De forma bem concisa, só para iniciar a discussão: acredito que a forma partido, inventada no século 19, e que ainda prevalece como principal condutor da vontade popular, não sobreviverá à disseminação das redes sociais, e precisará de outras instituições que venham substituí-la.
Alguém tem estudado esse assunto?
Um rastro histórico para essa discussão é saudável, pois todos concordamos - penso eu - que é preciso demarcar claramente a distinção entre redes sociais enquanto ferramenta e redes sociais enquanto fenômeno social.
O rastro histórico: este post do blog do Nassif - "Blogsfera: nova arena pública, descontínua, informal e plural" aponta um fato relevante nessa história. 20 anos atrás o Chico Whitaker aplicou a dinâmica de redes que utilizamos aqui para o Plenário Pró-Participação Popular na Constituinte". Nossa, é verdade, eu lembro!
Prezado Sergio,
Estamos num processo muito interessante entre nosso movimento e o PV em relação a candidatura de Marina Silva. O Sirkis me disse que o PV convidou Marina como consequencia de nosso movimento. E estamos numa discussão sobre como nos mantermos apartidários durante a campanha, se isso é viável, etc.