Bom. Vamos sim repensar que desenvolvimento e que Brasil queremos. Estamos diante de oportunidade ímpar em que a Economia Volátil, financeira, especulativo que os próprios Estados terão que auxiliar (infelizmente). Defendo sim que uma nova sociedade possível se novos seres humanos se conscientizarem para isso. Qualquer transformação social há que passar primeiro pelo indivíduo, caso contrário terá tempo de duração e as gerações atuais e futuras sofrerão as consequências de nossa ignorância a respeito do que realmente seja um desenvolvimento humano, integral, evolutivo de forma ascendente, equilibrado, em todos os apectos (materiais, sociais, espirituais, morais, psicológicos, culturais, amibientais...) enfim, ter (o indivíduo) a conquista da almejada felicidade humana. Vamos dialogar muito sobre uma economia mais humana, equilibrada, mais solidária. Veja nossas construções coletivas no www.fbes.org.br
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Abr Ana Ribas
abraços
Clovis.