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Tags: 12/02, comentarios, encontro, presencial
Gente, foi ótimo, ótimo...
Não imaginei encontrar tantas pessoas tão preciosas. Vou procurar uma a uma para podermos conversar sem a pressão da roda em que temos que racionar o nosso tempo de trocas. Vi em vários e várias de vocês o nascimento de vínculos que serão certamente muito duradouros e profundos. Para mim, foi o suficiente, e o extraordinário. Um momento de semeadura. As colheitas virão, não eram para acontecer ontem...
Para mim, alguns próximos passos são:
5/3 - lançamento do núcleo SBGC Ribeirão Preto. Conto com a presença do Renato, e convido a Cíntia, de Catanduva, para que possamos aprender com RP e criar um na região de SJRP.
Papos pessoais com cada um, para investigarmos interesses e paixões comuns.
E conto com todos para a construção do KM-SP, que mencionei ontem, e detalharei mais aqui um pouco mais pra frente.
OLá Cintia, achei muito interessante a sua proposta de uma atuação-já, mas na minha opinião precisamos desenvolver mais o grupo, divulga-lo entre os universitários e se preciso panfletar nas universidades para trazê-los para nossa rede (literalmente), quanto maior o grupo mais efetivas serão nossas ações. Mas se decidirem agir eu tô dentro, rsrs.
Cintia Alves disse:Como disse ontem, é muito bom encontrar um bando de gente louca que acredita ser possível construir um mundo melhor, mais justo e com relações horizontais (vou manter o duplo sentido).
Dando a minha contribuição quanto à proposta, feita pelo Marcelo, de articularmos ações demonstrativas, acredito que não precisamos esperar pelo nosso próximo encontro presencial, mas podemos inicia-las por aqui.
Quero colocar um assunto, que ocupou os jornais dessa semana, que diz respeito à violência nos trotes universitários. Lembro-me de um movimento, feito na USP no inicio dos anos 90, de repúdio a esse tipo de prática.
Como poderíamos agir em rede para transformar esse "rito de passagem" em algo que contribua com o desenvolvimento comunitário ao invés de estimular o preconceito, a humilhação e o desejo de vingança? Será que por meio de ações simples, usando as muitas ferramentas tecnológicas que temos à disposição, além de nossa criatividade, conseguimos trazer um ambiente mais saudável nessas instituições? Certamente esse comportamento agressivo dos universitários é apenas a "ponta do iceberg".
Estou me sentindo um pouco romântica dizendo tudo isso, mas acredito estar falando grego para gregos.
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