Escola de Redes

A escola é a rede

Célia Schlithler
  • Feminino
  • Cotia, SP
  • Brasil
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dezembro 6
Oi Vera, O video é ótimo, né? Tenho grande interesse em saber mais sobre este projeto. Por meio de qual metodologia a rede será formada? Estou facilitando a formação de uma rede envolvendo famílias, OSCs e setor público na comunidade Real Parque/Jar…
dezembro 6
dezembro 2
dezembro 2

Olá!

Sou assistente social e tenho formação e aperfeiçoamento em coordenação de grupos operativos. Trabalho com redes sociais de desenvolvimento comunitário há mais de dez anos.

Comecei em 1998, como consultora do Instituto C&A, que nesta época já incentivava a formação de “grupos associativos” – integrados por OSCs de atendimento a crianças e adolescentes. Na primeira experiência, comecei a capacitar um grupo – escolhido por todos – para exercer o papel de facilitador do processo de formação do grupo associativo. Foi assim que dei início a uma metodologia para a formação de facilitadores de redes, tendo como principal referência a teoria de Pichon-Rivière e a técnica de grupo operativo.

Em 2003 fui trabalhar no IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social, onde conheci a visão de Desenvolvimento Comunitário Baseado em Ativos (ABCD), que agreguei à metodologia. Lá assumi a coordenação dos projetos de desenvolvimento comunitário contribuindo para a formação de várias redes intersetoriais, algumas temáticas (educação infantil, juventude) e outras de desenvolvimento comunitário.

Nesses dez anos já trabalhei com a formação de facilitadores de mais de 30 redes sociais. A metodologia que adoto é apresentada no livro de minha autoria “Redes de Desenvolvimento Comunitário – iniciativas para a transformação social”, da Global Editora, publicado pelo IDIS em 2004.

Desde setembro de 2008, voltei a ser consultora independente e estou trabalhando com o desenvolvimento de grupos (equipes de trabalho e outros), redes e comunidades.

Adoro trabalhar com comunidades, com a mediação de processos de construção coletiva, em qualquer tipo de organização, e com o desenvolvimento de profissionais que atuam em desenvolvimento comunitário.

Sou defensora da formação de facilitadores de redes (eles ajudam a rede a não deixar de ser rede) e das estratégias de grupalização. Tenho grande interesse em discutir as redes e sua importância para o desenvolvimento comunitário no Brasil.

Para quem tiver interesse em entender a grupalização, vai aqui um texto, agora mais completo. Grupalizacao_CSchlithler.pdf
Abraços!


Blog de Célia Schlithler

Célia Schlithler

PROCESSO É RESULTADO

Todos nós queremos que iniciativas, ações, programas e projetos sociais tenham resultados e impacto. Mas será que não estamos precisando ampliar nossa visão sobre o que é resultado na área social? No caso das redes sociais isso é muito relevante. Leia mais em meu artigo "Processo é Resultado" e dê sua opinião.

Nem tudo o que conta é contável. Nem tudo o que é contável conta.
Albert Einstein

A preocupação com a demonstração de resultados é assunto recorrente em encontros de profis… Continuar

Postado em 12 janeiro 2009 às 21:00 ‚Äî 16 Comentários

Célia Schlithler

Sobre a relação entre as construções teóricas na Escola de Redes e nossa vida real nas redes

Ler muito sobre o que está se escrevendo sobre as redes sociais. Pensar a respeito, re-elaborar o que já era pensado, anotar e escrever. Não tenho dúvidas de que este caminho é essencial para o desenvolvimento dos estudiosos de redes, entre os quais me incluo. E me alegro porque hoje existem espaços para a construção de conhecimento diferentes da academia, que podem ser mais abertos, dinâmicos e compatíveis com a realidade, como a Escola de Redes.

Mas ando um pouco... preocupada (ou desapontada… Continuar

Postado em 29 dezembro 2008 às 13:37 ‚Äî 6 Comentários

Célia Schlithler

Gestão de Redes

Este texto foi escrito para uma Oficina de Formação de Facilitadores de Redes pela Educação Infantil.
Gerir é administrar, dirigir, governar. Então seria este o termo mais apropriado para as redes sociais? Do mesmo modo que “governança”, este termo está muito associado a organizações com outro tipo de estrutura, a piramidal, em que as ações são geridas a partir de referenciais instituídos, tais como: funções das pessoas (quem é chefe de quem), departamentos ou áreas de atuação, metas inst… Continuar

Postado em 27 novembro 2008 às 14:30 ‚Äî 17 Comentários

Caixa de Recados (31 comentários)

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Às 15:27 em 2 dezembro 2009, Luiz Fernando Sarmento disse...
Oi Célia,
cópias brutas do material que gravamos, em dvd, para você e Cássio selecionarem trechos, acredito estarão prontas somente em janeiro. Então nos comunicaremos. Peço envie seu email e endereço completo para o meu email de trabalho: luizfernando@sescrio.org.br (tenho dificuldade em utilizar a rede).
É com prazer,
Luiz Fernando
Às 14:22 em 30 novembro 2009, Luiz Fernando Sarmento disse...
Oi Célia,
inda mobilizado pela bela Expo.
Identificação profunda com o movimento FIB, aquele da Felicidade Interna Bruta.

Um tanto na linha do Instituto Alana www.alana.org.br, ligado ao Criança, A Alma do Negócio... > http://www.culturainfancia.com.br/goto.php?u=documentario

Imaginei talvez você e Cássio possam assistir à cópia bruta do que gravamos naquela conversa sobre redes... e selecionar trechos. Caso conveniente, posso enviar cópia (dentro de uns 20 dias)... me diga pra onde. Meu email: luizfernando@sescrio.org.br

Um abraço,
Luiz Fernando
Às 22:27 em 12 setembro 2009, Claudio Estevam Próspero disse...
Lamento ter chegado tarde nesta discussão.
Gestão de Redes
Postado por Célia Schlithler em 27 novembro 2008 às 14:30

http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/gestao-de-redes?id=2384710%3ABlogPost%3A1602&page=2#last_comment

Mas acho que aqui cabe a visão de ètica do Paulo Freire, a ètica Humana, que entendo se aproxima do defendido pelo Silvio e pela Célia

Um abraço.
Claudio
Às 22:14 em 12 setembro 2009, Claudio Estevam Próspero disse...
Olá, Célia.

Como conversamos sobre Paulo Freire, no final do simpósio SP, gostaria de sua opinião sobre o post abaixo:
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Car@s, espero que ainda estejam acompanhando este diálogo.
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CONFIANÇA - Ativo intangível de inestimável valor econômico
http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/confianca-ativo-intangivel-de?id=2384710%3ABlogPost%3A14501&page=2#comments
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Um trecho do comentário que acabo de incluir solicitando sua opinião:
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Creio que se teremos uma Escola de Redes - como sempre lembra o Augusto, ela poderá existir, mas ainda não existe - não podemos prescindir de ler, reler e recriar Paulo Freire, como ele mesmo sempre colocou, adequando-o ao novo espaço / tempo, em nosso caso, dos fluxos das redes.

Estive lendo dois livros (Pedagogia da Autonomia e Pedagogia dos Sonhos Possíveis) e entendo que ele nos oferece um rico material para a autonomia e auto-didatismo pleiteados pelo Augusto e outros que aqui colaboram. O que vocês acham? Como incluir estas reflexões aqui? Um grupo com tópicos para cada livro? Junto com Morin, Quinn e outros em Tópicos do Grupo Ecoloucos, aos quais o Augusto já se referiu como base para uma Filosofia das Redes Sociais?
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Um abraço.
Claudio
Às 11:15 em 25 junho 2009, Gilberto Fugimoto disse...
Oi Célia,
Isso mesmo, rede acontece onde menos se espera.
Vc irá ao Simpósio?
Se for, bons contatos e sucesso. Lamento não pode ir.
Quem sabe nos vemos por aqui no Rio.
abração
Às 16:19 em 13 junho 2009, gordawlad disse...
Oi Célia, sou Wlad Lima, atriz, diretora e pesquisadora de teatro em Belém do Para. Estou começando agora um rde entre os artistas da Amazônia, intitulada Rede Teatro d@ Floresta. Estou engatinhando nessa história de redes, mas reconheço no seu texto sobre grupalidade, muito da realidade do fazer teatral. Estou começando a desenvolver uma pesquisa e gostaria muito de trocar com vc. Por gentileza visite o endereço a seguir http://redeteatrodafloresta.ning.com/
e me ajude um pouco a organizar idéias.
Agradeço e abraços, gordaWlad.
Às 12:40 em 10 junho 2009, Regina Ferreira Vieira disse...
Obrigada Célia, pelo apoio. Estou num momento crítico do meu processo de pesquisa, daí que a sua resposta me ser tão importante também pela prontidão que a realizou. Esta questão é-me cada vez mais crucial: "ser ou não ser rede", o que é e o que não é? Limitações e possibilidades de circuitos de intervenção (em rede?).

Maius uma vez obrigada e irei realizar os contactos que me indicou.

Regina Vieira
Às 12:19 em 8 junho 2009, Regina Ferreira Vieira disse...
Segue a referência à lei mais recente que actualiza o programa de redes social em Portugal : Decreto-Lei n.º115/2006 de 14 de Junho, que configura os princípios, finalidades e objectivos da rede social, assim como sua constituição, funcionamento e competência dos seus orgãos.

Que possibilidades e limitações pode ter este programa de implementação de rede(s) social (ais) nas redes de resposta aos abusos sexuais de crianças, que é o meu objecto. Qual o efeito da formalidade (decreto) na constituição de redes?

Deve haver outra forma mais directa de contactar consigo que não através de comentário... Desculpe mas estou a iniciar a minha relação com a Escola de Redes. Agradeço orientações!

Obrigada

Regina Vieira
Às 11:49 em 8 junho 2009, Regina Ferreira Vieira disse...
Olá Célia, sou Regina Vieira, assistente social emPortugal e estou a realizar uma tese de doutoramento sobre redes de intervenção no abuso sexual intra-familiar de crianças. Pretendo identificar se a intervenção que é realizada expressa um trabalho em rede ou apenas a existência de fluxos muito sectorizados nas áreas de promoção, atendimento e defesa/responsabilização. A minha área de pesquisa é a cidade de Lisboa (capital). Temos legislado (dispositivo) um programa intitulado "rede social" (Resolução nº 197/97 de 18 de novembro) e na cidade de Lisboa está a ser implementado mas ainda sem avanços na área de protecção a crianças, em especial ao que respeita aos abusos sexuais. Envio o site (http://195.245.197.202/preview_pag.asp?r=12828) sobre a configuração deste programa para que possa ter um conhecimento mais esclarecido e pergunto:
- A estrutura da "Rede de Protecção de crianças e adolescentes" que existe no Brasil, e ao que sei integra outras redes de garante dos direitos das crianças, como a "rede de enfrentamento da violência sexual contra a criança e adolescente", está definida por declaração legal? Tem configuração como o nosso programa "Rede social"? Qual a sua opinião sobre o decreto "rede Social" e qual o impacto desta aparente rigidez legal na configuração de uma rede de resposta ao abuso sexual de crianças? Que possibilidades e limites para a implementação de uma rede social para enfrentar este problema?

Obrigada
Regina Vieira (srafvieira@gmail.com)
Às 9:44 em 31 maio 2009, Gilberto Fugimoto disse...
Olá Célia,

Há algum tempo nosso amigo Cássio Martinho me deu o livro "Redes" da WWF. Já conhecia a obra e havia baixado pelo site, mas o livro, provavelmente esgotado, não o tinha em mãos.
Ainda não havia visto o encarte de um CD com textos. Hj tive a grata surpresa em ver que vc tbém participou daquela edição.

Então é só para compartilhar a satisfação em saber que todos da rede se encontram na "Escola". Desde 2004 / 2005 qdo chamamos o Cássio para uma palestra aqui no Sesc, que trabalhamos sobre o tema. Que aliás abre um universo de possibiliddes.
abração
 
 

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