Como cheguei até aqui?
Bom, é necessário dizer que tenho e entendo a vida e o processo de viver como um trabalho interminável e em rede. Acho que sentia a rede dentro de minha vida muito antes de ter a consciência do que era isso. Ao longo da vida os relacionamentos sempre foram uma ponte para alcançar objetivos e crescer. Desde muito cedo cultivei relacionamentos. Dos bancos de escola, muito cedo portanto, os relacionamentos se perpetuaram até os dias de hoje. Costumo dizer que viver em rede e ter uma rede é um trabalho imperceptível e que se constrói dia-a-dia. As conexões precisam ser mantidas / alimentadas como plantinhas que precisamos regar para continuar a dar frutos. Assim mais recentemente estive compondo uma Rede de Agentes Culturais no Estado de São Paulo (RAC-SP - de 2000 a 2006). Fui membro e da Comissão Gestora da RAC-SP. Incrível que dos quase 2.000 membros (ou mais) poucas conexões restaram. A grande maioria (quase que todos - 1.997 conexões/ pessoas) nunca chegaram a entender o processo REDE. Chegamos a ministrar algumas palestras a convite de gestores públicos para comunidades e colaboramos com a implantação de Redes de Relacionamento em outros Estados. Mas o conceito (novo prá maioria) sequer é apreendido. Mas dito pelo Prof. Augusto de Franco, explicado como na última palestra no MASP fica tudo muito claro. E mesmo assim ainda ouvi à saída alguns comentários - "Como se pode exigir um retorno sem remunerar as pessoas?" - Infelizmente realmente é muito difícil fazer com que as pessoas entendam que estão em rede quer queiram ou não. Que ao enxergarmos essas conexões elas podem ser benéficas em muitos sentidos - quer para o crescimento pessoal e social, quer para o desenvolvimento, quer para a imposição da Paz pelo mundo afora. Estou feliz de estar aqui e poder de alguma forma colaborar com a Escola-de-Redes. Quem quiser conhecer um pouco mais do que fazemos pode acessar nosso site: www.gaiabrasil.com.br. Abraços "enredados" a todas as conexões.