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Augusto de Franco

TRANSIÇÃO ORGANIZACIONAL

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TRANSIÇÃO ORGANIZACIONAL

Transição Organizacional | A transição da organização piramidal para a organização em rede.

Membros: 108
Última atividade: 6 Nov

QUAL O TRABALHO DESTE GRUPO

Este grupo foi criado para elaborar coletivamente um programa de transição organizacional: da organização piramidal para a organização em rede. O nome provisório deste programa é TRANSIÇÃO. Trata-se de uma experiência inicial - assemelhada, talvez, ao crowdsourcing - que não sabemos ainda como vai funcionar.

Transição é um programa de sustentabilidade para organizações baseado na evidência de que tudo que é sustentável tem o padrão de rede.


O objetivo do programa é criar condições para que empresas e outras instituições hierárquicas encontrem o seu próprio caminho de busca da sustentabilidade (organizacional).


O programa prevê a transição (substituição gradual) dos modelos de gestão baseados em comando-e-controle para modelos de gestão compartilhada visando a construção de sistemas de governança em rede no qual estejam conectados não apenas os colaboradores internos da organização mas também uma parte expressiva de seus demais stakeholders.


Uma vez desenvolvido este programa, ele será de Domínio Público. Isso significa que qualquer pessoa poderá aplicá-lo em qualquer organização, seja por meio de trabalho voluntário ou remunerado, desde que seja preservado o direito moral dos seus autores e da Escola-de-Redes.

Serão considerados autores os que trabalharem no desenvolvimento do programa (propondo elaborações detalhadas para cada uma de suas fases) e não apenas os que se registrarem neste grupo. Só devem se registrar neste grupo os que estiverem dispostos a trabalhar no programa.

Clique AQUI para ver a proposta inicial.

Quem não concordar com este projeto pode abrir outro grupo.

Três leituras importantes sobre o tema deste Grupo:

TASPCOTT, Don & WILLIAMS, Anthony (2006). Wikinomics. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007.

HOWE, Jeff (2008). Crowdsourcing (O poder das multidões: por que a força da coletividade está remodelando o futuro dos negócios). Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

FRANCO, Augusto (2008). Tudo que é sustentável tem o padrão de rede: sustentabilidade empresarial e responsabilidade corporativa no século 21. Curitiba: Escola-de-Redes, 2008.

Mais uma referência importante:

BRAFMAN, Ori & BECKSTROM, Rod (2006): The Starfish and the Spider. NY: Penguin Group, 2006 (não está disponível online, mas existe tradução brasileira: Quem está no comando? A estratégia da estrela-do-mar e da aranha: o poder das organizações sem líderes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007).

Fórum de discussão

Augusto de Franco

UMA DISCUSSÃO ACUMULADA SOBRE O TEMA 8 respostas 

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Gabriel de Andrade 15 Out.

Sergio Storch

Criar cadeias de conhecimento pode ser um caminho para a transição? 4 respostas 

Iniciado por Sergio Storch. Última resposta de Sergio Storch 8 Set.

Augusto de Franco

2 | Diagnóstico do Padrão Organizacional (Mapa da Organização e Mapa dos Stakeholders) 5 respostas 

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Josué de Menezes 8 Set.

Augusto de Franco

1 | Sensibilização 26 respostas 

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de JOSÉ MARIA QUADROS DE ALENCAR 6 Set.

Augusto de Franco

PROPOSTA INICIAL 41 respostas 

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Augusto de Franco 5 Set.

Augusto de Franco

9 | Constituição da organização virtual (espelho) paralela 5 respostas 

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Eric Vieira 13 Maio.

Augusto de Franco

4 | Constituição do Embrião da Rede 9 respostas 

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Vivianne Amaral 28 Abr.

Augusto de Franco

7 | Avaliação do Piloto 2 respostas 

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Moema Cotrim Saes 14 Abr.

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5 | Implantação do SMA - Sistema de Monitoramento e Avaliação 1 resposta 

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Omar Rocha 10 Abr.

Augusto de Franco

11 | Geração da nova organização

Iniciado por Augusto de Franco 9 Abr.

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10 | Avaliação e decisão final

Iniciado por Augusto de Franco 9 Abr.

Augusto de Franco

8 | Generalização da Transição

Iniciado por Augusto de Franco 9 Abr.

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6 | Constituição da Rede

Iniciado por Augusto de Franco 9 Abr.

Augusto de Franco

3 | Decisão de iniciar a Transição

Iniciado por Augusto de Franco 9 Abr.

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51 Comentários

Augusto de Franco Comentário de Augusto de Franco em 29 outubro 2009 às 17:20
Olhem só que interessante para nosso trabalho aqui neste grupo. Eles estão chegando, timidamente ainda, mas estão...

Corretora adota rede social corporativa e abandona intranet

CIO/EUA, via Computerworld (29/10/09)

Um grupo de 30 funcionários da companhia participou do desenho de todo o projeto e ajudou a escolher o fornecedor da plataforma de comunicação

Com mais de 430 escritórios espalhados pelos Estados Unidos, a empresa de corretagem e investimentos online Scottrade, optou por uma forma ainda pouco convencional de comunicação e troca de informações entre seus funcionários. Após perceber que sua intranet não suportava mais o volume crescente de informações – as quais tinham passado de 150 para 31 mil arquivos em cinco anos –, a empresa migrou essa plataforma para uma rede social corporativa.

O projeto começou a ser desenhado no início de 2008. Na época, a Scottrade buscava uma modernização da intranet, com o intuito de automatizar processos. A diretora de arquitetura de negócios da companhia, Tracie Gildehaus, conta que a atualização de um documento, por exemplo, representava algo muito trabalhoso. Na prática, os usuários mandavam as mudanças para a equipe de Tracie, composta por quatro profissionais, realizar as alterações. E, por conta de uma alta demanda, isso demorava, em média, três dias.

Ainda segundo a diretora, por conta do rápido crescimento da intranet, outro problema era encontrar as informações necessárias na rede. Como resultado, os funcionários pediam que a TI desenvolvesse blogs ou outras ferramentas que facilitassem um relacionamento mais próximo entre os profissionais, com o intuito de compartilhar conhecimentos.

Projeto democrático

Com base nesse cenário, Tracie, em conjunto com o CIO da Scottrade, Ian Patterson, decidiram transformar a intranet em uma rede social. Para tanto, um dos primeiros passos tomados por eles foi convidar 30 funcionários – de diversas idades, departamentos e funções – para uma reunião. Durante esse encontro, os profissionais foram separados em grupos de três pessoas e cada equipe recebeu 150 cartões, nos quais tinham de anotar uma aplicação ou informação importante que estava armazenada na intranet.

A partir dos dados escritos nos cartões, cada grupo apresentou sua ideia de como as informações deveriam estar organizadas e apresentadas na nova rede interna. E, depois de toda a exposição de ideias, as equipes chegaram a um consenso de como seria um desenho ideal para a rede social.

Outra etapa do projeto envolveu a escolha do fornecedor (a Oracle) da plataforma que suportou o projeto. E, assim como na fase anterior, Tracie convidou diversas empresas a apresentar seus produtos e deixou que os 30 funcionários votassem em qual das soluções atendia melhor suas necessidades.

A rede social corporativa da Scottrade, que começou a ser desenvolvida em janeiro de 2008, inclui uma variedade de ferramentas. Entre as principais, estão blogs dos usuários e uma plataforma wiki que fornece uma enciclopédia de termos e documentos que podem ser atualizados pelos próprios usuários. Além disso, existe uma página de cada departamento no estilo do Facebook, na qual as pessoas podem contar no que estão trabalhando, bem como conseguem se conectar a outros profissionais. A empresa utiliza também essa área para atualizar as equipes sobre dados e políticas corporativas, procedimentos e oferecer material de treinamento.

Ao todo, o projeto consumiu nove meses de trabalho da equipe de TI e de arquitetura de negócios. Mas no dia em que a ferramenta foi ao ar, 90% dos profissionais da companhia já começaram a acessá-la. Tracie atribui esse sucesso a uma agressiva estratégia de comunicação.

Para mostrar os benefícios e ensinar os usuários a utilizar as ferramentas disponíveis na rede social, antes do lançamento da nova plataforma, foram criados diversos vídeos demonstrativos, os quais eram apresentados por uma personagem virtual (avatar) chamada Scottina, ainda na intranet antiga.

Matéria linkada: Procter & Gamble usa rede social para aproximar equipes

Antes mesmo do lançamento oficial da solução, cerca de 12 mil usuários de todo o mundo já acessam a solução corporativa de Web 2.0

CIO/EUA

Publicada em 02 de setembro de 2009 às 09h05

As tecnologias tradicionais de comunicação entre os profissionais, como e-mail e sistemas de mensagens instantâneas, tendem a facilitar o trabalho em equipe. A Procter & Gamble (P&G) - uma das maiores fabricantes mundiais de produtos na área de consumo -, no entanto, expandiu essa visão de colaboração ao incorporar as ferramentas de Web 2.0 em uma única plataforma global, voltada a estimular a troca de informações entre pessoas que apresentam interesses e objetivos comuns, mas pouco contato no dia a dia.

A ideia do projeto de uma rede social surgiu quando a empresa deparou-se com a constatação de que os seus mais de 138 mil funcionários, espalhados em 160 países, tinham ideias e experiências que poderiam ser compartilhadas, independentemente da distância geográfica. A partir daí, a equipe de Global Business Services (Serviços Globais de Negócio, em português) decidiu criar uma intranet para permitir a troca de informações e de conhecimentos entre os funcionários.

Na prática, a Procter & Gamble iniciou o projeto por um grupo pequeno de usuários, selecionados nas áreas de TI, inovação, pesquisa e desenvolvimento e marketing. Depois de testar wikis, blogs e outras ferramentas similares, a empresa selecionou uma aplicação corporativa de Web 2.0 – desenvolvida pela Telligent. Intitulada de PeopleConnect, a solução é parecida com o Facebook, ao permitir que os usuários apresentem seus perfis, status, participem de grupos de discussão e compartilhem notícias e informações.

Atualmente, cerca de 12 mil usuários já participam da iniciativa, a qual ainda não foi divulgada formalmente na companhia. E a Procter & Gamble já incorporou algumas facilidades, como uma ferramenta corporativa de busca a partir da qual os funcionários conseguem acessar informações no ambiente de Web 2.0.

Apesar da empresa monitorar a adoção da plataforma e contar com métricas de desempenho, ainda não tem como estimar o impacto real da ferramenta. “Esta plataforma de Web 2.0 trouxe velocidade, transparência e uma capacidade de engajamento das pessoas nunca antes vistos na P & G”, observa o gestor de arquitetura corporativa da empresa, Michael Fulton.
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 24 setembro 2009 às 23:39
Amig@s.

Sugiro dar uma lida no último capítulo do livro citado abaixo. Muitos pontos em comum com o que temos conversado sobre como as Organizações serão no século XXI, se quiserem sobreviver...

Abraços.
Claudio
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 24 setembro 2009 às 23:32
The Network Roundtable is a user community supporting the use of, and research into how network analysis is used to advance organizational and personal performance. The Roundtable works with leading organizations and researchers to develop theories, best practices and user technology. These developments are shared with members. In turn members share their insights into how network analysis is and can be applied to strategic imperatives such as cost containment, innovation and leadership development.

http://www.crossanalytics.com/nrt/
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 24 setembro 2009 às 23:27
Redes sociais
Como empresários e executivos de vanguarda as utilizam para obtenção de resultados
Autor: Rob Cross / Robert J. Thomas

Redes sociais revela aos empresários e executivos como obter excelência em inovação e atingir os resultados com mais facilidade por meio do uso inteligente das redes sociais nos seus negócios.

Rob Cross e Robert J. Thomas trabalharam ao lado de executivos de mais de cem empresas de alto nível e entidades governamentais e, neste livro pioneiro, eles descrevem em detalhes como esses líderes utilizam as redes para incrementar as receitas, reduzir os custos e acelerar a inovação.

Redes sociais nos negócios apresenta diversos cases de empresas bem-sucedidas, como Procter & Gamble, Microsoft e Novartis, os quais também ajudarão o leitor a implementar em suas empresas as ideias, estratégias e ações expostas no livro.

Gênero: Gestão e Administração
Formato: 16x23
Número de Páginas 256
Origem: Estrangeiro
Ano de Publicação: Set / 2009
Código de Barras: 9788573125672
ISBN: 978-85-7312-567-2

Editora Gente lança livro sobre redes sociais
set.24, 2009
http://www.techlider.com.br/2009/09/editora-gente-lanca-livro-sobre-redes-sociais/

Editora Gente mostra como as empresas podem atingir o cliente na internet

Pode parecer exagero, mas estamos assistindo a uma verdadeira revolução tecnológica. As chamadas redes sociais estão diminuindo ainda mais a distância entre pessoas, empresas, marcas, produtos e clientes. Já assistimos organizações preocupadas com a imagem no ambiente tecnológico que monitoram ferramentas como Orkut, Twitter, Facebook, Flickr, Blogs, YouTube, para gerenciar reclamações, exigências ou para estreitar ainda mais o relacionamento com o público e clientes em potencial, oferecendo promoções e usando como mais uma forma de marketing.

As empresas começam a se dar conta que as redes sociais são ferramentas poderosas para o relacionamento com o cliente. Com o intuito de fortalecer, ou apresentar as chamadas redes sociais e suas inúmeras maneiras de atingir o público, a Editora Gente traz “Redes Sociais – como empresários e executivos de vanguarda as utilizam para obtenção de resultados” de Rob Cross e Robert J. Tomas.

Os autores foram a campo e, por meio de pesquisas e depoimentos de empresários e diretores de grandes empresas, apresentam formas de inovar e fortalecer as relações corporativas por intermédio das redes sociais. Através da observação, eles descrevem como elas podem ser importantes ferramentas para diminuir custos e estreitar o relacionamento, se transformando em excelente canal para contato direto com o consumidor.

“Redes Sociais”, nova publicação da Editora Gente, está disponível desde o início de setembro em todas as livrarias.

Sobre os autores

Rob Cross – é professor de Administração da Universidade de Virgínia e Diretor de Pesquisa da Rede Roundtable, um consórcio de 75 organizações que visa patrocinar a investigação sobre aplicações de redes sociais para questões de gestão.

Robert J. Tomas – é diretor executivo da Accenture Institute for High Performance baseada em Boston, Massachusetts e do John R. Galvin professor de Liderança na Fletcher School of International Affairs na Tufts University. Ele escreve, ensina e consulta sobre liderança e mudança transformacional.
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 23 setembro 2009 às 22:24
Augusto e demais pares:

Estive relendo a cadeia de comentários abaixo, desde seu início, e fiquei com a impressão de que podemos aprender algo com a experiência de alguns colegas de TIC, que estão buscando criar equipes auto-gerenciáveis para produção de software, segundo o Manifesto para o Desenvolvimento Ágil de Software.

Para evitar cópia de conteúdos sugiro, se lhes interessar, verificar as referências sobre o assunto em:

Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento
Todos os Fóruns >> [Fóruns de GC em áreas de aplicação] >> GC na área de TI >> Manifesto para o desenvolvimento ágil de software
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/foruns/tm.asp?m=6161&forumid=35

Abraços.
Claudio
Claudio Estevam Próspero Comentário de Claudio Estevam Próspero em 23 setembro 2009 às 21:57
Augusto e demais pares:

Em uma primeira leitura do texto sugerido [1], parece-me que as 3 razões apresentadas são racionalizações:
[1] 54546-redes-sociais-o-que-tira-o-sono-dos-gestores

- celular, e-mail podem ser fatores de distração dos colaboradores e ninguém pensa em proíbi-los;
- idem para o aspecto segurança da informação, acrescido de que o colaborador poderia revelar informações confidenciais em uma conversa em um bar, logo ninguém deveria sair da empresa, certo? !!!
- o ponto que mais se aproxima do real motivo é a preocupação com a Cultura da Empresa não estar preparada.

Acho que o problema é que as Organizações (Autarquias, Empresas, ONG´s, etc.) são estruturadas na forma militar e todos temem a perda do controle sobre as comunicações, a fonte de poder dos administradores, que as "Redes Sociais" de funcionários trazem.

Quase ouço alguns dos pensamentos deste tipo de "Gestor":
- "Sugestões e críticas, só através da Cadeia de Comando / Gestão, senão o que será da Hierárquia?"
- "Este assunto não é da sua Alçada, concentre-se nas tarefas que lhe foram designadas."
- "Se qualquer um, talvez com remuneração bem menor que a minha, me aparece com a solução para uma questão que não identifiquei, da qual me omiti ou para a qual não tenho solução, como vou manter as vantagens do meu cargo?"

Abraços.
Claudio
Haroldo Vilhena Comentário de Haroldo Vilhena em 23 setembro 2009 às 21:16
A conversão de uma empresa 1.0 para 2.0 é bem complexa, até porque muitos paradigmas serão criados para que ela opere da nova forma. A "empresa" que já nasce 2.0 vai se ajustando e se adaptando e encontrando um novo caminho neste formato, e recebendo os benefícios desta nova forma de operação.
Acho que dentro da realidade da "antiga empresa" talvez a melhor forma seja entrar com esta forma de operação a partir de novos projetos.
Haroldo Vilhena Comentário de Haroldo Vilhena em 23 setembro 2009 às 21:06
Texto interessante.
Participo.
Augusto de Franco Comentário de Augusto de Franco em 23 setembro 2009 às 20:45
Este texto merece uma crítica: vamos fazer?

Redes sociais: o que tira o sono dos gestores?
Augusto de Franco Comentário de Augusto de Franco em 6 setembro 2009 às 5:42
Já transcrevi algumas partes abaixo e fiz algumas observações pontuais sobre o livro de BRAFMAN, Ori & BECKSTROM, Rod (2006). Quem está no comando? A estratégia da estrela-do-mar e da aranha: o poder das organizações sem líderes. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2007. Pretendo fazer uma resenha mais completa. Mas aconselho a todos os que participam deste grupo que adquiram e leiam o livro, que tem tudo a ver com nosso trabalho aqui.
 

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