Escola de Redes

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Redes na Política

Nodo para estudar a emergência de novas abordagens na política a partir das redes sociais.

Membros: 33
Última atividade: 13 horas atrás

Este grupo está ainda em fase embrionária. Por hora estamos levantando algumas questões que possam ser pertinentes dentro do foco "abordagens emergentes na política a partir das redes sociais", para em seguida estruturar em algumas perguntas de orientação a uma discussão/reflexão mais aprofundada. Sugestões, dúvidas, opiniões, provocações e links são muito bem-vindos.

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Marcelo Estraviz Comentário de Marcelo Estraviz em 16 junho 2009 às 17:54
Caros, isso que está ocorrendo é tão velho quanto a própria internet. São as chamadas Flame wars: http://pt.wikipedia.org/wiki/Flaming Também peço para a Beatriz que terminemos o bateboca e ao Augusto que controle o desejo de responder a ela. O método para encerrar um Flame é o silêncio. Silenciemos todos por alguns dias, ok? abraços!
Sergio Storch Comentário de Sergio Storch em 16 junho 2009 às 16:55
Caros, especialmente Beatriz
Já enfrentei muitos batebocas em comunidades virtuais. Infelizmente também já os provoquei e alimentei, o que me gerou um aprendizado precioso, mas também doloroso. Vi um movimento pela paz entre israelenses e palestinos se implodir aos berros e golpes baixos, e concluí que não há nada mais belicoso do que pacifistas donos da razão.
Para mim, há um quê de utopia numa proposta de rede igualitária, em que todos tenham as mesmas prerrogativas. É necessário, sim, hierarquia, mesmo que não assumida, e ela pode ser totalmente legítima. Talvez não concorde ideologicamente nesse ponto com o Augusto, mas não tenho dúvidas do seguinte: ESTE espaço devemos a ele, ESTA inteligência na formação da Escola devemos a ele, e portanto respeito sua ascendência em tudo que disser respeito a essa Escola. Se fizer parte da nossa netiqueta um básico de "pecking order", seremos capazes de interpretar com generosidade as eventuais infrações a um uso adequado de maiúsculas e até mesmo uma ou outra escorregada em autoritarismo ou qualquer outra impropriedade de expressão (não estou compartilhando a crítica não), por parte de qualquer um de nós.
Então, reforço o apelo do Augusto de que demos um fim ao bateboca.

Um abraço
Sérgio
Augusto de Franco Comentário de Augusto de Franco em 16 junho 2009 às 15:57
Essa tipo de diálogo, com acusações de que o administrador usa métodos da ditadura militar... Aí já passou de todos os limites aceitáveis em um ambiente amigável de convivência (sobretudo feita a alguém que resistiu, inclusive na clandestinidade, ao regime militar). Vamos parar com isso, Beatriz. É o que lhe peço, encarecidamente.
Beatriz Pereira Comentário de Beatriz Pereira em 16 junho 2009 às 11:09
Olá Marcelo,

Eu pensava assim também e respondi todas as vezes com gentileza, mas infelizmente, o contraste não provocou nenhum insight maravilhoso e libertário. Então, passei a usar um idioma um pouco mais parecido com o conhecido e entendido, o que surtiu efeito. Como disse uma vez um anigo meu: 'lembre-se sempre de que os chineses falam chinês.'

Olá Claudio,

Concordo em gênero, número e grau comoa sua afirmação:

"Um sonho que se sonha só é apenas um sonho.
Um sonho sonhado por muitos é uma previsão do futuro."

Sem generosidade não se cria nem se modifica nada. é apenas a repetição daquilo que já é praticado, ou seja, a mesma cultura de violência nas mãos de um novo feitor.

Caro Sr. De Franco,


Cresci debaixo de ditadura militar e conheço muito bem todos os subterfúgios e expedientes dessa 'corrente filosófica'. Então, pediria ao senhor que não os utilizasse mais, pois são pútridos, caquéticos e não condizem com pessoas inteligentes.

Desejo a todos uma boa tarde.


Paz e Felicidade a todos os seres, onde quer que eles estejam, inclusive a nós.
Augusto de Franco Comentário de Augusto de Franco em 16 junho 2009 às 7:55
Peço-lhe, mais uma vez, Beatriz, para não usar este site para fazer luta política, nem mesmo sob o pretexto de tentar me "educar" em termos de comportamento na Internet ou netqueta.

Você não pode exigir que as pessoas mudem - ou se desvencilhem - de suas idéias. Isso não é legítimo em um espaço construído sobre a base da diversidade.

Em comentário abaixo você escreveu em meio a várias reprimendas, referindo-se a mim:

"... - e ainda não conseguiu se ver livre de idéias como as que o senhor presentou neste blog seu:'INVASÃO NO SITE DA ESCOLA-DE-REDES'."

Como seria possível isso, Beatriz? Você quer que os outros se vejam livres das idéias com as quais você não concorda?

É claro que desentendimentos e compreensões diferentes são normais em uma rede como esta, aberta a qualquer pessoa. Mas a prática sistemática da provocação em tom irônico ou agressivo, ou querendo dar lições de moral e de comportamento nos outros, querendo que eles mudem suas idéias, não cabe aqui. Esta é a minha opinião.

A Escola-de-Redes é um ambiente interativo, subordinado à lógica coletiva da abundância, no qual - desde que dentro dos objetivos e do escopo convencionados - cada qual pode propor e dizer o que bem-entender. Mas não somos uma espaço público (à semelhança do espaço estatal ou governamental) onde militantes políticos possam se dedicar a travar lutas e adotar comportamento adversarial em relação aos semelhantes. Não podemos entrar aqui para exigir que os outros se desvencilhem de suas idéias.

Portanto, só devem permanecer aqui os que concordam com os objetivos e os propósitos da escola. Quem achar que o administrador de algum grupo ou do site não está agindo de acordo com o que espera, pode sempre propor um outro grupo ou um outro site.

A Escola-de-Redes é um propósito que pode ser realizado em várias redes (e é ótimo que seja assim). Abundância.

Reitero. Temos muita coisa a investigar e a compartilhar sobre redes sociais. Para isso foi criada esta escola, que ainda vai se transformar numa rede de comunidades de aprendizagem. Vamos nos ater aos nossos objetivos.
Marcelo Estraviz Comentário de Marcelo Estraviz em 15 junho 2009 às 23:49
Poderíamos resumir tudo isso a algo simples: "Gentileza gera Gentileza".
:)
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 15 junho 2009 às 23:12
Wikifuturos©® - uma Enciclopédia Multimídia de Futuros Desejáveis

"Um sonho que se sonha só é apenas um sonho.
Um sonho sonhado por muitos é uma previsão do futuro."


Falta-nos Utopias ? !

Convido-os a conhecer uma Rede de Pessoas que estâo "se atrevendo" a sonhar Futuros Desejáveis.

O que é a Wikifuturos?

Wikifuturos©® é uma Enciclopédia Multimídia de Futuros Desejáveis, uma plataforma digital colaborativa e multimídia, realizada em etapas. A primeira delas preparada para receber um acervo de futuros desejáveis em várias mídias + informações sobre o Movimento Crie Futuros©® do qual é a parte mais visível e interativa. A próxima etapa é permitir maior colaboração, onde criamos juntos num processo Wiki.

Crie Futuros©® é um trabalho em rede, é mais que uma metodologia (é um processo, um movimento) para a criação de sementes de futuros que desejamos e merecemos. Sementes que são necessárias para motivar, orientar escolhas, inspirar inovação e apontar oportunidades. Estes futuros se originam em seminários, atividades artísticas, educativas, corporativas mas sobretudo através da SUA PARTICIPAÇÃO!!

CRIE O SEU ! Pergunte-se: qual o futuro que eu sonho, desejo para mim e para os outros? Solte sua imaginação, ouse. A única condição é que o futuro seja desejável, ou seja, traga harmonia, bem estar, equilíbrio. Este é um espaço de sonho e criação, não há necessidade de ser um futuro possível... Mas se for, ainda melhor, pode inspirar quem queira concretizá-los. Você também pode criar a partir do que já existe: fazer um desenho para um texto, uma música para uma imagem, sei lá...Vale tudo. Rabisco de criança de 5 anos, projeto supersônico de PHD em física. Tudo que for harmônico, positivo. E os futuros mais recomendados concorrem ao Prêmio Crie Futuros.

Imaginação e Mãos à obra: http://www.wikifuturos.com.br/index.php

--
Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero

http://pt.wikipedia.org/wiki/Usuário:ProsperoClaudio (Apresentação pessoal)
http://escoladeredes.ning.com/ (Escola de Redes [E = R])
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aliança_para_uma_Nova_Humanidade
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecocidade
http://www.criefuturos.com.br/criefuturos.html
http://www.holos.org.br/cursosetreinamentos/ (HOLOS - Coaching e Mentoring)
http://www.nef.org.br (Núcleo de Estudos do Futuro)
http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/portal/ (Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento)

Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE.
Nosso Planeta Agradece!
Beatriz Pereira Comentário de Beatriz Pereira em 15 junho 2009 às 21:27
É difícil ficar exposto, eu sei. Mas o tema só será encerrado, quando todas as lições que ele trás estiverem bem apredidas, isto significa dizer, os erros tiverem sido entendidos e superados e o correto tiver sido aprendido e estiver implementado.

Aqui não há espaço a ser disputado, pois a centralização total de poder não permite isto. E, no caso, eu não estou disputando espaço, mas apenas praticando aquilo que eu faço tão bem, educar seres humanos.

Aceitar ou não uma colocação não muda a realidade sobre ela.


Paz e Felicidade a todos os seres, inclusive a nós.
Augusto de Franco Comentário de Augusto de Franco em 15 junho 2009 às 16:30
Não posso aceitar essa colocação sobre "civilidade humana" baseada numa etiqueta de internet. Essas são convenções e não princípios, muito menos princípios da Escola-de-Redes.

A posição da lógica da abundância está fundamentada numa visão da pluriarquia e não significa que se está mandando alguém embora. Significa simplesmente que não produzimos aqui escassez, nem queremos reeditar um comportamento comum na militância partidária de disputar espaço em todo lugar.

Aqui não é necessário disputar espaço. Cada um - dentro dos objetivos da Escola-de-Redes - pode fazer o que bem entender.

No entanto, lhe peço para parar com isso. Temos muita coisa para investigar e compartilhar.
Beatriz Pereira Comentário de Beatriz Pereira em 15 junho 2009 às 15:23
Olá Sergio,


Muito obrigada pelas suas colocações sempre tão lúcidas e apropriadas. Sim este é um momento em que se pode rever e melhorar uma série de questões importantes, tanto nas redes quanto nas relações humanas, e o que foi apontado é material de reflexão absolutamente bem-vinda. Sendo assim, eu jamais colocaria esta discussão no nível pessoal com o senhor De Franco, e sim, a manteria no patamar em que está, isto é a discussão sobre a civilidade humana em ambiente virtual e a relação disto com as redes sociais e os partidos políticos.

Bem, quanto à proposta do senhor De Franco da criação da minha própria rede, a resposta é não - aliás, para bom leitor, isso significa 'por que Você não vai embora daqui?' e a essa proposta e respota também é não.

Quanto à sua proposta de criação de um grupo sobre o tema boas maneiras on e offline, lamento dizer, mas não disponho de mais tempo, pois já modero grupos em outras redes e não consigo cuidar de todos os grupos e de seu bom desenvolvimento a contento.

O máximo que eu posso fazer, pelo menos neste momento, é criar uma discussão sobre este tema aqui neste grupo, o que me parece adequado, já que tratamos de Política e, consequentemente, de Relações Humanas, o que forçosamente, inclui boas maneiras.

Concordo plenamente em alinhar as pessoas a um objetivo comum, mas tenho certeza de que todo mundo pode falar e tratar com gentileza com quem quer que seja, especialmente àqueles a quem não conhece. A intenção é boa, a forma é que não é. Bons modos cabem em qualquer lugar, estou certa disto.

Seria interessante a leitura do livro de Amy Vanderbilt sobre o tema e vou providenciar um título sobre o ambiente virtual para divulgá-lo aqui. Mas posso deixar, desde já, uma pequena listinha de dicas práticas:

1. LETRAS MAIÚSCULAS SIGNIFICAM QUE O ESCRITOR ESTÁ GRITANDO COM O LEITOR!

2. negrito, dependendo do texto, significa que o escritor está talking down com o leitor

3. O uso do imperativo me lembra do ditado italiano: 'voglio non si dice ne meno nel giardino del Edene.'

4. Toda colocação tem a sua denotada e a sua conotação, ou seja, as linhas e as entrelinhas. Então depois de algo como: 'VAMOS COMEÇAR A TRABALHAR' lê-se automaticamente: 'VAGABUNDOS'.

5. Ordens como 'ATENÇÃO: NÃO É PARA DISCUTIR E SIM PARA TRADUZIR. MENCIONE O PEDAÇO (OU OS PEDAÇOS) QUE VOCÊ TRADUZIU E PUBLIQUE A TRADUÇÃO NO CAMPO DE COMENTÁRIOS.' são dignas de uma lista de palavrões como resposta. Tudo numa boa, claro. Afinal de contas, não aconteceu nenhum arroubo de autoritarismo até aqui.

Bem, encerro por aqui, por enquanto. Assim que tiver mais material para leitura e discussão voltarei ao grupo para a criação da discussão sobre este tema.

Paz e Felicidade a todos os seres, inclusive a nós.
 

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