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Haroldo Vilhena

Nova Economia: Intangível, Gratuita e Participativa.

Informação

Nova Economia: Intangível, Gratuita e Participativa.

Este grupo vai discutir as transformações ocorridas no mercado que mudaram os paradigmas da nova economia.

Membros: 32
Última atividade: 16 horas atrás

Oportunidades na Economia do Intangível

A economia moderna tem passado por uma grande transição: da economia do tangível, do acúmulo, para a economia do intangível, da circulação e da atenção (do agora). Por séculos a riqueza e o poder eram medidos de forma tangível (palpável), sendo representados pela posse de uma determinada reserva de valor. Grandes Imperadores eram donos de castelos, jóias, exércitos. Esta forma de riqueza e poder tem ficado obsoleta, por ser incapaz de lidar com a velocidade dos processos no mundo moderno, como pode facilmente observado comparando-se uma GM a uma Google.
Dentro desta dinâmica, em 1971, o dólar perdeu o lastro ouro. Aquela reserva de valor palpável e limitada (ouro) deu lugar para uma reserva também palpável (dólar), mas que pode ser mais facilmente adaptada às necessidades de liquidez do mercado.


EUA - Um país sonhando, constrói realidades

Durante décadas milhões de imigrantes chegaram aos EUA em busca do Sonho Americano, de “fazer a América”. Ter seu carro, sua casa e estabilidade para cuidar de sua família era a materialização desse Sonho. No País das “oportunidades” muitos imigrantes ilegais (mão de obra com algumas das características chinesas – baixos salários e quase sem direitos) trabalham em busca do progresso, mas poucos realmente chegam lá. Mas numa economia movida pela expectativa do futuro promissor, participar do sonho pode ser quase tão bom quanto realiza-lo. Por isso, muitos americanos durante anos tiveram o usufruto dos seus principais bens, não sendo os verdadeiros donos deles. Através de uma relação, muitas vezes, perene com o sistema financeiro, eles fizerem o leasing para o “seus” carros, financiaram a hipoteca de “suas” casas e pagaram suas despesas nos cartões de crédito, sem quitá-los no final do mês. A década de 90 serviu como um modelo acelerado deste sistema: O elevado crescimento americano, sustentado em grande parte pela valorização expressiva dos mercados acionário e imobiliário, não chegou aos americanos através de melhores salários. Estas valorizações, inicialmente sustentadas por resultados reais advindos dos novos processos de informatização, comunicação e automação, deram inicio a uma década de prosperidade que incentivou empresas e famílias a aumentarem seus gastos. Incentivados por este moto contínuo de crescimento, muitos passaram a participar da especulação imobiliária e acionária como uma fonte de extra de renda. Na Economia movida pelos sonhos, a fé no futuro fazia parte do jogo.

A Crise

A bolha da internet estourou, a bolha imobiliária, idem. O 11 de setembro trouxe para a atmosfera americana o Medo. É muito difícil acreditar no futuro, se você tem Medo. Novas guerras e uma baixa expressiva na taxa de juros geraram um novo ciclo de endividamento, com novo aumento dos imóveis. Novos fatos foram se sucedendo até que com a perda de garantias de papeis do setor imobiliário, ajudada pela inadimplência, fez o castelo de cartas ruir.

Economia da Abundância ( Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired)

“Graças ao milagre da abundância, a economia digital virou a economia tradicional de cabeça para baixo. Quem procurar nos livros encontrará a definição de economia como “ciência social que consiste em fazer escolhas em um ambiente de escassez”. O próprio Milton Friedman nos lembrou várias vezes de que “não existe refeição grátis””.
“Mas o estudioso estava errado sob dois aspectos. Em primeiro lugar, “refeição grátis” não significa necessariamente que a comida está sendo distribuída ou que será paga em outro momento – pode significar apenas que outra pessoa está bancando a conta. Em segundo lugar, no universo digital, como já pudemos ver, as principais bases da economia da informação caem de preço a cada dia. Duas das principais funções da escassez das economias tradicionais (custos marginais da produção e distribuição) também começam a despencar. É como se um restaurante de repente não tivesse de pagar pelos ingredientes e pelos custos de mão-de-obra necessários para preparar os pratos.”

Mas será que é possível lidar com a “Nova Economia” sem Crises?

No ótimo artigo de Alain Herscovici sobre “Economia do conhecimento, trabalho ‘imaterial’ e capital intangível”, Alain assume: “A “Nova Economia” é, por natureza, uma economia especulativa”, e chega a compará-la, por sua intangibilidade, com a indústria de produtos culturais Num ambiente de constantes mudanças e muitas incertezas, de alta e rápida obsolescência, com fontes intangíveis de receitas e com preços de commodities ditados pelo próprio mercado é muito difícil prever os resultados que um negócio pode gerar. A análise das bolhas financeiras racionais mostra que elas aparecem nestes mercados, onde o valor fundamental dos ativos é dificilmente determinável.
Certamente o mercado hoje é caracterizado por um clima de mudanças constantes, o que além de gerar medo e a instabilidade é fonte inesgotável de crises, como também de grandes oportunidades.

Primeiros temas para reflexões:

0 - Sugestões
1 - A Nova Economia
2 - Produtos e Serviços Gratuitos (freeconomy)
3 - A Economia Participativa (wikinomics)
4 – A Criação da Sociedade Auto-sustentável
5 - Conhecendo a Crise Econômica Mundial
6 – Central de Mídia


Fórum de discussão

Haroldo Vilhena

0 - Sugestões 5 respostas 

Iniciado por Haroldo Vilhena. Última resposta de Claudio Estevam Próspero 8 Nov.

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4 – A Criação da Sociedade Auto-sustentável 5 respostas 

Iniciado por Haroldo Vilhena. Última resposta de Augusto de Franco 18 Out.

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2 - Produtos e Serviços Gratuitos (freeconomy) 2 respostas 

Iniciado por Haroldo Vilhena. Última resposta de Vera Maria dos Santos Moreira 12 Out.

Haroldo Vilhena

7 - Modelo de Ativação da Economia pelo Intangivel

Iniciado por Haroldo Vilhena 11 Out.

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5 - Conhecendo a Crise Econômica Mundial 1 resposta 

Iniciado por Haroldo Vilhena. Última resposta de Haroldo Vilhena 21 Jul.

Haroldo Vilhena

1 - A Nova Economia

Iniciado por Haroldo Vilhena 18 Jul.

Haroldo Vilhena

3 - A Economia Participativa (wikinomics)

Iniciado por Haroldo Vilhena 18 Jul.

Haroldo Vilhena

6 – Central de Mídia

Iniciado por Haroldo Vilhena 18 Jul.

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Haroldo Vilhena Comentário de Haroldo Vilhena 16 horas atrás
Claudio,

O livro "O que o Google faria?" é realmente bem interessante, vai na linha da Nova Economia que estamos defendendo por aqui falando sobre a questão da participação do consumidor, da atenção, da troca de produtos pela atenção e opinião do consumidor... Resumindo: A google entendeu a nova economia e métodos que regem o novo momento das corporações e das pessoas.
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 2 dezembro 2009 às 17:59
[Inovar] Inovação Aberta: Propriedade Intelectual favorece ou trava Criatividade e Inovação ?


Repasso o excelente texto de Ladislau Dowbor com profundas reflexões sobre:

Propriedade Intelectual favorece ou trava Criatividade e Inovação ?

Aproveito para agradecer ao Ladislau, que está copiado, pela possibilidade de acesso a tão rica argumentação sobre um assunto tão presente em minhas próprias reflexões e aprendizados sobre uma Sociedade do Conhecimento em gestação e de como esta pode ser construída de modo Sustentável: equitativo, fraterno e livre, de acordo com os ideais da Revolução Francesa, que até hoje não conseguimos materializar na Sociedade Humana (Igualdade, Fraternidade e Liberdade), com o devido equilíbrio de seus componentes.

Recomendo uma leitura atenta a todos que se interessam pelos temas: Colaboração, Comunicação, Conhecimento, Educação, Criatividade e Inovação.

Uma provocação à reflexão, derivada da leitura do texto: fiquei com a impressão que mais urgente que a Reforma Trabalhista (flexibilização da Consolidação das Leis Trabalhistas) é a Reforma Intelectual (flexibilização das Leis de Propriedade Intelectual), tendo por objetivo o Desenvolvimento Humano, em contraposição ao simplista Crescimento Econômico, .



Como aperitivo alguns trechos selecionados:

Ver em:

Todos os Fóruns >> [Fóruns temáticos] >> Inovação >> [Inovar] Inovação Aberta: Propriedade Intelectual favorece ou trava Criatividade e Inovação ?
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tm.asp?m=6383&forumid=&mpage=1&key=

---------- Forwarded message ----------
From: Ladislau Dowbor
Date: 2009/12/2
Subject: RE: [Inovar] Inovação Aberta: o novo imperativo para criar e lucrar com a tecnologia
To: Claudio Estevam Próspero


Claudio, nesta linha pode te interessar o meu texto anexo, uma sistematização dso principais argumentos que estão na mesa, na linha do acesso aberto. Abraço, Ladislau

From: Claudio Estevam Próspero [mailto:prosperoclaudio@gmail.com]
Sent: terça-feira, 1 de dezembro de 2009 14:13
To: undisclosed-recipients:
Subject: [Inovar] Inovação Aberta: o novo imperativo para criar e lucrar com a tecnologia


Seminário Open Innovation com Henry Chesbrough

quote:

Fonte => E-book: Inovação: uma demanda crescente By Cezar Taurion (Evangelista Técnico da IBM)

https://www.smashwords.com/extreader/read/3587/53/inovao-uma-demanda-crescente
Haroldo Vilhena Comentário de Haroldo Vilhena em 29 novembro 2009 às 12:44
Claudio,

Grato pelo Post.
Uma grande fonte de informações.
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 23 novembro 2009 às 16:45
"O" caso de sucesso para a Transição Organizacional:

Este comentário foi postado, com conteúdo dos links, no Grupo TRANSIÇÃO ORGANIZACIONAL
http://escoladeredes.ning.com/group/transioorganizacional

Indico-o aqui por acreditar que tem relação com o assunto deste grupo também.

[Inovar] Evite o suicídio organizacional, reflita: O que a Google faria?

Que A Google Faria?, O
Como Atender As Novas Exigencias Do Mercado

Autor: JARVIS, JEFF
Editora: MANOLE
Assunto: ADMINISTRAÇÃO

Neste livro, Jeff Jarvis mostra como pensar de maneiras novas, enfrentar novos desafios, resolver problemas com novas soluções, ver novas oportunidades e entender com outra perspectiva a estrutura da economia e da sociedade, ou seja, ver o mundo como a Google o faz. Ao longo da obra, o autor interpreta as regras ditadas pela Google com as quais devemos viver e fazer negócios em qualquer setor da sociedade, ilustra como essas leis podem ser aplicadas a diferentes empresas e analisa como o pensamento Google está afetando nossas vidas e o futuro.

O que a Google faria se o mundo fosse apenas dela

http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/09/08/o-que-a-google-faria-se-o-mundo-fosse-apenas-dela/

Terça-feira, 16 de junho de 2009 às 10h15
Cloud Publishing: o que o Google faria se fosse uma editora?

http://imasters.uol.com.br/artigo/13133/webwriting/cloud_publishing_o_que_o_google_faria_se_fosse_uma_editora/

Jeff Jarvis: ‘A vida está na versão beta’
Postado por Helena Aragao em 23 de outubro, às 17:37 e arquivado em Notícias | Comentários (2)

http://olivreiro.com.br/blog/2009-10-23-jeff-jarvis-a-vida-esta-na-versao-beta#more-2453

Abraços.

Claudio Estevam Próspero
http://www.linkedin.com/in/cprospero
http://pt.wikipedia.org/wiki/Usuário:ProsperoClaudio (Apresentação pessoal)
http://escoladeredes.ning.com/ (Escola de Redes [E = R])
http://www.novastrilhas.org.br/site/index.asp
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aliança_para_uma_Nova_Humanidade
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecocidade
http://www.wikifuturos.com.br/prosperoclaudio (Wiki Futuros - CrieFuturos)
http://www.holos.org.br/cursosetreinamentos/ (HOLOS - Coaching e Mentoring)
http://www.nef.org.br (Núcleo de Estudos do Futuro)
http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/portal/ (Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento)
===> http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tt.asp?forumid=35&p=&tmode=1&smode=1 (GC em TIC)
===> http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tt.asp?forumid=118 ([Agenda Brasil do Conhecimento]

Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE.
Nossa Espécie (Homo Sapiens Sapiens Demens - Edgar Morin) Agradece!
Haroldo Vilhena Comentário de Haroldo Vilhena em 11 outubro 2009 às 2:07
Convido a todos os interessados a participar de nosso estudo de um Modelo de Ativação para a Economia Americana através de sua porção Intangível.
O Estudo deste modelo permitirá entender melhor porque o lado intangível da economia é capaz de quebrar paradigmas, viabilizando grandes transformações.
O estudo será efetuado sobre um modelo inicial que criamos usando diversas soluções já em uso em locais diferentes do mundo, mas encaixadas de forma criativa para gerar um formato final.
Neste estudo desejamos muito a participação responsável dos membros do grupo de forma que possamos aprimorar o Modelo.
É importante frisar que este modelo, de forma parcial ou total, não serve apenas para os EUA, mas para qualquer cidade, estado ou nação que precisa ativar sua economia.
Haroldo Vilhena Comentário de Haroldo Vilhena em 11 outubro 2009 às 0:45
Acho que todos os interessados pelo tema da Nova Economia, deveriam, nem que seja via internet participar esta semana do evento: Crie Futuros Iberoamerica - Novos Bancos e Moedas na FGV em São Paulo.

Alguns dos personagens interessantes da Nova Economia, onde os individuos são proativos estaram lá (pessoalmente ou por videoconferencia).

http://escoladeredes.ning.com/events/crie-futuros-iberoamerica
Haroldo Vilhena Comentário de Haroldo Vilhena em 5 setembro 2009 às 1:12
A partir disso será elaborado um roteiro de videos e textos básicos para a equalização dos debates.

Quem tiver interesse no assunto, sugiro que assista integralmente o canal Nova Economia, na TV Escola de Redes (dentro do nosso grupo TV Escola de Redes)
Haroldo Vilhena Comentário de Haroldo Vilhena em 5 setembro 2009 às 1:08
Tenho trabalhado num modelo para ativação da Economia America (onde a Crise é bem grave e com repercussões mundiais, e tem sido camuflada, apesar do que diz a mídia) que, é claro, poderia ser usada todo ou em parte por países que decidissem mudar de século na operação de seus impostos e forma de circulação de dinheiro.
Se tiver um grupo desejando discutir o assunto, poderemos começar.
Peço a quem desejar entrar no debate que mande um sinal de fumaça.
Através deste estudo de caso, iremos demonstrar porque a Nova Economia (da informação) tem paradigmas bastante diferentes da Economia Industrial.
Haroldo Vilhena Comentário de Haroldo Vilhena em 5 setembro 2009 às 1:00
Gostei da resenha, que consegue passar uma boa ideia do que se trata o livro.
Grato pela atenção
Augusto de Franco Comentário de Augusto de Franco em 28 agosto 2009 às 9:05
Não deixem de ler esta resenha de Hugo Kuklinski sobre o livro Free do Anderson.
 

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