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Redes na Política

Nodo para estudar a emergência de novas abordagens na política a partir das redes sociais.

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Última atividade: 6 horas atrás

Este grupo está ainda em fase embrionária. Por hora estamos levantando algumas questões que possam ser pertinentes dentro do foco "abordagens emergentes na política a partir das redes sociais", para em seguida estruturar em algumas perguntas de orientação a uma discussão/reflexão mais aprofundada. Sugestões, dúvidas, opiniões, provocações e links são muito bem-vindos.

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61 Comentários

Augusto de Franco Comentário de Augusto de Franco 6 horas atrás

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Alan Dubner Comentário de Alan Dubner em 4 novembro 2009 às 12:14
Vejam essa empreitada!
http://www.youtube.com/watch?v=cQGk9gXbWtE
abraços!
Vera Maria dos Santos Moreira Comentário de Vera Maria dos Santos Moreira em 29 setembro 2009 às 13:27
Eduardo
Gostei muito desse artigo e da frase do Obama "Somos aqueles pelos quais estávamos esperando". Já repassei para a minha lista toda.
Muito bom também esse texto "Novo jeito de fazer política". Estive na passeata pelo clima no domingo ensolarado aqui no Rio que foi do Leblon a Copacabana. Foi muito bom , com pessoas de diversos movimentos políticos e de diversas cidades, todos de alma verde. Havia uma bola de borracha enorme representando a Terra que foi jogada para o alto o tempo todo e ninguém deixou cair.
abc
Vera
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 16 setembro 2009 às 23:29
"Mais lenha nesta fogueira" (Democracia e Internet)

Agradeço ao João Paulo pela informação sobre DEMOEX:

Às 10:50 em 14 abril 2009, João Paulo disse...
http://escoladeredes.ning.com/profile/CeliaRBSchlithler#chatter-2384710:Comment:44275


Demoex

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Democracia experimental (Demoex) [1], um partido político sueco local, é uma experiência em democracia direta eletrônica, com votações pela internet, que teve início durante um seminário denominado "TI - tecnologia da Informaçao e a democracia" realizado em outubro de 2000 numa escola de Vallentuna, um subúrbio de Estocolmo [2].

Uma das razões de sua criação, além do desencanto generalizado com os políticos tradicionais, foi o fato de que na democracia representativa a opinião do Povo só é consultada uma vez a cada quatro anos. E após serem eleitos, os políticos tradicionais podem agir praticamente como bem entenderem até a próxima eleição [3]

As discussões que se iniciaram naquele seminário, tanto online como na vida real, levaram um grupo de estudantes e professores a fundar um partido político Demoex, sem ideologia (no significado direita-esquerda), sem plataforma, e sem sede física, e que só tinha uma promessa: a democracia direta. Esse partido concorreu às eleições municipais em setembro de 2002, e obteve um único assento na cãmara municipal de Vallentuna. Atualmente o sistema opera de forma que o representante eleito para a câmara vote de acordo com os resultados das votações online feitas pelos membros do partido.


Índice
1 Representação na câmara municipal de Vallentuna
2 Ideologia
2.1 Qual é a "profundidade da democracia
2.2 Sociedade aberta
2.3 Distribuição estatística
3 Sistema de votações complexas
4 Resistência dos partidos tradicionais
5 Iniciativas similares no mundo
6 Referências
7 Ver também
8 Ligações externas
9 Bibliografia



Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE.
Nossa Espécie (Homo Sapiens Sapiens Demens - Edgar Morin) Agradece!
Eduardo Rombauer van den Bosch Comentário de Eduardo Rombauer van den Bosch em 14 setembro 2009 às 13:57
Vejam instigante artigo do "Herald Tribune"

Democracia 2.0 espera por uma atualização
International Herald Tribune
Anand Giridharadas
Em Cambridge (EUA)
Talvez a maior das grandes ideias a ganhar velocidade no último milênio foi a de que os seres humanos podem governar a si mesmos. Mas ninguém quis dizer isso ao pé da letra.

O significado real na maioria das vezes era que nós poderíamos eleger pessoas para nos governar e esporadicamente renovar ou revogar seus contratos. Era suficiente. Não havia uma forma prática de envolver a todos nós, o tempo todo.

* Reprodução

As agências federais foram instruídas a divulgar online informações que antes eram fechadas. E
até mesmo a Casa Branca aderiu à onda do Twitter



As manchetes de Washington hoje falam de ajuda a bancos, estímulos, carros usados, Afeganistão e Paquistão, saúde pública. Mas é possível que os historiadores do futuro, ao olhar para o passado, fixem sua atenção num projeto bem mais discreto da Casa Branca de Barack Obama: a tentativa de descobrir como o governo pode se abrir à uma maior participação do público na era digital, de como tornar o autogoverno mais do que uma metáfora.

O presidente Obama declarou durante a campanha: "somos aqueles pelos quais estávamos esperando". A frase messiânica guardava a promessa de um novo estilo de política nessa era de tweets e buddy-pokes. Mas era algo vago, um paradigma jogado casualmente em nossas bebidas. Até agora, o gosto tem sido agridoce.

As agências federais foram instruídas a divulgar online informações que antes eram fechadas; os repórteres das publicações que existem somente na internet foram chamados para coletivas de imprensa; o novo portal Data.gov está pedindo aos cidadãos para criarem seus próprios programas usando conjuntos de dados do governo. Mas os esforços mais reveladores foram em "crowdsourcing" - pedindo aos cidadãos ideias para projetos políticos e permitindo que eles votem nas propostas uns dos outros pela internet.

Durante a transição, o governo criou um "Livro de Informações dos Cidadãos" online para as pessoas enviarem ideias ao presidente. "As ideias mais votadas irão para o topo da lista, e depois da posse, nós as imprimiremos e reuniremos numa pasta como as que o presidente recebe todo dia de especialistas e conselheiros", escreveu Valerie Jarrett, amiga e conselheira de Obama, aos eleitores.

Eles receberam 44 mil propostas e 1,4 milhões de votos dos internautas. Os resultados foram publicados sem muito alarde, mas foram embaraçosos - não tanto para o governo, mas para os cidadãos.

No meio de duas guerras e uma crise econômica, a ideia mais votada foi para legalizar a maconha, uma ideia quase duas vezes mais popular do que revogar os cortes de impostos de Bush sobre os ricos. Legalizar o pôquer online ficou no topo das ideias tecnológicas, duas vezes mais popular do que a criação de uma rede de wi-fi nacional. Revogar aisenção de impostos da Igreja da Cientologia reuniu três vezes mais votos do que levantar fundos para crianças com câncer.

Uma vez no poder, a Casa Branca usou novamente o crowdsourcing. Em março, o Escritório de Política em Ciência e Tecnologia realizou um debate online para tornar o governo mais transparente. Boas ideias surgiram, mas um número impressionante não tinha nenhuma relação com a transparência, com muitos pedidos para a legalização da maconha e um debate irritado (e sem fundamento) sobre a autenticidade da certidão de nascimento de Obama.

Se a internet precisava de um cutucão maior para cair de seu pedestal, o debate sobre a saúde o forneceu. Do ponto de vista do governo, a internet se mostrou muito mais útil para espalhar rumores sobre os "painéis de morte" (supostas listas que permitiriam à burocracia governamental decidir que pacientes mereceriam receber ajuda médica) do que para divulgar a verdade, e para fabricar polêmicas em vez de nutrir o pensamento livre que alguns imaginavam que seria o marco da internet.

Existe um vívido debate atualmente sobre o que alguns chamam de Gov 2.0. Um dos campos vê na internet uma oportunidade sem precedentes para trazer de volta o estilo direto de democracia ateniense. A visão foi retratada num recente documentário britânico, "Us Now", que pinta um futuro no qual cada cidadão está conectado ao Estado tão facilmente quanto ao Facebook, escolhendo projetos, questionando os políticos, colaborando com vizinhos.

"Podemos todos governar?", pergunta o filme no começo. (Ele pode, é claro, ser assistido pela internet).

As pessoas nesse campo apontam para o auxílio da tecnologia da informação para movimentos de base de Moldova ao Irã. Elas olham para a Índia, onde os eleitores podem acessar agora, via mensagem de texto, informações sobre as fichas criminais de candidatos parlamentares, e para a África, onde os telefones celulares estão ajudando a melhorar o monitoramento das eleições. Elas observam que a nova ferramenta pode estender o conhecimento científico e acadêmico confiável para um grande público. Elas observam como a internet, ao democratizar o acesso a fatos e números, encoraja tanto os políticos quanto os cidadãos a basearem suas decisões em algo mais do que palpites.

Mas essa visão de democracia da internet faz parte de uma evolução cultural mais ampla, que parte da expectativa de que seremos consultados sobre tudo, o tempo todo. Cada vez mais, os melhores artigos para ler são os mais divulgados por e-mail, a música que vale a pena ser comprada é de músicos que nós mandamos para o estrelato por mensagem de texto, o próximo livro a ser lido é o mesmo que foi comprado por outras pessoas que compraram o último livro que você comprou, e a mídia que antes nos fornecia informações agora publica aquilo que nós divulgamos no Twitter.

Nessa nova era, nosso consentimento é reunido a cada poucos minutos, e não a cada poucos anos.

Outros especialistas veem a internet de maneira menos romântica. Alguns tendem a se entusiasmar com a participação cívica online, mas são céticos em relação à internet como cura para todos os males da política. Eles acreditam que a rede cria uma ilusão falsa de igualdade, abertura e universalidade.

"Vivemos em uma era de experimentação democrática - tanto em nossas instituições oficiais quanto nos muitos jeitos informais pelos quais o público é consultado", escreve James Fishkin, cientista político de Stanford, em seu novo livro "Quando o Povo Fala". "Muitos métodos e tecnologias podem ser usados para dar voz à vontade do povo. Mas alguns pintam uma imagem da opinião pública vista através de um espelho de casa maluca."

Uma vez que é tão fácil filtrar o que alguém está lendo online, visões extremas dominam a discussão. Os moderados são menos representados, então os cidadãos que buscam um melhor sistema de saúde podem parecer menos numerosos do que os fãs de pôquer. A imagem de abertura e igualdade da internet representa falsamente suas desigualdades de raça, geografia e idade.

As mentiras se espalham como fogo no mato pela internet; Eric Schmidt, diretor-executivo do Google, que obviamente não se opõe ao progresso, alertou em outubro passado que se as grandes marcas do jornalismo confiável morressem, a internet se tornaria uma "latrina" de má informação. A Wikipédia tem acrescentado uma camada de edição - lembra-se da edição? - nos artigos sobre pessoas vivas.

Talvez mais ameaçadora, a abertura da internet permite a grupos bem organizados simularem o apoio, "capturar e se fazer passar pela voz do povo", como disse Fishkin numa mensagem de e-mail.

Não há como voltar no tempo. Agora temos mais opinião pública exercendo pressão sobre os políticos do que nunca. A questão é como isso pode ser canalizado e filtrado para criar sociedades mais livres e bem sucedidas, porque simplesmente colocar as coisas online não é nenhum emplastro universal.

"Nesse momento, a questão não é se a internet é importante e se será utilizada por todos", disse Clay Shirky, um teórico da internet e autor de "Aí Vem Todo Mundo: O Poder de Organizar sem Organizações". Ele acrescentou, numa entrevista por telefone: "agora que ela é tão importante, é na verdade importante demais para não se pensar sobre os problemas constitucionais e de governança envolvidos".

Existe uma busca pela metáfora apropriada. Qual é o novo papel do governo: uma plataforma? Uma máquina como as de refrigerantes, na qual colocamos dinheiro para extrair serviços? Um facilitador? E qual é, de fato, o nosso novo papel - aquele pelo qual tanto esperamos?

Tradução: Eloise De Vylder
Eduardo Rombauer van den Bosch Comentário de Eduardo Rombauer van den Bosch em 10 setembro 2009 às 12:19
Prezados, compartilho com vocês um texto com titulo "Novo jeito de fazer política", que está no site do movimento Marina Silva Presidente. O que acham desta proposta?

Está sendo criada a primeira campanha pela presidência da república totalmente desvinculada de um partido, sendo 100% organizada por cidadãos e cidadãs, de forma descentralizada e participativa.

É preciso compreender que a sociedade e a economia século XXI serão sustentáveis, ou simplesmente não serão. E, para sobreviverem, estarão alicerçadas, certamente, em um outro modo de se fazer política.

A Política Sustentável será mais horizontal, transparente, profundamente democrática e sensível às iniciativas dos pequenos grupos e até mesmo dos indivíduos. O poder será cada vez mais descentralizado, e as redes encontrarão formas cada vez mais eficientes de mobilizar, influenciar decisões e fazer acontecer o que precisa ser feito pelo bem de todas as formas de vida.

Assim será: os partidos e governos não deixarão de existir, mas serão permeados pelas redes, que exercerão uma influência cada vez mais forte sobre todas as decisões políticas. Com a presença das redes, a transparência, a abertura, a participação se tornarão elementos cada vez mais presentes na democracia.

Hoje já temos provas concretas desta política emergente. A eleição de Barack Obama foi uma ponta do iceberg. O Movimento Marina Silva Presidente também é uma expressão desta tendência, sendo um dos responsáveis pelo já conhecido impacto no cenário atual da sucessão presidencial.
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 8 setembro 2009 às 19:16
Obrigado ao Antonio Marcos Gasparin, da Escola de Redes, que indicou-me esta matéria.
(http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/er-37-fatos-sobre-midia-social)


Regulamentação da rede

Reforma de campanha pela internet censura eleitor

Por Alexandre Rodrigues Atheniense

sexta, dia 4
setembro de 2009

Consultor Jurídico [1]

Após a publicação da minirreforma que tratou de uma mudança de regras sobre a propaganda eleitoral na internet, é necessário firmar o entendimento sobre alguns equívocos ou medidas de efeito duvidoso.

A maior crítica ao legislador brasileiro corresponde à tentativa de equiparar a regulamentação da propaganda eleitoral na internet com as mídias tradicionais (TV, Rádio, Jornais e Revistas). A internet não deveria ter este tratamento, pois não é objeto de concessão estatal.

Além disso, o estágio atual da internet é caracterizado por um inegável estímulo ao eleitorado para criar e compartilhar conteúdo por twitter, blogs, youtube e redes sociais. O legislador vedou a propaganda eleitoral nesses canais de comunicação. Isso é retrocesso.

Também foi criada uma distinção conceitual entre o conteúdo publicado por blogs e os sites de notícia — estes devem ser encarados como sendo sites gerenciados pelos próprios provedores do conteúdo. Em outras palavras, a propaganda eleitoral só poderá ocorrer nos sites de notícia, sendo vedada sua divulgação pelos blogs. Segundo o legislador, essa regra deverá ser aplicável já que seria impraticável exigir direito de resposta dos blogs.

Blog deve ser encarado como forma de expressão popular. Não vejo motivos para prevalecer o entendimento de calar a divulgação de conteúdo pelos blogs para justificar uma duvidosa regra de impossibilitar a execução do direito de resposta.

Forçar a criação desta distinção conceitual entre canal de notícias e blogs para controlar a divulgação de conteúdo não tem um resultado prático perceptível. Está prevalecendo o interesse do legislador de entender que a internet deve ser regulamentada, modelando a conduta dos cidadãos, como se a rede fosse um novo canal da mídia tradicional (TV, rádio, jornal), cuja circulação das notícias se dá sem interatividade.

Impor o entendimento de que o Tribunal Superior Eleitoral poderá exercer um eficaz controle da internet da mesma maneira como se opera na mídia tradicional é um erro que demonstra a distância que os nossos legisladores estão da realidade de como funciona a interatividade na grande rede atualmente.

Hoje, cada cidadão é um canal de mídia por meio de blogs, youtube, twitter e redes sociais. Mas o legislador brasileiro não quer que este poder de liberdade de expressão instantânea seja tratado dessa forma ampla. Por esse motivo, veda a propaganda eleitoral na mídia originada pelo eleitorado. Um grave equívoco.

Os próprio sites noticiosos estão se tornando cada vez mais interativos, onde o conteúdo é gerado simultaneamente pelo próprio eleitorado, pelo inegável apelo de instantaneidade, fidelidade e divulgação que as mídias digitais proporcionam.

A medida pretendida não tem efeito prático. Consideremos o exemplo de um brasileiro que mora na Inglaterra, tem um blog, e resolve publicar uma propaganda eleitoral de um determinado candidato. O controle do TSE sobre esta conduta estará vulnerável. É inegável que os usuários da internet sejam estimulados a gerar e compartilhar conteúdo, que podem estar hospedados no exterior e, por esse motivo, o controle da soberania do Estado brasileiro será limitado.

A ineficácia desta medida também acontecerá nos casos em que o blogueiro optar por modificar o layout de seu site e torná-lo um canal de notícias, nos termos da regulamentação. Será que a vedação proposta para a divulgação da propaganda eleitoral seria aplicada ?

Outro ponto que merece registro é o fato de que não houve uma regulamentação detalhada sobre como será possível criar e gerenciar um cadastro de e-mails para divulgação de ações de marketing direto durante a campanha. Nessa regulamentação, não houve menção expressa sobre como o eleitor possa denunciar qualquer prática do recebimento de mensagens sem sua autorização por meio de divulgação de marketing praticado pelo candidato.

Se não há definição expressa sobre o procedimento a ser adotado, a eficácia da medida é restrita. A maneira mais eficiente seria fazer com que houvesse garantia aos eleitores de que as mensagens lhes seriam enviadas somente em decorrência da manifestação de sua vontade própria em aderir ao recebimento. Dessa forma caberá ao candidato ter competência para alavancar simpatia, audiência e tráfego em seu site, de onde deverá ser gerado este cadastro.

Foi instituída também vedação de eficácia duvidosa para proibir os sites de notícia de divulgar sites de candidatos, mesmo com caráter meramente informativo. Talvez a justificativa seja evitar que um candidato que seja dono de um canal de mídia possa agir de forma disfarçada para divulgar determinada candidatura. Medidas dessa natureza, como a vedação ao eleitor de criar referências em seu blog quanto a propaganda eleitoral, só servem para afastar o eleitor do candidato.

Foi incoerente a opção do legislador pela vedação da divulgação da propaganda eleitoral vinculada aos conteúdos digitais gerados pelo eleitor, sob alegação de que essa medida poderia favorecer prioritariamente aos políticos que são proprietários dos canais de mídia. Atualmente, na internet, cada eleitor é um canal de mídia próprio e este direito não pode ser censurado pelo legislador brasileiro.

+Informações;
Consultor Jurídico
http://www.conjur.com.br/2009-set-04/reforma-propaganda-eleitoral-internet-censura-eleitorado



[1] Criada em 1997, a revista eletrônica Consultor Jurídico é uma publicação independente sobre direito e justiça que se propõe a ser fonte de informação e pesquisa no trabalho, no estudo e na compreensão do sistema judicial.

Oferece em seu banco de dados mais de 70.000 arquivos, consultados mensalmente por mais de um milhão de leitores.

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A ConJur é editada por jornalistas com larga experiência nas mais conceituadas publicações brasileiras, que zelam pela fidelidade das informações veiculadas. Conta também com uma vasta rede de colaboradores, da qual fazem parte advogados, juízes, integrantes do Ministério Público, assessores de imprensa entre outros. A proposta da equipe é relatar o dia-a-dia do mundo do direito e da justiça, bem como os principais acontecimentos que interferem na vida do cidadão.

Além da revista eletrônica, a equipe da Consultor Jurídico edita o Anuário da Justiça, que descreve em linguagem clara e didática as principais decisões judiciais dos tribunais superiores (STJ, TST, TSE, STM) e do STF. A Conjur Editorial produz também o Anuário da Justiça Paulista


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Nossa Espécie (Homo Sapiens Sapiens Demens - Edgar Morin) Agradece!
Augusto de Franco Comentário de Augusto de Franco em 27 agosto 2009 às 9:09
Para quem gosta, ou acredita, ou aposta:

http://www.epolitics.com/learning-from-obama.pdf
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 24 agosto 2009 às 20:13
Um pouco mais de Complexidade ("tecido junto"), a la Edgar Morin:

A reflexão abaixo derivou de uma notícia sobre Seminário promovido pela Câmara de Comércio Brasil-Vietnã, que ocorrerá amanhã, creio que no Rio. Em certo momento foi dita a frase abaixo:

Vietnã - "pequena China: um regime Comunista implantando o Capitalismo".

Não seria mais preciso dizer:

Um regime de Capitalismo de Estado, com Partido Único, com exemplos fora da Cortina de Ferro (Ex. México do PRI) implantando o Capitalismo tradicional (Liberal) ?


Se aceitarmos a tese de que os chamados "socialismos reais" pouco tiveram a ver com o Socialismo, mas foram o Capitalismo possível para os países retardatários na Revolução Industrial ou Burguesa, estes não servem de desqualificadores para o Socialismo, que, na minha opinião, tem sido construído nas Sociais-Democraciais da Europa, principalmente nórdicas.

Ver argumentação na Wikipédia:


"http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo_de_Estado"
Categorias: Comunismo | Marxismo | Anarquismo | Economia e anarquismo
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 19 julho 2009 às 17:37
Copio / referencio abaixo duas postagens minhas que, creio, merecem a analise deste grupo.

Às 9:30 em 2 março 2009, Claudio Estevam Próspero disse...
Carlos, bom dia.

http://escoladeredes.ning.com/profile/CarlosBoyle

Parabéns por seus trabalhos multidisciplinares.

Também sou um aprendiz de Edgar Morin (A Religação dos Saberes e A Cabeça Bem Feita - Repensar a Reforma, Reformar o Pensamento)

Na área política concordo com o que entendi de sua visão: ainda não realizamos os ideias da Revolução Francesa: Igualdade, Fraternidade, Liberdade.

Entendo que o Ocidente privilegiou, no discurso, a Liberdade, enquanto o Socialismo Real, ou Comunismo (em minha concepção, Capitalismo de Estado, onde os membros do Partido substituem o papel da Burguesia) privilegiou, no discurso, a Igualdade.

Poucos se preocuparam com a Fraternidade, que, em minha opinião, é o que permite o funcionamento harmônico e contínuo do tripé Iluminista.

Acredito que a verdadeira República, baseada em uma Democracia Social, viverá do equilíbrio dinâmico entre os três pilares: Igualdade, Fraternidade, Liberdade.

Obrigado por seus comentários nas msg´s de blog.
Um abraço
Claudio



[14/07] Liberdade, igualdade, fraternidade / La Marseillaise (tradução)
Postado por Claudio Estevam Próspero em 14 julho 2009 às 19:03

Para mais informações relacionadas recomendo a excelente série de mensagens postadas por Carlos Boyle em:

El siglo de la fraternidad
http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/el-siglo-de-la-fraternidad-1


Revolução Francesa
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Em:
http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/1407-liberdade-igualdade

Abraços.
Claudio
 

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