade possa continuar a viver)

[1] Weltanschauung
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Cosmovisão)

Weltanschauung é uma palavra de origem alemã que significa literalmente visão do mundo ou cosmovisão. Ela é adotada regularmente em diversas línguas com este significado. Pode ser usada para descrever a maneira como uma pessoa enxerga o mundo, a imagem que ela faz da vida e dos homens. Outro sentido no qual é empregada é o de uma imagem do mundo que lhe é imposta, isto é, uma ideologia. Suas origens etimológicas remetem ao século 18.

Está se reconhecendo em nossos dias que sem a introdução de "um princípio de fé" não se pode construir nenhum sistema metafísico e nenhum Weltanschauunng. Esta corrente, normalmente presentes nos nos livros cristãos, defende um principio apologético ou seja em defesa da palavra de Deus.

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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero

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