poema
ENTROPIA
Por que a vida?
Por que a morte?
Por que a sorte?
Se vida ou morte diz a sorte
Se morte ou sorte diz a vida
Se sorte ou vida diz a morte
Vida na vida, vida na morte, vida na sorte
Morte na vida, morte na morte, morte na sorte
Sorte na vida, sorte na morte, sorte na sorte.
O quê?
Via na vida e morte na morte e sorte na sorte,
Ou vida na morte e morte na sorte e sorte na vida,
Ou vida na sorte e morte na vida e sorte na morte,
Ou asorte na avida e amorte na amorte e avida na asorte,
Ou asorte na amorte e amorte na asorte e avida na avida,
Ou asorte na asorte e amorte na avida e avida na amorte ???
Tic tac.
Avida
É nada
Não nadando
É avida
Não sendo
Como você lê
Não lendo
Ouve
Não ouvindo
Vazio
Potentia
Desvio
Vigência
Extravio
Silencia.
Quantos estados são acessíveis?
Liberdade homeostática
Clama, chama, inflama
Errática
As ordens incorruptíveis
Queima estática
Certezas invencíveis
E ama
Apesar de tudo.
Amorte
É amortal
Só a sorte
É proposital
Se o norte
Aponta o inerte
Imerge amorte.
Amorte
Emorte
Imorte
Omorte
Umorte.
Amor te
É morte
Imortal
Óh mote
Universal!
Na Asorte
Há zar
Se Forte e una
Avida estar
Seca a espuma
Caso a caso
Atam-se nós
Sós
Sem voz
Mas calma caipira
Inspira
Visão ampla
Espanta
Ex-pântano
Prepara o vaso
D'amorte.
Brilha na estrela
Sem fim
Dissolve em mim
Vida
Enfim.
Escorre da fonte
Estampa a fronte
Deságua do monte
Equilibra e ajusta
Motiva e ilustra
Augusta
Seta do tempo
Cria
Solve
Coagula
Dissolve
Engula
Resolve
Procura
Faz viver
O Eterno.
Ninho de estrelas
cintila
No firmamento
Passa-me
Ungento
Ilumina
Cem por cento
Ordem
Desordem
Reordem
Redesordem
Desreordem...
Sistema aberto
Incerto
Mas belo
Fechado morre
Desmorre
Reatando o elo
Universo certo
Desperto.
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Obrigado por ler isto! Se tiver um tempo tente ler de trás para frente, verso a verso.
Blog de Gabriel R. de Andrade Silva
Apenas deixando registrado mais um "pitaco" sobre atualidades...
Há uns 2 anos atrás vi um estudo sobre as redes de energia elétrica da China e os EUA que apontava ser a frequencia de blecautes proporcional à razão entre demanda e oferta de energia elevada a um expoente fractal... Concluíram que, para uma rede de grande porte, essa frequencia seria independente da eletricidade atmosférica (raios e tempestades elétricas). O Brasil tem um tamanho comparável a estes países, logo, ao que tudo indic…
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Postado em 14 novembro 2009 às 7:17 ‚Äî 1 Comentário
Para não desandar em delírios matemáticos inúteis e fazer justiça a realidade do
caos, tendo estudado um pouco sobre
grafos aleatórios, fui compelido a dar uma olhada nos grafos regulares, ainda sob a ótica do
índice de distribuição.
Redes reais são um m…
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Postado em 13 novembro 2009 às 15:00 ‚Äî
Na tentativa de cumprir algumas tarefas daqui da E=R explorei um pouco o universo das redes aleatórias através do índice de distribuição, conforme
proposto pelo Augusto.
Porém, as redes da natureza, as redes reais, não são aleatórias. A realidade é o CAOS. Bem entendido, caos (no contexto científico atual) não é o oposto de ordem. É algo entre a ordem e a desordem.
Por exemplo...
Considere um passarinho canta…
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Postado em 11 novembro 2009 às 17:26 ‚Äî
Estive tentando encontrar uma maneira de comparar o índice de distribuição de redes com tamanhos diferentes.
Fiz alguns 'experimentos numéricos' com redes aleatórias, calculando o índice conforme explicado em
http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/o-poder-nas-redes-sociais
Resultou uma característica interessante: em média, o índice parecia depender de algo como o número de nodos elevado ao cubo...…
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Postado em 8 novembro 2009 às 23:00 ‚Äî 6 Comentários